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quarta-feira, 3 de setembro de 2014

* As grandes questões ausentes no debate eleitoral


Estamos mergulhados na conjuntura eleitoral, com propaganda em rádio e televisão, cabos eleitorais nas ruas, adesivos por toda parte. Mas debate político acalorado, que é bom, nada. O maior fato político e eleitoral neste começo foi a morte em acidente aéreo do Eduardo Campos e a ascensão de Marina Silva a candidata presidencial travestida de PSB, pois o que ela queria e quer é viabilizar seu projeto consubstanciado na Rede Solidariedade.
Dentro de um mês e pouco, pelo voto, deveremos decidir sobre os rumos para o país. Mas a campanha eleitoral não é sobre caminhos possíveis, que supostamente candidatas e candidatos para a Presidência, o Senado, o Congresso Nacional, os Governos Estaduais e as Assembleias Legislativas deveriam estar propondo e defendendo. Pelo contrário, estamos submetidos a um bombardeio de propaganda eleitoral feita para não pensar e sim para nos convencer o quanto de benefícios nos pode propiciar esta ou aquela candidatura. A política se reduziu a propaganda e se tornou um produto a ser vendido. Não estamos mais só na economia do livre mercado. Agora estamos numa sociedade mercantilizada e numa política subserviente aos mercados, totalmente mercantilizada.
Torna-se necessário esclarecer este meu argumento. O espaço da política, mesmo mercantilizado, é e continua sendo, por excelência, o locusda construção do comum e do coletivo possível, num contexto histórico dado, tendo a força propulsora a incontornável igualdade e diversidade de que somos como membros de uma mesma humanidade. A mercantilização, por força do poder de certos interesses e classes, subordina a política, a privatiza, mas seu impacto continua sendo sobre o coletivo, sobre a sociedade como um todo. Portanto, mesmo numa conjuntura de submissão e subserviência da política à economia, no espaço da política se decidem em disputa questões sobre as contradições e as possibilidades do comum e do coletivo apontarem o rumo a ser perseguido e acabarem prevalecendo democraticamente. Ou seja, sempre existe espaço a ser disputado, por menor que seja. Não dá para abandonar a arena da disputa democrática. O impossível pode se tornar possível na volta da esquina.
Com tal visão estratégica, avaliemos o momento eleitoral criado no Brasil de 2014, a 50 dias do primeiro turno. Não temos condições de mudar no imediato o quadro eleitoral, com estas campanhas que nos "vendem” candidatos. Mas o momento é de pensar na sociedade que estamos construindo. Podemos sempre definir um conjunto de ideias do que fazer e demandar aos candidatos e às candidatas que respondam a elas, ao menos àqueles mais próximos, dispostos a ouvir a cidadania ativa (coisa rara!). Listo algumas das questões que são, no aqui e agora, definidoras do rumo que estamos buscando com nosso voto, talvez sem o saber, para o Brasil, um país gigante com impacto no mundo todo.
Começo pelo que me parece o mais intolerável e injusto: a questão indígena. Continuamos o extermínio, mesmo tendo feito uma louvável trégua com as conquistas da Constituição de 1988. É uma questão que está no centro do poder, com uma perspectiva de flexibilizar, de negar direitos. As insurgências indígenas dos últimos anos testemunham a nova investida de interesses privados sobre seus territórios. Está na pauta do Congresso uma agenda de mudança constitucional tanto sobre a demarcação de terras, como sobre exploração mineral nos territórios já definidos e até sobre o tal direito de consulta prévia, como na construção de grandes hidrelétricas na Amazônia. Você conhece algum candidato ou candidata que fale de tal questão nesta conjuntura eleitoral? Será que temos o direito de decidir sobre o destino dos indígenas que sobreviveram à conquista e colonização? Vamos continuar colonizando o Brasil em nome do desenvolvimento?
Aliás, a mineração extrapola a questão indígena. O novo código mineral pode tornar irreversível um processo de entrega à exploração predatória privada de amplas áreas do território, um bem comum que nos cabe zelar pela sua integridade. Por que comprometer o futuro de novas gerações e, mais, do Planeta com este afã de fazer dinheiro rápido aqui e agora, com um extrativismo insustentável de uma perspectiva socioambiental? Cadê o debate sobre esta questão que já está na pauta do Congresso? Não deveria ser uma questão de amplo debate e de decisão direta pela cidadania como um todo?
Nesta linha a gente pode agregar o modelo energético. Que debate estamos tendo sobre, literalmente, tão quente questão? O Pré-Sal, depois daquela caça ao possível tesouro sobre a distribuição dos royalties, nem mais conversamos. Será que vale a pena para nós e a humanidade extrair petróleo do fundo do mar, com alto risco, acima de nossas necessidades atuais, simplesmente para fazer excedente comercial e com isto contribuir substancialmente para a mudança climática? Energia é negócio ou necessidade vital? O que é prioridade? Precisamos de energia e o quanto mais renovável melhor. Caminhamos neste rumo ou de ré? Esta questão vale até para a energia renovável das hidrelétricas. Quanto, no atual modelo, ela é renovável e quanto é destrutiva de uma perspectiva socioambiental? Onde está o debate sobre a nossa matriz energética nesta conjuntura eleitoral?
Uma questão associada é a da água. Com a crise de abastecimento em São Paulo, com impactos possíveis no Rio, a ficha caiu e começamos a ver que esta é uma questão séria. Mas quem traz proposta para o debate nestas eleições? Parece até o contrário, pois os candidatos tudo fazem para impedir que a questão da água – um bem comum indispensável à vida, a qualquer forma de vida – seja convertido em tema quente, já que eles nada fizeram e nada fazem. Simplesmente esperam que volte a chuva e tudo fique normal. Aliás, esta é atitude de absolutamente todos e todas que disputam eleições no tocante à dramática perspectiva de mudança climática. Continuamos pensando que moramos "…num país tropical, abençoado por Deus…”, uma exceção no Planeta e que aqui não teremos os desastres anunciados de aquecimento global. Acompanhando a campanha eleitoral, mesmo com a ambientalista Marina disputando, o que se nota é uma declarada opção por disputar formas de fazer mais e melhor do mesmo desenvolvimento destruidor da natureza e gerador de desigualdades sociais.
Aqui entra o tema presente, mas escamoteado, do agronegócio. Todos sabem que temos um modelo de agricultura insustentável, com uso intensivo de venenos, transgênicos, contaminações e destruições de biodiversidade, agricultura predadora do meio ambiente. Mas é um dos itens principais na geração de excedentes comerciais nas nossas transações internacionais. Será que vale a pena uma tal bomba? Não estamos contaminando nossas próprias vidas? O silêncio na campanha eleitoral sobre o tema é revelador do quanto a tal "governabilidade” é estruturalmente dependente da "bancada ruralista”. Não é que os ruralistas são muita gente, pelo contrário a estatisticamente pequena classe de donos do agronegócio tem grande poder de financiar campanhas eleitorais de subservientes a seus interesses. O agronegócio modernizado, de algum modo, continua sendo "dono” do país do atraso.
Isto nos remete a um dos temas mais ausentes na campanha eleitoral: a refundação da própria política. Estamos diante de mais uma eleição ignorando totalmente o difuso sentimento no seio da sociedade civil brasileira, já majoritário, de descrédito na política como ela é hoje. Questiona-se toda forma de representação, pela usurpação do mandato delegado pelo voto e a tendência dos políticos de se sentirem "donos” dos cargos a que foram eleitos. Na verdade, eles são mais fiéis e devedores de seus financiadores de campanha do que da cidadania que os elege, em última análise. Este foi o recado mais amplo dado pela grande onda de mobilizações de junho de 2013. Será que não está em questão o sentido mesmo da democracia? Como não destruir a sofrida conquista de espaços democráticos? Como ampliá-los ao invés de reduzi-los, como apontam e revelam as iniciativas parlamentares de criminalização das manifestações e de oposição frontal à proposta de uma política de participação social? Por que os e as disputantes de cargos e mandatos não enfrentam tais questões? Afinal, o futuro da democracia no Brasil depende de uma profunda refundação da política como bem comum, sem "direitos garantidos” como nossos políticos eleitos se consideram.
Mas é no mais prosaico para qualquer eleição – o como prover direitos iguais de cidadania – que as contradições da conjuntura eleitoral se revelam com radical intensidade. Os direitos mais básicos, como transporte, saúde, educação, segurança, direito à diversidade e tantos outros, até entram na campanha. Mas nunca como direitos e sim como favores a serem garantidos pelo ou pela disputante de representação, se a vencer. A campanha eleitoral da maioria dos deputados federais, estaduais e senadores, mas também de quase a totalidade de governadores, é sobre possíveis benefícios que sua vitória garantiria neste campo de violações claras de direitos iguais para toda a cidadania.
Muito mais poderia ser destacado aqui. Na campanha presidencial, por exemplo, parece que não fazemos parte de um mundo interdependente. Temos responsabilidade pelo que se passa no mundo, sem dúvida. Mas isto não quer dizer que chegou a nossa vez de partilhar o poder de dominar o mundo. Até parece que existe um consenso entre candidatas e candidatos de que o Brasil tem o "direito a ter mais direitos” na geopolítica mundial. Será este o Brasil que o mundo precisa? Por que não o contrário, brasileiros e brasileiras construir um Brasil como força instituinte e constituinte de um mundo solidário, sem imperialismos e nem guerras, com igualdade na diversidade, lugar comum de todas e todos?
A gente não pode desistir, mas está difícil discutir tais questões na confusa conjuntura eleitoral comandada por uma lógica de "venda” de imagem de boa mocinha ou bom mocinho, provedores de favores, ignorando direitos.

Cândido Grzybowski

Sociólogo e diretor do Ibase, Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas

sábado, 17 de maio de 2014

* Economista-chefe para América Latina do banco Goldman Sachs, Alberto Ramos analisa o Brasil

A economia brasileira cresceu a um ritmo muito mais lento no primeiro trimestre de 2014 do que se esperava na virada do ano, e a perspectiva para os próximos trimestres é de que atividade econômica siga em velocidade reduzida, na opinião do economista-chefe para América Latina do banco Goldman Sachs, Alberto Ramos.
Depois de o Produto Interno Bruto (PIB) ter crescido apenas 2,7% em 2011, 1% em 2012 e 2,3% em 2013, os analistas do mercado financeiro esperam um resultado também decepcionante em 2014. Na mais recente pesquisa semanal Focus, do Banco Central, os economistas consultados projetam um avanço de 1,69% do PIB em 2014 e de 1,9% em 2015. É ainda pouco.
Para Alberto Ramos, foram dois os grandes vilões para a expansão mais baixa do que o esperado no primeiro trimestre deste ano: inflação mais elevada e confiança menor de consumidores e empresários. O remédio para o Brasil voltar a crescer a taxas maiores é amargo e vai provavelmente doer, segundo Ramos. É, contudo, um remédio necessário e inadiável.
“O Brasil é uma economia com problemas estruturais muito sérios e com desequilíbrios conjunturais”, diz Ramos, em entrevista por telefone de seu escritório em Nova York.

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“É como se o Brasil tivesse nos últimos anos comendo muito doce, ganhando peso, mas agora vai ter que correr bastante, suar e ficar cansado para perder toda a gordura que acumulou” (Foto:Divulgação)

Recessão técnica. Infelizmente, segundo o economista do Goldman Sachs, o ajuste que a economia brasileira necessita fazer será um que resultará provavelmente numa recessão técnica, o que afetará, inclusive, a criação de empregos.
“Só a contração do PIB é que vai conseguir matar a dinâmica atual da inflação”, argumenta Ramos.
Prévia do PIB. Hoje, foi divulgado o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) para o mês de março, que registrou uma queda de 0,11% em relação a fevereiro desde ano. Assim, no acumulado do primeiro trimestre, o IBC-Br apresentou um avanço de 0,3% em relação ao último trimestre de 2013.
Muitos analistas consideram que o IBC-Br antecipa o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Todavia, os resultados mais recentes do IBC-Br não têm ficado em linha com o número final do PIB.
O mercado financeiro chegou a ficar otimista em relação ao crescimento da economia deste ano quando, no dia 27 de fevereiro, o IBGE divulgou o PIB do quarto trimestre de 2013, que surpreendeu positivamente as expectativas dos analistas.
No quarto trimestre de 2013, o PIB cresceu 0,7% em relação ao trimestre imediatamente anterior, resultado que ficou acima das estimativas dos analistas, cujo consenso era de uma alta de 0,23%. Na comparação com o quarto trimestre de 2012, o PIB apresentou alta de 1,9% no quarto trimestre de 2013, vindo acima das estimativas, com mediana de expansão de 1,50%.
Expectativas. No entanto, os indicadores de atividade ao longo do primeiro trimestre causaram decepção, levando a revisões para baixo no crescimento do trimestre e do ano pelo mercado financeiro.
Ontem, por exemplo, as vendas do comércio varejista restrito caíram 0,5% em março ante fevereiro, na série com ajuste sazonal, o segundo pior resultado da série histórica do IBGE iniciada em 2002. O desempenho em março deste ano ficou abaixo da mediana das estimativas, que era de estabilidade das vendas sobre o mês anterior.
Na comparação com março de 2013, na série sem ajuste sazonal, as vendas do varejo registraram queda de 1,1% em março deste ano, também pior do que a mediana, que era de uma contração de 0,5%.
No varejo ampliado, que inclui as atividades de material de construção e de veículos, as vendas caíram 1,2% em março em relação a fevereiro deste ano, na série com ajuste sazonal, enquanto a mediana era de uma contração de 0,7%.
Na semana passada, o IBGE também divulgou o resultado da produção industrial em março deste ano: retração de 0,5% em comparação com o mês anterior.
“A aceleração da inflação, causada até pelo choque nos preços dos alimentos, e a queda pronunciada de todos os indicadores de confiança (de consumidores, da indústria, da construção civil. etc.) foram as principais causas para o crescimento mais fraco do que o inicialmente previsto para o primeiro trimestre”, explica Ramos.
Ele projeta um crescimento de 1,8% do PIB em 2014 e também em 2015. “A queda na confiança está correlacionada com a deterioração da inflação”, diz Ramos. “É preciso adotar políticas corretivas, combatendo frontalmente a inflação e depreciando mais o câmbio. Caso contrário, o crescimento do PIB seguirá medíocre”, afirma. Para Ramos, a cotação do dólar deveria estar bem mais alta do que está hoje, ao redor de R$ 2,21. Para ele, a cotação para equilibrar os problemas no Brasil seria de R$ 2,70 ou acima disso.
Na mais recente pesquisa Focus, os analistas projetam uma inflação de 6,39% em 2014 e de 6% em 2015.
“No cenário de ajuste, o brasileiro precisa ter maior prudência no manejo das finanças da família”, recomenda o economista do Goldman Sachs.

* Economista critica o Brasil

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Para Jakobsen, se as pessoas votarem certo nas próximas eleições, a situação do país vai melhorar (Reprodução/Jus Brasil)
SITUAÇÃO ECONÔMICA PREOCUPANTE

Economista critica o Brasil e diz que país é campeão mundial em fracassos

Em visita ao Brasil, o economista dinamarquês Steen Jakobsen diz que modelo econômico adotado pelo governo brasileiro estava fadado ao fracasso desde o começo


O dinamarquês Steen Jakobsen, economista chefe e CIO (executivo encarregado de investimentos) do Saxo Bank, na Dinamarca, disse que o Brasil atravessa uma das piores situações políticas possíveis e que o cenário macroeconômico do país é preocupante.
“A situação macro do Brasil é a pior dos países que eu já visitei. E eu visito 35 países por ano”, disse Jakobsen, durante o evento “Criando Sucesso Operando em Mercados Globais”, realizado na última terça-feira, 06, em São Paulo.
O economista culpou o governo Dilma pela situação. Segundo ele, o governo adotou um modelo econômico que “é uma verdadeira festa”, mas que estava fadado ao fracasso desde o começo.
“O Brasil tem os políticos que merece, porque são vocês, brasileiros, que votam errado e colocam eles lá. A atual presidente, por exemplo, não sabe o que quer e está completamente perdida. Além disso, o Banco Central também está perdido e os conflitos aumentam a cada dia. A falta de reformas e as decisões políticas fora do tom deixaram a situação insustentável”, disse Jakobsen.
Brasil, o campeão mundial em fracassos
Para Jakobsen, se as pessoas votarem certo nas próximas eleições, a situação do país vai melhorar, mas se Dilma for reeleita pode ser positivo, “pois o Brasil precisa de uma crise de verdade, com uma magnitude enorme, para ver se toma jeito”. Segundo o economista “o Brasil é o campeão mundial em fracassos e ainda não mudou”.
Na avaliação de Jakobsen, sediar a Copa do Mundo foi uma das piores coisas que o Brasil já fez. “O dinheiro que deveria estar indo para lugares extremamente carentes, está indo para coisas inúteis. O Brasil só estará pronto para receber uma Copa do Mundo em 20 ou 30 anos”, disse o economista.
Em meio ao caos econômico, Jakobsen  indicou algumas opções seguras para investimento, como a renda fixa e os títulos públicos do Tesouro Direto. “O brasileiro precisa aproveitar essa taxa de juros altíssima, afinal, pelo menos para alguma coisa ela tem que servir. Depois das eleições, se tudo der certo, os brasileiros podem voltar a pensar em bolsa de valores”.


quinta-feira, 3 de abril de 2014

* 10 frases incoerentes e hilárias da Presidente Dilma

Ueslei Marcelino / Reuters

Os bodes que são importantíssimos.


Os bodes, eu não lembro qual é o nome, mas teve um prefeito… teve o prefeito de Tejuçuoca e me disse assim: ‘eu sou o prefeito da região produtora da terra do bode’. Então, é para que o bode sobreviva que nós vamos ter de fazer também um Plano Safra que atenda os bodes que são importantíssimose fazem parte de toda tradição produtiva de muitas das regiões dos pequenos municípios aqui do estado.
Ueslei Marcelino / Reuters

Uma coisa muito simples que é muito difícil.


Um grande varejista uma vez disse o seguinte, disse uma coisa muito simples e de fácil entendimento, que é muito difícil para o conjunto da população ou para muitas camadas da população, comprar à vista, mas que quando se compra a prazo, tudo fica mais viável.
Mariana Bazo / Reuters

Tanto backbone como backroll.


Tem uma infraestrutura muito importante para o Brasil, que é também a infraestrutura relacionada ao fato de que nosso país precisa ter um padrão de banda larga compatível com a nossa, e uma infraestrutura de banda larga,tanto backbone como backroll, compatível com a necessidade, que nós teremos para entrarmos na economia do conhecimento, de termos uma infraestrutura, porque no que se refere a outra condição, que é a educação, eu acho importantíssima a decisão do Congresso Nacional do Brasil em relação aos royalties.
Ueslei Marcelino / Reuters / Reuters

Eu também sou vacinada.


Queria, ao cumprimentar a Nádia Campeão, vice-prefeita do estado, fazer uma homenagem, uma homenagem, assim, pelo Dia, pela passagem do Dia Internacional e dessa semana, que a gente sempre considera a semana do Dia Internacional das Mulheres, cumprimentar a Nádia Campeão, a Lu Alckmin e a Ana Estela, a Eleonora, e junto com elas saudar todas as meninas e as professoras aqui presentes. Vocês vão ser vacinadas, não é? Vocês vão ser… todas vocês vão ser vacinadas. Então eu aproveito e vou saudar aqui o médico que geralmente me vacina, que é o secretário de saúde do estado de São Paulo, David Uip. Eu também sou vacinada.
Ueslei Marcelino / Reuters

Há sempre uma figura oculta.


Se hoje é o Dia das Crianças, ontem eu disse que criança… o dia da criança é dia da mãe, do pai e das professoras, mas também é o dia dos animais.Sempre que você olha uma criança, há sempre uma figura oculta, que é um cachorro atrás, o que é algo muito importante.
Denis Balibouse / Reuters

No Ceará ou no Pará.


Aqui no estado do Ceará. Não, no estado do Pará. Desculpa, gente. É que fui pro Ceará, tá? Ontem eu tava no Ceará. Aqui eu não falei uma coisa. Ah, não, falei sim, né?
Francois Lenoir / Reuters

Lembrando datas.


Todos nós aqui sabemos que cada um de nós escolhe ─ a vida faz a gente escolher ─ alguma das datas em que a gente nunca vai esquecer dessa data.
Paulo Whitaker / Reuters / Reuters

Definições de metrô e VLT.


Vamos dar prioridade a segregar a via de transporte. Segregar via de transportes significa o seguinte: ou você faz metrô, porque o metrô… porque o metrô, segregar é o seguinte, não pode ninguém cruzar rua, ninguém pode cruzar a rua, não pode ter sinal de trânsito, é essa a ideia do metrô. Ele vai por baixo, ou ele vai pela superfície, que é o VLT, que é um veículo leve sobre trilho. Ele vai por cima, ele para de estação em estação, não tem travessia e não tem sinal de transito, essa é a ideia do sistema de trilho.
Eliseo Fernandez / Reuters

Outro europeu muito importante.


Os homens não são virtuosos, ou seja, nós não podemos exigir da humanidade a virtude, porque ela não é virtuosa, mas alguns homens e algumas mulheres são, e por isso que as instituições têm que ser virtuosas. Se os homens e as mulheres são falhos, as instituições, nós temos que construí-las da melhor maneira possível, transformando… aliás isso é de um outro europeu, Montesquieu. É de um outro europeu muito importante, junto com Monet.
Ueslei Marcelino / Reuters

Uma das presidentes que esteve em Bauru.


Eu estou muito feliz de estar aqui em Bauru. O prefeito me disse que eu sou, entre os presidentes, nos últimos tempos, uma das presidentes, ou presidentes, que esteve aqui em Bauru.

domingo, 23 de março de 2014

* Cenas do caos no trânsito das ruas dos Palmares - PE


Calçada é lugar para estacionamento, e numa esquina? Onde a fiscalização e ação policial repressiva? Nesta calçada tem uma canalização de esgoto e já afundou várias vezes por motivos de motoristas que teimaram estacionar deste jeito...


Faixas de pedestres: um Direito dos Cidadãos e um dever do Governo. 
Ora, acender a pintura das faixas de pedestres não geram grandes despesas à prefeitura!
Há muito tempo vemos desleixos aos cuidados de renovar pinturas das faixas de pedestres nas ruas dos Palmares (PE). 
Os meses se passam e as faixas de pedestres sempre apagadas...
Fácil criticar quando se faz oposição, mas ao chegar ao poder o circulo vicioso continua!
Os transeuntes precisam de RESPEITO!


Quando o sinal de trânsito abre para pedestres, há motoristas que param automóveis e motos sobre faixas de pedestres! Falta Educação no Trânsito!

Estamos de OLHO aberto!

quinta-feira, 20 de março de 2014

* Sobre os que entram fácil e se perpetuam no poder


Há poucos minutos eu li uma mensagem da amiga Helena Gerenstadt que citou Albert Einstein: “o descontentamento é a primeira necessidade do progresso”.O acomodamento é estagnação, fruto da ociosidade que nada ajuda ao progressso. 
Mas é difícil encontrar detentores do poder que toleram os críticos e questionadores. A perseguição e exclusão de quem discorda dos direcionamentos governamentais (que muitas vezes são desgovernamentais) é algo comum nos facciosismos plutocratas mascarados de Democracia.
A crítica e o questionamento sadios edificam a vontade de fazer melhor e de mostrar vontade de desenvolver as comunidades que governam.
O expediente da perseguição mostra apenas mesquinhez e resquícios despóticos. Atitudes que não se encaixam em comunidades do Século XXI, pois são de há muitos Séculos, e, principalmente da época das trevas quando muitos artistas, filósofos e cientistas foram queimados nas fogueiras, perderam as cabeças nas guilhotinas e sofreram torturas terríveis nos porões da Inquisição da Igreja e dos feudos sob sua influência!
Infelizmente as ferramentas das trevas continuam usadas nesta época!
Vemos assessores de governos extremamente vaidosos e autoritários ao conseguirem as mais simples nomeações em cargos passageiros e que se o povo não questionar suas vilanias, poderão se eternizar... E a estrutura de marketing e a fraca educação popular não dá condições para o povo notar como tudo se desenrola (estruturam assim para manter o povo manipulável e levado por qualquer clientelismo).

Assessores de governos são empregados do povo. Os salários são pagos pelos impostos pagos suadamente pelo povo e os usuários da máquina pública, muitas vezes são maltratados por esses sugadores do erário. Mas muitos esquecem isso e se envolvem em autoritarismos ridículos e em se locupletar na posição conseguida pela indicação politiqueira, preservando o círculo vicioso do empreguismo e do nepotismo. Surgem assim "os novos ricos"!
Empáfias muitas vezes ferem os funcionários do quadro fixo público que entraram através de concursos, enquanto os nomeados para o mando são maioria fora desse quadro, são apenas bajuladores ociosos. 
Assessores de governos quando agem são os próprios governos agindo! Mas muitos não se importam com isso, não estão preocupados com as imagens sociais da equipe como um todo governamental; pensam somente naqueles momentos do poder do mando que os cargos os beneficiam. Esquecem que o período de poder passa e que estão danificando a imagem do chefe do governo do qual participam que hipocritamente bajulam.
Infelizmente, diante dos acordos de campanhas eleitorais e conchavos para realizarem o que chamam "governança", esquecem Ética, Respeito, Coerência e jogam no lixo a honra e a dignidade humanas.
Como minha mãe diz, sobre uma fauna de rapina que usurpa o poder: "falta educação política para quem se diz político"!


Jaorish