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quinta-feira, 13 de março de 2014

* UM NEGÓCIO DE UM BILHÃO DE REAIS: A VERDADE SOBRE A VACINA HPV

POSTADO POR LUCIO NETOON 01:226 COMENTÁRIOS

Milhões de meninas entre 11 e 13 anos de idade, indefesas, estão sendo levadas por seus pais para o sacrifício, convencidos de que estão fazendo o bem aos seus filhos. Acreditam ou foram levados a acreditar, pela propaganda mentirosa e pelo merchandising veiculados nos jornais, rádios e televisões do país, de que a vacina Gardasil irá previnir o câncer de colo de útero dessas meninas brasileiras.
Vejam os senhores a que ponto chegou a irresponsabilidade de governos, empresários e a mídia em busca do lucro fácil.
Todo mundo deve ter visto a presidente do país lançando, em rede nacional, mais esta campanha de vacinação, uma verdadeira farsa, para cumprir mais um item da agenda dos 300 Picaretas que querem dominar o mundo. 
Esta senhora, que representa o voto dos bolsistas desse país, teve o desplante de afirmar que seu governo estava lançando mais uma campanha em benefício da saúde da mulher.
Vamos contar a verdadeira história dessa vacina e deixar que os país tomem a decisão de vacinar ou não suas filhas:

Estudo publicado em 2013 "A política de vacinação do papilomavírus humano (HPV) e medicina baseada em evidência: Elas estão em desacordo?", chegou a seguinte conclusão:

- Até o momento, a eficácia das vacinas contra o HPV na prevenção do câncer do colo do útero não foi demonstrada, enquanto os riscos de vacinas ainda não foram completamente avaliados.

- Atuais práticas de imunização do HPV no mundo todo, com qualquer uma das duas vacinas contra o HPV parece ser nem justificado por benefícios a saúde a longo prazo, nem economicamente viável, nem há qualquer evidência de que a vacina contra o HPV (mesmo se revelar ser eficaz contra o câncer do colo do útero) reduziria a taxa de colo do útero câncer além do que o exame de Papanicolau já alcançou.

- Cumulativamente, a lista de reações adversas graves relacionados com a vacinação contra o HPV em todo o mundo inclui mortes , convulsões, parestesia , paralisia, síndrome de Guillain- Barrésyndrome (GBS), mielite transversa, paralisia cerebral, síndrome de fadiga crônica , anafilaxia , desordens auto-imunes, trombose venosa profunda, embolia pulmonar ACIAL e cânceres cervicais.

- Como o programa de vacinação contra o HPV tem cobertura global, a saúde a longo prazo de muitas mulheres podem bater o risco contra os ainda desconhecidos benefícios da vacina.

- Os médicos devem adotar uma abordagem mais rigorosa de medicina baseada em evidências, a fim de fornecer uma avaliação equilibrada e objetiva dos riscos e benefícios da vacina.

Este mesmo estudo ainda diz que :
No momento não há dados significativos que mostrem que  Gardasil (MSD) ou Cervarix (GSK) podem impedir qualquer tipo de câncer do colo do útero uma vez que o período de testes empregado foi muito curto para avaliar benefícios de longo prazo da vacinação contra o HPV. Os períodos mais longos de dados de acompanhamento de ensaios de fase II para Gardasil e Cervarix são 5 e 8,4 anos, respectivamente, enquanto que o câncer cervical invasivo leva até 20-40 anos para se desenvolver a partir do momento de aquisição da infecção pelo HPV... No entanto, apesar do câncer colo do útero poder ser causado pela exposição persistente a 15 dos 100 HPVs existentes através de contato sexual, até mesmo infecções por HPV persistentes causadas por HPV de "alto risco" geralmente não irão levar a lesões precursoras imediatas, e muito menos a longo prazo, ao câncer. A razão para isso é que, tanto quanto 90% das infecções por HPV desaparecem espontaneamente dentro de 2 anos, e daqueles que não resolvem , apenas uma pequena proporção pode evoluir para o câncer ao longo dos 20-40 anos subseqüentes. Além disso, os dados de investigação indicam que graus mais elevados de atipia (tais como CIN 2/3) pode resolver ou estabilizar ao longo do tempo.

Site do governo americano informa número de pessoas mortas ou que sofreram consequências com o uso da vacina Gardasil - VAERS - Veja quadro acima.

Seguem mais informações para análise dos pais:

A Merck 'esqueceu-se' de investigar os efeitos da vacina Gardasil sobre a reprodução feminina

Um estudo recém-publicado revelou que a Merck & Co., o cérebro empresarial por trás da famosa vacina Gardasil, contra o papilomavírus humano (HPV), convenientemente esqueceu-se de pesquisar os efeitos dessa vacina mortal sobre os sistemas reprodutivos das mulheres. E pelo menos uma jovem, neste caso da Austrália, suportou o peso dessa falha imperdoável depois de descobrir que seus próprios ovários tinham sido completamente destruídos como resultado de ter tomado a vacina. 
Publicado no peer-reviewed British Medical Journal (BMJ), o angustiante relato da experiência desta jovem de 16 anos de idade, deve causar uma refexão em todos os pais que estão sendo pressionados por seus médicos para dar às suas filhas a vacina Gardasil. 
Privada de sua condição natural de uma feminilidade completa, esta menina está vivenciando uma menopausa precoce, em que seus ovários foram completamente danificados antes sequer deles terem atingido o desenvolvimento completo.
Intitulada de A Falência Ovariana Prematura, a menarca ocorreu três anos após a vacinação para o papilomavírus humano, e este último estudo de caso fornece uma sólida evidência que o Gardasil é, no mínimo, uma séria ameaça para a função ovariana normal.
Não foram examinados somente os danos causados na menina, verificou-se também que ela tinha ovários saudáveis antes da vacina, e não haviam outros fatores que poderiam ter causado em esse terrível destino precoce.  Leia mais aqui

Uma jovem francesa está processando a fabricante da vacina Gardasil, contra o HPV, por efeitos colaterais no sistema nervoso central. Seis meses após ter recebido a segunda injeção da vacina, em 2010, Marie-Oceane, então com 15 anos, foi hospitalizada com diversos sintomas, como perda temporária da visão, paralisia facial e dificuldades para andar.
Segundo Jean-Christophe Coubris, advogado da vítima, relatórios médicos apontaram a relação entre a vacina e as patologias desenvolvidas por sua cliente. A queixa foi apresentada na última sexta-feira em Bobigny, na periferia de Paris. A vítima acusa o laboratório Sanofi Pasteur e MSD, que produz a vacina, de “atentado involuntário à integridade”. A agência nacional francesa de medicamentos (ANSM) também é alvo do processo. ”A vacina Gardasil teve consequências dramáticas para o meu cliente. Tais efeitos secundários são muito graves e são totalmente negados pelas autoridades industriais e de saúde. Precisamos quebrar essa dupla negação“, diz o advogado.
“No início, os médicos fizeram uma ressonância magnética, punção lombar, e eles diagnosticaram ela como tendo esclerose múltipla. Mas após a segunda injeção, eles procuraram uma ligação entre a vacinação e os sintomas e fizeram a declaração“, diz Jean-Jacques Bourguignon.
Outras três mulheres também afirmam terem sido vítimas dos efeitos colaterais do Gardasil. As jovens, com idades entre 20 e 25 anos, foram vacinadas entre 2008 e 2010. Duas delas desenvolveram dermatose crônica e a terceira foi diagnosticada com inflamação da musculatura (polimiosite). Elas pretendem apresentar queixa nos próximos dias. Para a advogada Camille Kouchner, que acompanha as três, “os casos de vítimas do Gardasil estão se multiplicando e isso pode se tornar um novo escândalo sanitário”.
Sanofi Pasteur contesta as acusações. O diretor-adjunto do laboratório André Dahlab afirma tratar-se de uma coincidência e que nenhum estudo estabeleceu até agora uma “incidência superior” das doenças desenvolvidas entre as usuárias do Gardasil.

Aqui estão algumas drogas, cujos riscos não impediram lucros fabulosos:

1. Vioxx : A "super aspirina" Vioxx, foi muito comercializado pela Merck. Vioxx foi uma droga milagrosa que tratou de tudo, desde dores de artrite até cólicas menstruais. Seus anúncios alegavam, que os usuários estariam livres de problemas gastrointestinais causadas por drogas mais antigas, como a aspirina. Descobriu-se que o Vioxx foi super em outra coisa, também: ele dobrou o risco de eventos cardíacos, causando 27.785 ataques cardíacos e mortes cardíacas súbitas de acordo com fontes de notícias.

2. Fosamax: Vioxx não foi a única droga Merck demonstrando que o perdão é mais fácil e mais barato quando se trata de marketing de novas drogas. Fosamax da Merck, o primeiro de uma classe de drogas anti-osteoporose chamados bifosfonatos, que incluiu Boniva e Actonel, foi ligada a problemas cardíacos, dor intratável, morte mandíbula, fraturas ósseas e do câncer de esôfago. Saiu das prateleiras em 2008. Documentos divulgados pelo tribunal revelam que cientistas da Merck sabia sobre ligação Fosamax 'até a morte mandíbula como na década de 1970 em estudos com animais.

3. Lipitor: Qual é o medicamento mais vendido na história da indústria farmacêutica? O que fez 125000000000 dólares em 14 anos e meio e até US $ 11 bilhões em um único ano? Lipitor, droga estatina  de sucesso da Pfizer, deve seu sucesso a dois fatores. Foi lançado em 1997, quando a publicidade de medicamentos ao consumidor direto estava apenas começando e aproveitado o crescente temor nacional de ataques cardíacos ligados ao colesterol. Graças ao "saber de seus números" anúncios de TV e representantes da Pfizer saturaram consultórios médicos com amostras grátis das pílulas brancas e do Lipitor, tendo mais de 29 milhões de pessoas sido prescritas com Lipitor.

4. Nexium: É a segunda droga mais vendido, depois de Lipitor. A pílula roxo. Como as estatinas, Nexium e outro Proton-Inibidores da Bomba (PPI) para tratar a doença do refluxo gastroesofágico (DRGE), tornou-se medicamentos doméstico graças à publicidade direta ao consumidor. Nexium fez quase $ 5 bilhões nos EUA em um ano e da classe dos PPIs fez US $ 13,6 bilhões em um ano, traduzindo-se em 119 milhões de prescrições.

5. Adderall: Graças à Pharma marketing, o TDAH é agora o segundo diagnóstico mais comum a longo prazo em crianças com a asma, diz o New York Times , muitas vezes conferida por "esquecimento na infância e notas baixas." 

6. Paxil: Poucos antidepressivos ISRS têm o perfil de segurança de xadrez da GlaxoSmithKline (GSK) Paxil. Em 2007, a BBC revelou que o estudo de Paxil 329 mostrou adolescentes com seis vezes mais chances de se tornar suicida com o uso  da droga, mas os resultados foram enterrados . (GSK estabeleceram relacionados acusações em 2012 por US $ 3 bilhões.) Rumores circularam durante anos sobre o suicídio e os sintomas de abstinência tóxicos com Paxil e foram evidentemente verdadeiro em alguns casos.

7. Ambien: Uma das vacas de dinheiro da Big Pharma têm sido comprimidos para insônia, porque todo mundo assiste TV, quando não consegue dormir, e eles vêem dormindo anúncios da pílula. Liderando a categoria de comprimido para dormir está a Sanofi-Aventis 'Ambien, que rendeu US $ 2 bilhões ano antes de ser aposentado em 2006. 


Na verdade, este tema merece uma série com vários capítulos. Existem muitas histórias interessantes a serem contadas a cerca da maior indústria do mundo - a de medicamentos.
As vacinas são verdadeiras minas de ouro dessa indústria. Lembram-se da vacina da gripe suína? Sabem quem é o dono da vacina contra a gripe suína? Donald Rumsfeld, ex-secretário de Defesa dos Estados Unidos. Só mais um vírus para se ganhar alguns bilhões de dólares.
E essa vacina contra a gripe para os velhinhos? Já notou que eles vivem gripados. O vírus está na vacina.
Cidadão, você tem que abrir os olhos e se informar melhor sobre o que se passa à sua volta. Quando um governo como o do PT, que não tem a menor credibilidade entre os cidadãos com um mínimo de acesso à informações, diz, através da líder que é a presidente da república, que o governo está oferecendo de GRAÇA uma vacina que já matou e deixou sequelas em meninas no mundo todo, é passível de crédito? 

sábado, 31 de agosto de 2013

* Escovar bem os Dentes e passar Fio Dental Reduz o Risco do HPV

Uma Boa Higiene Bucal Reduz o Risco do HPV

O papilomavírus humano (HPV, do inglês human papiloma virus), é uma infecção viral da pele ou mucosas e está ligado ao desenvolvimento de câncer em mulheres. Ele também é responsável por milhares de casos de câncer de garganta em homens e mulheres. Mas uma nova pesquisa mostra que a melhor escovação e uso de fio dental pode ser capaz de reduzir o risco de infecção de HPV. Esse estudo de pesquisadores da Universidade do Texas School of Public Health, em Houston nos EUA, afirma que pessoas com problemas de saúde bocal são mais propensas a ter uma infecção oral por HPV do que aqueles que fazem uma boa escovação e usam fio dental.

Uma Boa Higiene Bucal Reduz o Risco do HPV

Eles descobriram que cerca de um terço dos entrevistados relataram fazer pouca higiene bocal. Dentro desse grupo, os participantes eram 50% mais propensos a ter uma infecção oral por HPV do que aqueles com uma melhor higiene oral, os resultados mostraram que os participantes do estudo com pior saúde oral foram mais propensos a ter uma infecção pelo HPV.
É muito cedo para  afirmar que a  melhor escovação dos dentes diminuem os  risco de HPV, mas certamente dá outra boa razão para manter os dentes brancos, brilhantes, limpos e saudáveis. Os resultados foram publicados na revista Cancer Prevention Research .


Ler mais: http://www.vidasustentavel.net/modo-de-vida/escovar-bem-os-dentes-e-passar-fio-dental-reduz-o-risco-do-hpv/

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

* Vacina quadrivalente contra HPV estará disponível na rede pública em 2014

O Ministério da Saúde anunciou, nesta segunda-feira (1º), a oferta da vacina quadrivalente contra o HPV na rede pública de saúde. Em 2014, serão vacinadas meninas de 10 e 11 anos.
Hoje essa vacina está disponível, no país, apenas na rede privada (ao custo médio de R$ 300 a dose) e em algumas localidades em que o poder público local optou por oferecê-la --por exemplo, no Distrito Federal e em São Francisco do Conde (BA).
O vírus do HPV está relacionado a diversos tipos de câncer, mas principalmente ao câncer de colo do útero (em 95% dos casos) e ao aparecimento de verrugas genitais. Estima-se que 685 mil pessoas sejam infectadas pelo HPV a cada ano no Brasil.
Hoje, o ministério concluiu um processo de dois anos de análise sobre a incorporação dessa vacina e anunciou a opção feita pelo Brasil. A escolha foi pela vacina quadrivalente (da americana MSD), com transferência de tecnologia para o Instituto Butantan (SP).
Só em 2014, com a aquisição de 12 milhões de doses (serão três por menina), o Executivo gastará R$ 360,7 milhões --R$ 30 por dose. Outros R$ 300 milhões serão investidos por governo federal, Butantan e governo de São Paulo em uma nova fábrica de produção da vacina.
Editoria de Arte/Editoria de Arte/Folhapress
MENINAS DE 10 ANOS
A meta do Ministério da Saúde será cobrir pelo menos 80% do público-alvo, estimado em 3,3 milhões de meninas. Para tanto, uma campanha de informação deve ter início já no segundo semestre desse ano, com foco não só nas meninas mas também em professores e suas famílias.
O governo escolheu a faixa etária 10 e 11 anos para garantir que as meninas estejam imunizadas antes do início de qualquer tipo de atividade sexual. Isso porque o vírus do HPV pode ser transmitido por diversas formas de contato íntimo, mesmo sem que haja uma relação sexual de fato.
Segundo Jarbas Barbosa, secretário de vigilância em saúde da pasta, uma pesquisa feita em 2012 com estudantes identificou que 18,3% das meninas da 9ª série do ensino fundamental (13 a 15 anos) já tinham tido relações sexuais, índice que subia para 25,5% na região Norte.
Uma das preocupações do governo, que deve ser alvo da campanha de informação, é fazer com que as meninas e suas famílias entendam que, mesmo após a vacina, continua sendo necessário o uso da camisinha e as idas frequentes ao ginecologista.
"A menina não pode ficar com a ilusão que a vacinação dispensa a camisinha. A vacina não protege contra HIV, contra a gravidez indesejada. Além disso, protege para a maior proporção dos tipos de câncer, mas não protege 100%", diz Barbosa.
Segundo ele, estima-se que a vacina tenha efetividade acima de 90% na proteção do câncer --o que só poderá ser comprovado nas próximas décadas, já que o câncer leva muitos anos para se desenvolver.
Barbosa afirmou que a pasta ainda estuda a oferta dessa vacina para meninos, o que pode ocorrer no futuro.
E, mesmo sem vacinar todos os adolescentes do país, a vacina deverá oferecer uma proteção "de rebanho" por diminuir o potencial espaço de circulação do vírus, explica o ministério. "Os Estados Unidos vacinaram 35% das meninas. Mesmo assim, um estudo publicado há duas semanas mostrou que a prevalência do HPV teve redução de 52%", afirma Barbosa.
DOSES NA ESCOLA E NO POSTO
O ministério vai adotar um modelo que mistura a oferta da vacina nas escolas (públicas e privadas) e nos postos de saúde. A ideia é que a primeira dose seja oferecida nas escolas e as seguintes nos postos ou nas escolas, a depender da organização do município.
Em todos os casos, deverá haver uma autorização dos pais ou responsáveis pela menina.
Esse esquema de vacinação deverá ser acompanhado por um novo sistema de contabilidade do governo, que levará em conta a pessoa em que se aplica a vacina e não o número de doses dadas. Assim, diz o secretário, o ministério poderá ter um controle individual sobre as doses aplicadas e controlar melhor eventuais falhas na segunda e terceira doses --e até enviar SMS para a família comparecer ao posto.
A vacina escolhida pelo governo brasileiro foi a da empresa americana MSD. Ela protege contra quatro subtipos do vírus, dois relacionados ao câncer e dois a verrugas genitais. O laboratório testa a ampliação dessa vacina para que ela proteja contra nove subtipos.
"Estamos oferecendo a melhor vacina para o HPV, e já temos compromissos de transferência da nonavalente", afirmou o ministro da Saúde Alexandre Padilha.