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quinta-feira, 28 de agosto de 2014

* Cientistas usam nanotecnologia para tentar curar câncer


Robôs minúsculos poderão ser usados futuramente para ajudar no tratamento de câncer, conforme revelado por pesquisadores da Universidade da Califórnia.
Eles estão desenvolvendo uma nanopartícula anticancerígena chamada nanoporphyrin que é capaz de diagnosticar e tratar tumores sem agredir o paciente.
O recurso conseguiria reconhecer as células problemáticas dentro da pessoa e injetaria nelas as drogas de combate, matando apenas o que precisa ser morto.
Conforme explica o PhysOrg, o maior desafio dos pesquisadores tem sido justamente construir uma nanopartícula que integre as funções de diagnóstico e combate, mas os pesquisadores estão otimistas. Se conseguirem, a técnica pode se tornar a melhor opção para o tratamento de câncer, sem as agressões de uma quimioterapia e com mais chances de recuperação.

domingo, 24 de agosto de 2014

* Cura para diabetes pode estar próxima


Uma doença que assola milhões de brasileiros e que mata uma pessoa a cada dez segundos no mundo por conta de suas complicações poderá estar próxima da cura. Pesquisadores da Universidade de Manchester, no Reino Unido, e de  Auckland, na Nova Zelândia, que investigam o diabetes anunciaram que, dentro de dois anos, um novo medicamento poderá acabar de uma vezes por todas com este mal. 
estudo aponta que as duas formas principais de diabetes são resultantes do mesmo mecanismo. No caso, o diabetes juvenil ou diabetes tipo 1 e tipo 2 são provocados pela formação de aglomerados tóxicos do hormônio amilina. Eles envolvem as células responsáveis pela produção de insulina, freando sua produção. A partir disso, os cientistas acreditam que a cura estaria associada ao desenvolvimento de um medicamento que combata a acumulação da amilina ou que dissipe os aglomerados tóxicos existentes.
Tanto a insulina como a amilina são produzidas pelo pâncreas e estas duas substâncias atuam juntas para regular a reação do organismo à comida. Porém, parte da amilina pode ficar depositada em torno de células do pâncreas, originando os aglomerados tóxicos que impedem a produção de insulina pelas células responsáveis, o que provoca o diabetes. 
De acordo com uma pesquisa divulgada no ano passado pelo ministério da Saúde, o diabetes cresceu 40% entre 2006 e 2012 no Brasil. Estima-se que ao menos 7,5 milhões têm a doença no país. Ainda de acordo com o levantamento, 75% dos brasileiros que sofrem de diabetes estão acima do peso. Obesidade e sedentarismo, além de fatores genéticos, figuram entre as causas da doença.
Fontes:

terça-feira, 22 de abril de 2014

* Por que os médicos chamam tudo de virose?

Para o professor emérito da Faculdade de Medicina da USP, Vicente Amato Neto, a palavra está desmoralizada. “Abusa-se do termo ‘virose’. Existem muitos recursos que permitem a médicos e paramédicos fazerem diagnósticos melhores”, diz. “Virose” realmente não é muito preciso: identifica todas as doenças infecciosas causadas por vírus, uma carapuça que serve a problemas tão diversos quanto diarréia, febre, dores musculares, coriza, otite, amidalite e, ao pé da letra, até aids.
Em defesa dos médicos, muitas vezes os vírus só podem ser identificados após uma investigação profunda e desnecessária. “Na maioria dos casos de virose, não vale a pena pedir uma bateria de exames. O resultado vai sair quando o paciente já estiver curado”, afirma a médica-assistente da Divisão de Moléstias Infecciosas do Hospital das Clínicas de São Paulo, Maria Claudia Stockler. Assim, quando um paciente chega ao consultório com sintomas leves e não há ameaça de epidemia, costuma-se recorrer ao veredicto superficial, mas eficiente.
Para complicar mais o diagnóstico, o mesmo vírus pode provocar sintomas diferentes. Ou seja, a sua conjuntivite pode provocar o resfriado alheio porque são causados pelo mesmo sujeito, o adenovírus.
Outro motivo que contribui para a onipresença da virose é que não faltam oportunidades para pegar uma. Ambientes fechados favorecem o contágio, assim como copos, teclados e alimentos podem passar adiante aquela gripe esperta.

* Entenda mais sobre as três fases da doença de Alzheimer


* Cientistas vão testar pela primeira vez sangue artificial em humanos

Medida visa aumentar a oferta de sangue e tornar transfusões mais seguras. Objetivo é iniciar os testes até 2017

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Sangue artificial feito é a partir de células-tronco (Reprodução/BBC)
Cientistas da Grã Bretanha pretendem testar pela primeira vez em humanos sangue artificial feito a partir de células-tronco. O objetivo é que os testes sejam colocados em prática no final de 2016 ou início de 2017.
A iniciativa será feita por uma parceria entre órgãos do governo britânico e universidades da Grã Bretanha.
As células-tronco têm capacidade de se transformar em qualquer outra célula do corpo humano e muitos cientistas acreditam que elas sejam a cura para muitas doenças.
Cultivadas em laboratório, as células sanguíneas artificiais poderiam tornar a transfusão de sangue mais segura, evitando problemas como o risco de infecções durante a transfusão e incompatibilidade sanguínea. Além disso, por serem mais novas, as células sanguíneas artificiais têm maior longevidade.
Se a técnica for bem sucedida, também pode aumentar a oferta de sangue para transfusões. A escassez de sangue afeta muitos países do mundo, incluindo o Brasil, pois as doações públicas não são suficientes para atender a crescente demanda.
“Produzir uma terapia celular que leve em conta a escala, a qualidade e a segurança exigidas para testes clínicos em humanos é um desafio muito grande. Mas se tivermos êxito, poderemos garantir a populações de diferentes países o benefício dessas transfusões de sangue”, disse Marc Turner, professor da Universidade de Edimburgo, na Escócia, e líder do projeto.

sábado, 12 de abril de 2014

* Cloreto de magnésio Para a Saúde e Rejuvenescimento

por Walter Última

O Magnésio não é nada menos que um mineral milagroso no seu efeito sobre a cicatrização de uma vasta gama de doenças, bem como na sua capacidade de rejuvenescer e evitar o envelhecimento do corpo. Sabemos que é fundamentais para muitas reações enzimáticas, em especial no que diz respeito às celulares de produção de energia, para a saúde do cérebro e o sistema nervoso, e também para os dentes e ossos saudáveis. No entanto, pode constituir uma surpresa que, sob a forma de cloreto o magnésio também é um impressionante lutador contra infecção.
O primeiro proeminente pesquisador a investigar e a promover os efeitos antibióticos do magnésio foi um cirurgião francês, Professor Pierre Delbet MD. Em 1915 ele foi à procura de uma solução para limpar feridas dos soldados, porque ele descobriu que os anti-sépticos tradicionalmente utilizados nos tecidos danificados incentivavam as infecções em vez de as prevenir. Em todos os seus testes a solução de cloreto de magnésio foi de longe a melhor. Não somente ele era inofensivo para os tecidos, mas também aumentava enormemente a atividade dos leucócitos e a fagocitose, a destruição de micróbios.
Mais tarde o Prof Delbet também realizou experimentos com aplicações internas de cloreto de magnésio e descobriu ser um poderoso imuno-estimulante. Em suas experiências a fagocitose aumentou em até 333%. Isto significa que após ingestão do cloreto de magnésio o mesmo número de glóbulos brancos destruía até três vezes mais micróbios do que antes.
Gradualmente o Prof Delbet descobriu que o cloreto de magnésio era benéfico para uma ampla gama de doenças. Estes incluíram doenças do aparelho digestivo, tais como colite e problemas na vesícula, doença de Parkinson, tremores e cãibras musculares, acne, eczema, psoríase, verrugas e prurido cutâneo, impotência, hipertrofia prostática, cerebral e problemas circulatórios, asma, febre, urticária e reações anafiláticas. Cabelo e unhas ficaram mais fortes e saudáveis e doentes tinham mais energia.
Prof. Delbet também descobriu um efeito preventivo muito bom sobre o câncer e em condições pré-cancerosas, tais como leucoplasia, hiperqueratose e mastite crônica. Estudos epidemiológicos confirmou que as regiões ricas em magnésio no solo tinham menos câncer do que aqueles com baixos níveis magnésio.
Outro médico francês, A. Neveu, curou vários doentes com difteria utilizando o Cloreto de Magnésio em dois dias. Ele também publicou 15 casos de poliomielite que foram curados dentro de dias se o tratamento foi iniciado imediatamente, ou dentro de meses se paralisia já tivesse progredido. Neveu também descobriu que o cloreto de magnésio era eficaz com asma, bronquite, pneumonia e enfisema; faringite, amidalite, rouquidão, frio comum, gripe, coqueluche, sarampo, rubéola, caxumba, escarlatina; envenenamento, gastrenterite, furúnculos, abscessos, feridas infectadas e osteomielite.
Em anos mais recentes o Dr. Vergini e outros já confirmaram estes resultados já publicados anteriormente e têm mais doenças adicionadas à lista de utilizações bem sucedidas: asma aguda, choque, tétano, herpes zoster, conjuntivite aguda e crônica, neurite óptica, as doenças reumáticas, muitas doenças alérgicas, Síndrome de cansaço crônico e efeitos benéficos no tratamento do câncer. Em todos estes casos, o cloreto de magnésio tinha sido utilizado e deram resultados muito melhores do que outros compostos magnésio.

Magnésio para os Nervos

O Magnésio tem um efeito calmante sobre o sistema nervoso. Com isto, é freqüentemente utilizado para promover o bom sono. Mas mais importante que pode ser usado para acalmar nervos irritados. É especialmente útil, em crises epilépticas, convulsão em mulheres grávidas e no alcoolismo. Os níveis de Magnésio são geralmente baixos nos alcoólatras, contribuindo ou causando muitos dos seus problemas de saúde. Se os níveis de Magnésio são baixos, os nervos perdem o controle sobre a atividade muscular, respiração e processos mentais. Fadiga Nervosa, tiques e câimbras, tremores, irritabilidade, hipersensibilidade, espasmos musculares, agitação, ansiedade, confusão, desorientação e batimento cardíaco irregular respondem em todos os níveis com o aumento do magnésio. Um fenômeno comum na deficiência do magnésio é uma reação muscular inesperada e um forte barulho. Pílulas de Memória que têm sido comercializadas consistem principalmente de magnésio.
Muitos dos sintomas da doença de Parkinson podem ser superadas com alta suplementação de magnésio, agitação pode ser prevenida e rigidez flexibilizada. Mulheres grávidas podem desenvolver convulsões, náuseas, tonturas e dores de cabeça. Nos hospitais isto é tratado com infusões de magnésio. Por causa de seu forte efeito relaxante, magnésio contribui não só para ter um sono melhor, mas também é útil no tratamento de dores de cabeça e enxaquecas. Quanto mais baixo for o teor de magnésio do solo e da água em uma determinada região, maiores são as taxas de suicídios.
A epilepsia é marcada por níveis anormalmente baixos magnésio no sangue, fluido espinhal e cérebro, causando hiper-excitabilidade em regiões do cérebro. Há muitos casos de epilepsia que melhoram significativamente ou desaparecem com suplementação de magnésio. Em uma pesquisa com 30 epilépticos, 450 mg de magnésio oferecidos diariamente, controlou com sucesso as convulsões. Outro estudo constatou que os níveis baixos de magnésio no sangue mais grave era à epilepsia. Na maioria dos casos, o magnésio funciona melhor em combinação com vitamina B6 e Zinco. Em concentrações suficientes, o magnésio inibe convulsões, limitando ou retardando a propagação da descarga elétrica de um grupo isolado de células cerebrais para o resto do cérebro. Os estudos realizados mostram que mesmo a primeira explosão das células nervosas que inicia um ataque epiléptico pode ser reprimida com magnésio.

Magnésio para o Coração

Níveis adequados de magnésio são essenciais para o músculo cardíaco. Aqueles que morrem de ataques cardíacos, tem muito baixo o nível de magnésio e elevados níveis de cálcio em seus músculos cardíacos. Os pacientes com doença coronariana que foram tratados com grandes quantidades de magnésio sobreviveram mais e melhor do que aqueles com tratamento convencional. Magnésio dilata as artérias do coração e reduz o colesterol e níveis de gordura.
Altos níveis de cálcio, por outro lado, comprime as artérias do coração e aumenta os riscos de ataques cardíacos. O cálcio depositado nas paredes das artérias contribui para o desenvolvimento de arteriosclerose. As artérias tornam-se duras e rígidas, o que restringe o fluxo de sangue e provocando a pressão arterial elevada. Além disso, essa falta de elasticidade dos vasos sangüíneos pode facilmente causar ruptura e acidentes vasculares cerebrais. Os países com a taxa mais alta cálcio do que de magnésio (elevados níveis de cálcio e de magnésio baixo) no solo e na água têm a maior incidência de doenças cardiovasculares. No topo da lista está na Austrália.
Mundialmente a ingestão do magnésio foi reduzida e de cálcio aumentada devido à forte utilização de adubos com alta concentração de cálcio e de magnésio baixo. Com isso, a ingestão de magnésio em nossos alimentos tem diminuído constantemente nos últimos cinqüenta anos, enquanto que o uso de adubos, ricos em cálcio, as doenças cardiovasculares tem aumentado bastante, ao mesmo tempo.
Diabéticos são propensos a arterioscleroses, degeneração do fígado e doenças cardíacas. Diabéticos têm baixos níveis magnésio nos tecidos. Eles muitas vezes desenvolvem problemas oculares – retinopatia. Diabéticos com níveis baixos de magnésio tiveram a maior parte retinopatia. Quanto mais baixo for o teor de magnésio na água, maior será a taxa de mortalidade nos diabéticos por doença cardiovascular. Em um estudo americano a taxa de mortalidade devido a diabetes foi quatro vezes superior em áreas com baixos níveis de magnésio na água comparada a áreas com elevados níveis de magnésio na água.

Magnésio para a saúde dos ossos e Dentes

As autoridades Médicas afirmam que as incidências de osteoporose e de cárie dentária nos países ocidentais podem ser prevenidas com uma elevada ingestão de cálcio, mas o oposto é verdadeiro. Africanos e Asiáticos a população com uma ingestão muito baixa, cerca de 300mg de cálcio por dia, têm muito pouco incidência de osteoporose. Mulheres Bantu com uma dose de 200 a 300 mg de cálcio por dia têm a menor incidência de osteoporose em todo o mundo. Nos países ocidentais, com um elevado consumo de produtos lácteos a média de cálcio é de cerca de 1000 mg. Quanto maior o uso de cálcio, especialmente sob a forma de leite de vaca e seus derivados (exceto manteiga), maior a incidência da osteoporose.
Níveis de cálcio, magnésio e fósforo são mantidos em uma balança oscilante pelos hormônios da paratireóide. Se subir o cálcio, o magnésio vai para baixo e vice-versa. Com uma baixa ingestão de magnésio, cálcio sai dos ossos para aumentar os níveis nos tecidos, ao mesmo tempo uma elevada ingestão magnésio faz com que o cálcio vá para fora dos tecidos e vá para os ossos. Uma alta ingestão de fósforo, sem um elevado nível de cálcio ou magnésio provoca a lixiviação de cálcio dos ossos e deixa o corpo com a urina. Uma alta ingestão de fósforo com cálcio e magnésio elevado conduz a mineralização óssea.
Dr. Barnett, um cirurgião ortopedista clinicando em dois condados diferentes nos E.U.A., com níveis muito diferentes do mineral no solo e na água. No Condado de Dallas com uma elevada concentração de cálcio e de magnésio baixa, osteoporose e fraturas nos quadris eram muito comuns, enquanto que em Hereford com alta concentração de magnésio e cálcio baixos estes eram quase inexistentes. No Condado de Dallas o teor de magnésio nos ossos foi de 0,5%, enquanto em Hereford, foi 1,76% Em outra comparação do conteúdo do magnésio nos ossos de quem sofre de osteoporose foi 0,62%, enquanto que em indivíduos saudáveis era de 1,26%.
O mesmo se aplica aos dentes saudáveis. Na Nova Zelândia um estudo descobriu que os dentes resistentes a cáries tinham, em média, o dobro da quantidade de magnésio do que os dentes propensos à cárie. A concentração média de fosfato de magnésio nos ossos é dada como cerca de 1%, em dentes cerca de 1,5%, nas presas dos elefantes 2% e nos dentes de animais carnívoros feitos para esmagar ossos 5%. No que diz respeito à resistência dos ossos e dentes pensar no cálcio como giz e no magnésio como super cola. A super cola do magnésio liga e transforma o giz em ossos e dentes.

Câncer e Envelhecimento

Muitos estudos têm demonstrado um aumento da taxa de câncer em regiões com baixos níveis de magnésio do solo e na água potável. No Egito a taxa de câncer era de apenas cerca de 10% do que na Europa e América. Na zona rural eram praticamente inexistentes. A principal diferença foi uma extrema ingestão de magnésio de 2,5 a 3 g. Esta população era livre de câncer , dez vezes mais do que na maioria dos países ocidentais.
Dr. Budwig SEEGER na Alemanha tem mostrado que o câncer é principalmente o resultado de uma falha no metabolismo energético das células, as mitocôndrias. Uma redução semelhante na produção de energia tem lugar quando estamos com idade avançada. A grande maioria das enzimas envolvidas na produção de energia exige o magnésio Uma célula saudável tem um elevado nível de magnésio e baixo nível de cálcio. Cerca 30% da energia das células é usado para bombear o cálcio das células. Quanto mais alto for o nível de cálcio e baixo de magnésio, mais difícil para as células bombearem o cálcio para fora. O resultado é que com baixos níveis magnésio gradualmente as mitocôndrias se calcificam e a produção de energia diminui. Nós podemos dizer que a nossa idade bioquímica é determinada pela relação entre o magnésio e do cálcio dentro das nossas células. Em testes com a Síndrome da Fadiga Crônica, demonstrou que a suplementação de magnésio resultou em melhora nos níveis energéticos.
Nós usamos nossos músculos seletivamente contraindo-os. Sobre o nível bioquímico, a contração muscular é desencadeada por íons de cálcio que flui nas células musculares. Para relaxar os músculos o cálcio é bombeado para fora novamente. No entanto, como estamos envelhecendo, mais e mais cálcio ficam retidos nos músculos e estes se tornam mais tempo contraídos, levando ao aumento da tensão muscular e espasmos. Juntamente com calcificação das articulações, rigidez e a inflexibilidade que são doenças típicas da velhice. A nossa maior ingestão de cálcio em relação ao magnésio, mais rápido nós calcificamos e envelhecemos. A maior parte do excesso de cálcio na nossa dieta acaba em nossos tecidos moles em torno das articulações e levando a calcificação com doenças artríticas, deformações, arteriosclerose, catarata, pedras nos rins e senilidade. Dr. Seyle provou experimentalmente que bioquímicas do stress pode levar à calcificação patológica de praticamente qualquer órgão. Quanto mais stress, mais a calcificação, o mais rápido o envelhecimento.

O mineral do rejuvenescimento

Com sua ação anti-microbiana e propriedades imuno-estimulantes, o cloreto de magnésio, tem como outras funções importantes manter-nos jovens e saudáveis. O Cloreto , é naturalmente, necessária para produzir uma grande quantidade de ácido gástrico cada dia e é também necessária para estimular as enzimas digestivas do amido. O magnésio é o mineral do rejuvenescimento e impede a calcificação dos nossos órgãos e tecidos que são características da velhice relacionadas à degeneração do nosso corpo.
Usando outros sais magnésio é menos vantajoso porque estas têm de ser convertidos em cloreto no corpo de qualquer maneira. Podemos usar como óxido ou carbonato de magnésio, mas, depois, temos de produzir mais ácido clorídrico para absorvê-las. Muitos indivíduos na fase de envelhecimento sofrem especialmente com doenças crônicas que necessitam desesperadamente de mais magnésio e não são produzidos suficientemente pelo ácido clorídrico e, depois, não pode absorver o óxido ou carbonato. O Cloreto de Magnésio combate 0a infecção.
Cálcio e magnésio são opostos nos seus efeitos sobre a nossa estrutura corporal. Como regra geral, a estrutura do nosso corpo com mais cálcio, torna-se a mais rígida e inflexível, é de menos de cálcio e de mais magnésio que precisamos. Magnésio pode inverter as doenças relacionadas com a idade, por calcificação degenerativa do nosso corpo e nos ajudam a rejuvenescer.
Jovens mulheres, crianças e bebês têm a maior parte de todas as estruturas corpo mole e pele lisa com baixos teores de cálcio e de magnésio elevado nas suas células e tecidos moles. Esta é a bioquímica da juventude. Quanto mais acentuada a idade principalmente em homens e mulheres pós-menopáusicas, tornamo-nos mais e mais rígidas. As artérias endurecem e causam a arteriosclerose, o sistema esquelético calcifica causando a fusão da coluna vertebral e das articulações, rins e outros órgãos e glândulas cada vez mais calcificados, calcificação causam cataratas nos olhos e até mesmo a pele endurece, tornando-se duras e amassadas. Desta forma cálcio está na mesma linha dos radicais livres de oxigênio e, ao mesmo tempo em que trabalha em conjunto com hidrogênio do magnésio e os antioxidantes para manter a nossa estrutura corpo mole.
Um ginecologista relatou que um dos primeiros órgãos a se calcificar são os ovários levando a tensão pré-menstrual. Quando ele colocou seus pacientes com uma elevada ingestão de magnésio sua TPM desapareceu e elas se sentiram muito mais jovem. A maior parte destas mulheres disse perderam peso aumentou sua energia, se sentiram menos deprimidas e o sexo ficou novamente mais prazeroso, muito mais que antes. Para os homens, é igualmente benéfica para os problemas decorrentes de próstata. Os sintomas geralmente desaparecem após um período de suplementação com cloreto de magnésio.
O aumento da ingestão magnésio também tem sido demonstrado que é uma maneira eficaz de prevenir ou dissolver pedras nos rins e da vesícula. A ativação da produção de enzimas digestivas e biliares, bem como ajuda a restaurar flora intestinal e a mantém saudável podem ser os fatores que tornam o cloreto de magnésio tão benéfico em normalizar os nossos processos digestivos, reduzindo qualquer desconforto digestivo, inchaço e odores das fezes. Isto está em linha com a redução de todos os odores corporais, incluindo chulé dos pés.
Prof Delbet utilizava a solução de cloreto de magnésio em doentes com infecções e durante vários dias antes de qualquer cirurgia planejada e ficou surpreso porque muitos destes doentes foram atacados com euforia e grande energia.. Cloreto de magnésio supostamente tem uma ação específica sobre o vírus do tétano e seus efeitos sobre o corpo. Suínos não morreram após injeções letais de veneno de serpentes e um coelho sobreviveu ao veneno de cascavel quando administrada a solução de cloreto de magnésio.
Por ser o mineral mais essencial na produção da nossa energia celular, o magnésio, também é necessário para a ingestão de vitaminas B tornem-se metabolicamente ativas. Magnésio também é essencial para a síntese dos ácidos nucléicos, para a divisão celular que podem ocorrer, para a síntese de DNA e RNA nosso material genético, de proteínas, bem como na síntese dos ácidos graxos. Infelizmente a deficiência do magnésio a nível celular onde ela é importante, não é fácil de diagnosticar. Em vez de tentar a difícil análise do magnésio nos tecidos para verificar se o seu problema de saúde pode ser devido ao baixo nível de magnésio, é muito mais fácil e eficaz, apenas tomar mais magnésio e ver o que acontece.
Rejuvenescimento por ingerir mais magnésio é um processo lento, especialmente porque a quantidade de magnésio que podemos tomar é limitado por seu efeito laxante e da necessidade de mantê-lo em um equilíbrio razoável com a ingestão de cálcio e fósforo. Por isso, podem acelerar bastante o processo rejuvenescimento através do aumento da circulação mantendo permanentemente os músculos contraídos com massagem profunda nos tecidos, com aplicações de água quente e fria, exercícios de relaxamento, drenagem linfática.

Quanto?

Cloreto de magnésio hidratado contém cerca de 120 mg de magnésio por grama ou 600 mg por colher de chá. Ele tem um leve efeito laxante. Com uma boa ingestão para manutenção de se manter saudável você pode tomar uma colher de chá por dia em doses repartidas, com as refeições. No entanto, com uma pressão arterial baixa uma suplementação com cálcio poderá ser exigida, juntamente com cerca de 300 mg de magnésio, para completar duas partes de cálcio para uma parte de magnésio.
Indivíduos com paladares sensíveis começar a usá-lo em pequenas quantidades misturado com alimentos e aumentar as doses com doces aromatizados gradualmente. Alternativamente, se beber em um gole dissolvido em água, feche seu nariz e rapidamente beber alguma coisa agradável depois.
Com infecções agudas dissolver 40 g ou 8 colheres de chá de cloreto de magnésio em 1 litro de água. Com as crianças geralmente um pequeno copinho ou 125 ml tem sido utilizado cada 6 horas. Adultos necessitam de dose dupla , ou seja a cada 3 horas ou se der diarréia diminua a quantidade, depois, cortar a ingestão de alimentos, logo que baixar o nível da infecção ou até que a diarréia pare.
Para o uso diário, pode ser mais conveniente, dissolver o cloreto de magnésio na água. Você pode dissolver 10 colheres dos cristais em um copo de água de tamanho médio, mais precisamente, 50 g em 150 ml de água. Misture uma colher de chá de esta solução três vezes por dia com alimentos ou bebidas para uma ingestão diária de cerca de 600 mg de magnésio. Essa ou uma solução mais concentrada pode também ser usado para tumores e feridas infectadas, inflamadas e doloridas, articulações rígidas ou calcificadas, músculos ou cicatrizes. É também excelente esfregar e relaxar os músculos tensos em qualquer lugar e até mesmo para rejuvenescer a pele dos olhos. Para a pele sensível utilizá-lo em uma forma bem diluída. Em feridas comumente é usado uma solução de 4%, ou seja, 4g em 100 ml de água ou um pequeno copo de água.
Para resultados mais rápidos com pele mais forte usar em massagem: esfregar forte o suficiente a fim de que a pele torna-se quente e vermelha. Após fazer isto por vários dias uma erupção cutânea pode desenvolver ao longo do local e a pele torna-se muito sensível. Quando isso acontece apenas levemente umedecer a pele com uma solução de Cloreto de Magnésio bem diluída. Repetir se necessário após o local estar em boas condições e ou cicatrizado.
Embora uma alta ingestão magnésio é benéfica para a maioria dos indivíduos, as pessoas com pressão arterial baixa geralmente necessitam de mais cálcio. Pressão arterial normal é de cerca 120/80; e quando for mais baixa deve ser regularizada com a ingestão diária de cálcio. Enquanto que as pessoas com pressão arterial elevada, tem os benefícios decorrentes da ingestão do dobro de magnésio em relação ao cálcio, e aqueles com baixa pressão arterial podem consumir duas vezes mais cálcio do que magnésio, mas ambos os minerais em quantidades relativamente elevadas. Aqueles com pressão arterial baixa e uma tendência para inflamações também deve reduzir fortemente a sua ingestão de fósforo. Um elevado nível de fósforo no sangue tende a causar níveis reduzidos de magnésio e cálcio.
Tenha cuidado com a fraqueza da supra-renal grave ou pressão arterial muito baixa. Magnésio em demasia pode causar fraqueza muscular, se isso acontecer temporariamente utilização mais cálcio.

PERFIL DO MAGNÉSIO

O magnésio é encontrado principalmente no interior das células, e ativas muitas enzimas que são necessárias para o metabolismo dos carboidratos, gorduras e aminoácidos. É essencial para o bom funcionamento dos músculos, nervos e para a formação de ossos e dentes. De uma maneira geral, neutraliza e regula a influência do cálcio.

Sintomas na deficiência do cloreto de Magnésio:

CIRCULAÇÃO: angina, arteriosclerose / aterosclerose, pressão arterial e colesterol elevado, infartos cardíacos, hipertensão, acidentes vasculares cerebrais, taquicardia (pulso rápido), trombose.
SISTEMA DIGESTIVO: cólica, obstipação, diarréia crônica, má absorção, pancreatite (inflamação do pâncreas).
MÚSCULOS: costas, convulsões, cólicas, aumento da excitabilidade , dormência, câimbras, nistagmo (movimentos oculares rápidos), espasmos, tensa / apertado músculos, zumbidos, tremores.
SISTEMA NERVOSO: apatia, confusão, depressão, desorientação, epilepsia, alucinações, irritabilidade, doença mental, esclerose múltipla, nervosismo, neurite paranóia, doença de Parkinson, falta de memória, senilidade.
GERAL: alcoolismo, artrite, os odores corporais, ossos quebrados, calcificação, em qualquer órgão, o câncer, Síndrome de Fadiga Crônica, diabetes, dores de cabeça, infecções e inflamações, cirrose hepática, lúpus eritematoso, enxaquecas, velhice, os problemas da próstata, raquitismo, rigidez Mental e física, pele enrugada e dura, formação de pedra na vesícula ou rins, tiróide.

Melhor Fontes:

Suco de erva fresca, sucos de vegetais, algas marinhas, água do mar, folhas verdes, nozes e sementes oleosas, sementes germinadas. O Magnésio é o mineral da clorofila, que tem uma estrutura semelhante a proteína como hemoglobina.




CLORETO DE MAGNÉSIO, trecho completo com 13m:42s, extraído do Vídeo "Conversa com o Dr. Luiz Moura", sobre Auto-Hemoterapia. Vejam também estas informações no site Amigos da Cura: http://amigosdacura.ning.com/video/cl...

Veja + informações sobre o Cloreto de Magnésio:http://www.cloretodemagnesio.com.br/i...

* Cientisas criam tecidos artificiais que se regeneram sozinhos


Parece mentira, mas não é. Cientistas norte-americanos da Universidade de Duke, na Carolina do Norte,  criaram um tipo de tecido muscular totalmente desenvolvido em laboratório. O tecido foi implantado em um rato e foi se regenerando como se fosse natural. 
O avanço pode ser considerado um verdadeiro feito na medicina contemporânea. Os pesquisadores criaram pequenas “lagoas” nas fibras musculares para que as células-tronco pudessem crescer e produzir músculos artificiais tão sensíveis e fortes quanto os naturais. 
Os músculos artificiais reagiram quando danificados por uma determinada toxina, encontrada no veneno de uma cobra. A regeneração ocorreu da mesma que acontece com as “células-satélites”, que se ativam quando um músculo é lesionado. 
Segundo o Dr.  Bursac, diretor da pesquisa, o próximo passo será analisar os resultados das experiências em andamento em hospitais, onde acredita-se que a técnica poderá beneficiar e revolucionar o tratamento de pessoas que necessitam de reabilitação muscular. 

quinta-feira, 10 de abril de 2014

* Cirurgia recupera 84% da capacidade motora de pessoas com Parkinson

Estudo feito por neurocirurgiões de São Paulo cria novo tipo de cirurgia capaz de melhorar a qualidade de vida de pessoas acometidas pelo Mal de Parkinson


Procedimento está em fase experimental (Reprodução/Web MD)
Neurocientistas do Hospital Santa Marcelina, em São Paulo, desenvolveram um procedimento cirúrgico capaz de recuperar até 84% das habilidades motoras de pacientes acometidos pelo Mal de Parkinson.
Durante o estudo, os neurocirurgiões operaram 12 pacientes em uma área específica do cérebro, conhecida como campo de Forel. Por conta da dificuldade de localização, essa região do cérebro é pouco estudada. Geralmente, os alvos escolhidos para o tratamento do Mal de Parkinson são as regiões cerebrais conhecidas como globo pálido.
“Temos justificativas anatômicas e bioquímicas para investir nessa região. O campo de Forel é uma região de convergência de fibras nervosas que saem de um local bastante envolvido no mecanismo da doença de Parkinson”, diz o neurocirurgião Fábio Godinho, líder do estudo.
Os 12 pacientes operados no estudo relataram uma melhora nas habilidades motoras que variou entre 73% e 84%. Para o neurocirurgião e ex-presidente da sociedade Brasileira de Estereotaxia e Neurocirurgia Funcional, Paulo Thadeu Brainer, “os resultados são interessantíssimos e chamam muita atenção”.
Apesar disso, o estudo gerou controversa entre especialistas da área. Isso porque foi utilizado um procedimento ablativo, ao invés de estimulação cerebral profunda. Na ablação, após identificado o alvo, o cirurgião usa o laser para produzir uma lesão de 5 mm na região. A lesão melhora os sintomas, mas é considerada uma técnica ultrapassada.
O procedimento está em fase experimental e será apresentado em junho deste ano, no Congresso Mundial de Doença de Parkinson e Desordens do Movimento, em Estocolmo, na Suécia.

* Superbactérias: os riscos de uma crise global


140408-bacterias
Salmonella, bactéria que provoca infecções gástricas
Banalização do uso de antibióticos e impasses na pesquisa de fármacos suscitam espectro de epidemias incontroláveis. Há alternativas, mas é preciso agir já
Por Martin Khor | Tradução: Gabriela Leite
Um número crescente de doenças tem sido afetado pela resistência, um fenômeno que se dá quando as bactérias não podem ser mortas, mesmo quando distintos medicamentos são ministrados a alguns pacientes, que sucumbem. Isso gera a perspectiva sombria de um futuro em que os antibióticos já não funcionam e muitos de nós, ou de nossos filhos, não vão mais resistir a doenças como tuberculose, cólera, formas mortais de desinteria e germes contraídos durante cirurgias.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) vai discutir o tema em maio, em sua assembleia anual de ministros da saúde. A agende inclui o debate de um plano global de ação contra a resistência microbiana. Em momentos anteriores, houve diversas resoluções a respeito, mas pouca ação. Este ano, pode ser diferente, porque países como o Reino Unido estão convencidos de que anos de inatividade tornaram o problema cada vez mais grave.
Chatham House, uma organização internacional sediada no Reino Unido, foi local de duas reuniões recentes a respeito: uma em outubro e outra no mês passado (co-organizada pelo Geneva Graduate Institute). Ambas foram presididas pela Diretora Geral da Saúde da Inglaterra, a professora Dame Sally Davies, que transformou a resistência a antibióticos em uma campanha emergente. Em um livro recente, The Drugs Don’t Work (“Os remédios não funcionam”), ela revelou que seu relatório anual sobre saúde focou-se, em 2012, em doenças infecciosas.
“Nossas descobertas são simples: estamos perdendo a batalha contra doenças infecciosas. As bactérias estão reagindo e tornando-se resistentes à medicina moderna. Para resumir: os remédios não funcionam.” Davies lembrou que os antibióticos adicionaram em média vinte anos à expectativa de vida dos seres humanos e que, por mais de setenta anos, eles nos permitiram sobreviver a infecções e cirurgias que ameaçavam nossa vida. Contudo, “a verdade é que temos abusado deles como pacientes, médicos, viajantes e em nossa comida”, diz ela em seu livro.
Davies prossegue: “Nenhuma classe de antibióticos foi descoberta nos últimos 26 anos e os micróbios estão contra-atacando. Em poucas décadas, poderemos começar a morrer por cirurgias mais comuns e por doenças que hoje podem ser tratadas facilmente.”
Nas duas reuniões da Chatham House, às quais compareci, diferentes aspectos da crise e das possíveis ações foram discutidas. Em uma das sessões, fiz um sumário das ações necessárias, incluindo:
> Mais pesquisa científica sobre como a resistência é causada e se espalha, incluindo a emergência de genes resistentes a antibióticos como no caso do NDM-1 [cuja ação é explicada mais adiante].
> Pesquisas em todos os países para determinar os níveis da resistência a atibióticos e bactérias que causam várias doenças.
> Diretrizes e regulações de saúde em todos os países para orientar os médicos sobre quando (e quando não) prescrever antibióticos.
> Regulamentações para indústrias de drogas sobre marketing ético de seus remédios, para evitar que promoções de venda dirigidas a médicos ou ao público levem a um uso elevado e desnecessário.
> Educar o público a usar antibióticos apropriadamente, incluindo informações sobre quando eles não devem ser usados.
> Banir o uso de antibióticos na alimentação animal (com o propósito de obter crescimento acelerado). Restringir o uso em animais apenas para doenças de risco.
> Promover o desenvolvimento de novos antibióticos e criar mecanismos (inclusive financeiras) que não tornem as novas drogas propriedade exclusiva das indústrias farmacêuticas.
> Assegurar que pessoas pobres também tenham acesso aos novos remédios.
Quanto ao primeiro ponto, um fato novo e alarmante foi a descoberta de um gene, conhecido como NDM-1, que tem a habilidade de alterar a bactéria e fazê-la altamente resistente a qualquer droga conhecida.
Em 2010, só se localizou a presença do gene NDM-1 (detectado em 2006) em dois tipos de bactérias — E. coli e pneumonia Klebsiella. Mas descobriu-se que este gene pode facilmente saltar de uma espécie de bactéria para o outro. Em maio de 2011, cientistas da Universidade de Cardiff (Reino Unido), que fizeram os primeiros relatos sobre a existência da NDM-1, descobriram que este gene se espalhou para vinte espécies de bactérias.
Também em maio de 2011, houve um surto de uma doença mortal, causada por uma nova cepa da bactéria E. coli, que matou mais de vinte pessoas e afetou outras duas mil na Alemanha. Apesar de a E. coli “normal” produzir doenças suaves de estômago, este novo tipo causa diarreia com sangue e dores de estômago severas. Em casos mais sérios, atinge as células sanguíneas e os rins.
A tubercolose é outra doença que esta retornando de forma agravada. Em 2011, a Organização Mundial de Saúde (OMS) descobriu que meio milhão de novos casos no mundo eram do tipo resistente a múltiplas drogas (MDR-TB), significando que não poderiam ser tratados pela maior parte dos remédios. Além disso, em torno de 9% das tuberculoses resistentes a drogas múltiplas também têm resistência a duas outras classes de remédios. São conhecidas como tuberculoses extensivamente resistente a drogas (XDR-TB). Pacientes com XDR-TB não podem ser tratados com sucesso.
Pesquisadores também descobriram que, no sudeste da Ásia, cepas de malária estão se tornando resistentes a tratamentos. Em 2012, a diretora-geral da OMS, Margaret Chan alertou que todos os antibióticos já produzidos até hoje estão correndo risco de tornarem-se inúteis.

Assembleia Mundial de Saúde, convocada para o próximo mês é uma oportunidade que não pode ser perdida para finalmente lançar um plano de ação global para resolver esta crise.

quarta-feira, 9 de abril de 2014

* Açúcar e demência

Altos níveis de glicose no sangue aumentam o envelhecimento do cérebro e o risco de doenças, aponta estudo
saúde
A pesquisa mostrou que um maior índice de glicose no sangue pode indicar maior chance de demência

O envelhecimento da população transformou as demências em problema de saúde pública. As epidemias mundiais de obesidade e diabetes parecem aumentar a incidência de algumas formas de demência, embora os resultados dos estudos sejam muitas vezes controversos.
A relação entre as taxas de açúcar no sangue e o risco de desenvolver demência foi explorada num trabalho conjunto realizado nas Universidades de Washington e Harvard.
Pelo número de pessoas acompanhadas, a metodologia científica criteriosamente selecionada e a publicação em revista de grande impacto (The New England Journal of Medicine), essa pesquisa tem tido grande repercussão na literatura.
O estudo envolveu 1.228 mulheres e 839 homens com 65 anos de idade ou mais (média: 76 anos), sem sinais de demência, que faziam parte de uma coorte seguida pelo Adult Changes in Thought (ACT), no estado de Washington.
Os participantes retornavam a cada dois anos para testes de avaliação das habilidades cognitivas. Se o resultado mostrasse algum déficit, eram encaminhados para uma bateria de exames clínicos, laboratoriais e neuropsicológicos para afastar ou confirmar o diagnóstico de Alzheimer ou outro quadro demencial.
Os níveis de glicose no sangue foram recolhidos das sucessivas dosagens de glicemia e de hemoglobina glicada, realizadas pelos participantes a partir de 1988. As médias desses valores nos últimos cinco anos foram comparadas com as de períodos anteriores.
Para afastar a ingerência de outros fatores sabidamente envolvidos no risco de desenvolver demência, o grupo foi estratificado de acordo com a prática de atividade física, nível educacional, fumo, doença coronariana, doenças cerebrovasculares e hipertensão.
Nos cinco anos que precederam a avaliação, a média da glicemia de jejum dos participantes sem diabetes foi de 101 mg/dL, número que aumentou para 175 nos portadores de diabetes.
Em 6,8 anos – período médio de acompanhamento – ocorreram 524 casos de demência (25,4%), assim distribuídos: 450 entre os 1.724 sem diabetes (26,1%) e 74 entre os diabéticos (21,6%).
Entre os participantes sem diabetes o risco de demência aumentou à medida que os níveis de glicose no sangue aumentaram: entre aqueles com glicemia de jejum de 115 mg/dL houve 18% mais demências do que naqueles com glicemia igual a 100.
Entre os diabéticos, quanto mais alta a glicemia maior o número de demências. Aumentar a glicemia de 160 para 190 mg/dL fez aumentar 40% no risco de demência.
A conclusão dos autores é enfática: “Nesse estudo prospectivo, realizado na comunidade, verificamos que níveis mais altos de glicose estão associados a aumento do risco de demência, em populações com ou sem diabetes. Os dados sugerem que níveis mais elevados de glicose podem ter efeitos deletérios no cérebro que envelhece”.
Fartura à mesa, vida sedentária, obesidade, hipertensão arterial, diabetes, demência na velhice, será esse o destino implacável de nossa espécie?

terça-feira, 8 de abril de 2014

* Cientistas criam corpo humano artificial para acabar com testes em animais


A equipe de Rashi Iyer, do Laboratório Nacional de Los Álamos, nos Estados Unidos, está a desenvolver um corpo humano artificial, feito propositadamente para realizar testes de toxinas que, actualmente, são feitos em animais.
O projecto da iniciativa  Athena – “Advanced Tissue-engineered Human Ectypal Network Analyzer” (Reprodução de Tecido Humano Avançado em Rede de Análise) – é composto por um fígado sintético, coração, pulmão e um rim (ver foto abaixo), que têm aproximadamente o tamanho de um ecrã de smartphone e funcionam como os órgãos humanos.
No futuro, os cientistas querem que o corpo seja mais completo e que exista, inclusive, uma conexão entre vasos sanguíneos e revestimento de tecidos orgânicos, como se fosse uma pessoa real.
O objectivo é ter um pulmão que respire, um coração que bombeei, um fígado que metabolize e um rim que excrete — tudo isso ligado a uma estrutura de tubos semelhante a vasos sanguíneos que ligam os órgãos.
O uso de sistemas que simulam órgãos e reacções químicas por chips já é utilizado para imitar órgãos individuais, mas a diferença é que este projecto liga as suas criações sintéticas e, assim, é possível ver como alguns medicamentos afectam o nosso organismo como um todo – e não fazer apenas testes para regiões específicas do corpo.
O objectivo principal do projecto passa por salvar animais de testes farmacêuticos.
Foto:  mrbichel / Creative Commons
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sexta-feira, 14 de março de 2014

* Médicos reconstroem rosto usando implantes feitos em impressora 3D


Técnica pioneira permite criar partes na sala de operação e com a precisão necessária


BBC Brasil
Stephen Power, de 29 anosBBC Brasil
O galês Stephen Power, de 29 anos, acaba de ter seu rosto reconstruído através do uso de uma técnica pioneira.

Os implantes e placas usados foram feitos com impressoras 3D.

O procedimento gera resultados melhores porque o uso de peças com essa tecnologia instantânea permite fazer uma reconstrução facial mais precisa.

O que fazem os sobreviventes do Orkut?

Agora, os médicos esperam que a técnica seja usada mais amplamente para que seus custos possam cair.

quinta-feira, 13 de março de 2014

* UM NEGÓCIO DE UM BILHÃO DE REAIS: A VERDADE SOBRE A VACINA HPV

POSTADO POR LUCIO NETOON 01:226 COMENTÁRIOS

Milhões de meninas entre 11 e 13 anos de idade, indefesas, estão sendo levadas por seus pais para o sacrifício, convencidos de que estão fazendo o bem aos seus filhos. Acreditam ou foram levados a acreditar, pela propaganda mentirosa e pelo merchandising veiculados nos jornais, rádios e televisões do país, de que a vacina Gardasil irá previnir o câncer de colo de útero dessas meninas brasileiras.
Vejam os senhores a que ponto chegou a irresponsabilidade de governos, empresários e a mídia em busca do lucro fácil.
Todo mundo deve ter visto a presidente do país lançando, em rede nacional, mais esta campanha de vacinação, uma verdadeira farsa, para cumprir mais um item da agenda dos 300 Picaretas que querem dominar o mundo. 
Esta senhora, que representa o voto dos bolsistas desse país, teve o desplante de afirmar que seu governo estava lançando mais uma campanha em benefício da saúde da mulher.
Vamos contar a verdadeira história dessa vacina e deixar que os país tomem a decisão de vacinar ou não suas filhas:

Estudo publicado em 2013 "A política de vacinação do papilomavírus humano (HPV) e medicina baseada em evidência: Elas estão em desacordo?", chegou a seguinte conclusão:

- Até o momento, a eficácia das vacinas contra o HPV na prevenção do câncer do colo do útero não foi demonstrada, enquanto os riscos de vacinas ainda não foram completamente avaliados.

- Atuais práticas de imunização do HPV no mundo todo, com qualquer uma das duas vacinas contra o HPV parece ser nem justificado por benefícios a saúde a longo prazo, nem economicamente viável, nem há qualquer evidência de que a vacina contra o HPV (mesmo se revelar ser eficaz contra o câncer do colo do útero) reduziria a taxa de colo do útero câncer além do que o exame de Papanicolau já alcançou.

- Cumulativamente, a lista de reações adversas graves relacionados com a vacinação contra o HPV em todo o mundo inclui mortes , convulsões, parestesia , paralisia, síndrome de Guillain- Barrésyndrome (GBS), mielite transversa, paralisia cerebral, síndrome de fadiga crônica , anafilaxia , desordens auto-imunes, trombose venosa profunda, embolia pulmonar ACIAL e cânceres cervicais.

- Como o programa de vacinação contra o HPV tem cobertura global, a saúde a longo prazo de muitas mulheres podem bater o risco contra os ainda desconhecidos benefícios da vacina.

- Os médicos devem adotar uma abordagem mais rigorosa de medicina baseada em evidências, a fim de fornecer uma avaliação equilibrada e objetiva dos riscos e benefícios da vacina.

Este mesmo estudo ainda diz que :
No momento não há dados significativos que mostrem que  Gardasil (MSD) ou Cervarix (GSK) podem impedir qualquer tipo de câncer do colo do útero uma vez que o período de testes empregado foi muito curto para avaliar benefícios de longo prazo da vacinação contra o HPV. Os períodos mais longos de dados de acompanhamento de ensaios de fase II para Gardasil e Cervarix são 5 e 8,4 anos, respectivamente, enquanto que o câncer cervical invasivo leva até 20-40 anos para se desenvolver a partir do momento de aquisição da infecção pelo HPV... No entanto, apesar do câncer colo do útero poder ser causado pela exposição persistente a 15 dos 100 HPVs existentes através de contato sexual, até mesmo infecções por HPV persistentes causadas por HPV de "alto risco" geralmente não irão levar a lesões precursoras imediatas, e muito menos a longo prazo, ao câncer. A razão para isso é que, tanto quanto 90% das infecções por HPV desaparecem espontaneamente dentro de 2 anos, e daqueles que não resolvem , apenas uma pequena proporção pode evoluir para o câncer ao longo dos 20-40 anos subseqüentes. Além disso, os dados de investigação indicam que graus mais elevados de atipia (tais como CIN 2/3) pode resolver ou estabilizar ao longo do tempo.

Site do governo americano informa número de pessoas mortas ou que sofreram consequências com o uso da vacina Gardasil - VAERS - Veja quadro acima.

Seguem mais informações para análise dos pais:

A Merck 'esqueceu-se' de investigar os efeitos da vacina Gardasil sobre a reprodução feminina

Um estudo recém-publicado revelou que a Merck & Co., o cérebro empresarial por trás da famosa vacina Gardasil, contra o papilomavírus humano (HPV), convenientemente esqueceu-se de pesquisar os efeitos dessa vacina mortal sobre os sistemas reprodutivos das mulheres. E pelo menos uma jovem, neste caso da Austrália, suportou o peso dessa falha imperdoável depois de descobrir que seus próprios ovários tinham sido completamente destruídos como resultado de ter tomado a vacina. 
Publicado no peer-reviewed British Medical Journal (BMJ), o angustiante relato da experiência desta jovem de 16 anos de idade, deve causar uma refexão em todos os pais que estão sendo pressionados por seus médicos para dar às suas filhas a vacina Gardasil. 
Privada de sua condição natural de uma feminilidade completa, esta menina está vivenciando uma menopausa precoce, em que seus ovários foram completamente danificados antes sequer deles terem atingido o desenvolvimento completo.
Intitulada de A Falência Ovariana Prematura, a menarca ocorreu três anos após a vacinação para o papilomavírus humano, e este último estudo de caso fornece uma sólida evidência que o Gardasil é, no mínimo, uma séria ameaça para a função ovariana normal.
Não foram examinados somente os danos causados na menina, verificou-se também que ela tinha ovários saudáveis antes da vacina, e não haviam outros fatores que poderiam ter causado em esse terrível destino precoce.  Leia mais aqui

Uma jovem francesa está processando a fabricante da vacina Gardasil, contra o HPV, por efeitos colaterais no sistema nervoso central. Seis meses após ter recebido a segunda injeção da vacina, em 2010, Marie-Oceane, então com 15 anos, foi hospitalizada com diversos sintomas, como perda temporária da visão, paralisia facial e dificuldades para andar.
Segundo Jean-Christophe Coubris, advogado da vítima, relatórios médicos apontaram a relação entre a vacina e as patologias desenvolvidas por sua cliente. A queixa foi apresentada na última sexta-feira em Bobigny, na periferia de Paris. A vítima acusa o laboratório Sanofi Pasteur e MSD, que produz a vacina, de “atentado involuntário à integridade”. A agência nacional francesa de medicamentos (ANSM) também é alvo do processo. ”A vacina Gardasil teve consequências dramáticas para o meu cliente. Tais efeitos secundários são muito graves e são totalmente negados pelas autoridades industriais e de saúde. Precisamos quebrar essa dupla negação“, diz o advogado.
“No início, os médicos fizeram uma ressonância magnética, punção lombar, e eles diagnosticaram ela como tendo esclerose múltipla. Mas após a segunda injeção, eles procuraram uma ligação entre a vacinação e os sintomas e fizeram a declaração“, diz Jean-Jacques Bourguignon.
Outras três mulheres também afirmam terem sido vítimas dos efeitos colaterais do Gardasil. As jovens, com idades entre 20 e 25 anos, foram vacinadas entre 2008 e 2010. Duas delas desenvolveram dermatose crônica e a terceira foi diagnosticada com inflamação da musculatura (polimiosite). Elas pretendem apresentar queixa nos próximos dias. Para a advogada Camille Kouchner, que acompanha as três, “os casos de vítimas do Gardasil estão se multiplicando e isso pode se tornar um novo escândalo sanitário”.
Sanofi Pasteur contesta as acusações. O diretor-adjunto do laboratório André Dahlab afirma tratar-se de uma coincidência e que nenhum estudo estabeleceu até agora uma “incidência superior” das doenças desenvolvidas entre as usuárias do Gardasil.

Aqui estão algumas drogas, cujos riscos não impediram lucros fabulosos:

1. Vioxx : A "super aspirina" Vioxx, foi muito comercializado pela Merck. Vioxx foi uma droga milagrosa que tratou de tudo, desde dores de artrite até cólicas menstruais. Seus anúncios alegavam, que os usuários estariam livres de problemas gastrointestinais causadas por drogas mais antigas, como a aspirina. Descobriu-se que o Vioxx foi super em outra coisa, também: ele dobrou o risco de eventos cardíacos, causando 27.785 ataques cardíacos e mortes cardíacas súbitas de acordo com fontes de notícias.

2. Fosamax: Vioxx não foi a única droga Merck demonstrando que o perdão é mais fácil e mais barato quando se trata de marketing de novas drogas. Fosamax da Merck, o primeiro de uma classe de drogas anti-osteoporose chamados bifosfonatos, que incluiu Boniva e Actonel, foi ligada a problemas cardíacos, dor intratável, morte mandíbula, fraturas ósseas e do câncer de esôfago. Saiu das prateleiras em 2008. Documentos divulgados pelo tribunal revelam que cientistas da Merck sabia sobre ligação Fosamax 'até a morte mandíbula como na década de 1970 em estudos com animais.

3. Lipitor: Qual é o medicamento mais vendido na história da indústria farmacêutica? O que fez 125000000000 dólares em 14 anos e meio e até US $ 11 bilhões em um único ano? Lipitor, droga estatina  de sucesso da Pfizer, deve seu sucesso a dois fatores. Foi lançado em 1997, quando a publicidade de medicamentos ao consumidor direto estava apenas começando e aproveitado o crescente temor nacional de ataques cardíacos ligados ao colesterol. Graças ao "saber de seus números" anúncios de TV e representantes da Pfizer saturaram consultórios médicos com amostras grátis das pílulas brancas e do Lipitor, tendo mais de 29 milhões de pessoas sido prescritas com Lipitor.

4. Nexium: É a segunda droga mais vendido, depois de Lipitor. A pílula roxo. Como as estatinas, Nexium e outro Proton-Inibidores da Bomba (PPI) para tratar a doença do refluxo gastroesofágico (DRGE), tornou-se medicamentos doméstico graças à publicidade direta ao consumidor. Nexium fez quase $ 5 bilhões nos EUA em um ano e da classe dos PPIs fez US $ 13,6 bilhões em um ano, traduzindo-se em 119 milhões de prescrições.

5. Adderall: Graças à Pharma marketing, o TDAH é agora o segundo diagnóstico mais comum a longo prazo em crianças com a asma, diz o New York Times , muitas vezes conferida por "esquecimento na infância e notas baixas." 

6. Paxil: Poucos antidepressivos ISRS têm o perfil de segurança de xadrez da GlaxoSmithKline (GSK) Paxil. Em 2007, a BBC revelou que o estudo de Paxil 329 mostrou adolescentes com seis vezes mais chances de se tornar suicida com o uso  da droga, mas os resultados foram enterrados . (GSK estabeleceram relacionados acusações em 2012 por US $ 3 bilhões.) Rumores circularam durante anos sobre o suicídio e os sintomas de abstinência tóxicos com Paxil e foram evidentemente verdadeiro em alguns casos.

7. Ambien: Uma das vacas de dinheiro da Big Pharma têm sido comprimidos para insônia, porque todo mundo assiste TV, quando não consegue dormir, e eles vêem dormindo anúncios da pílula. Liderando a categoria de comprimido para dormir está a Sanofi-Aventis 'Ambien, que rendeu US $ 2 bilhões ano antes de ser aposentado em 2006. 


Na verdade, este tema merece uma série com vários capítulos. Existem muitas histórias interessantes a serem contadas a cerca da maior indústria do mundo - a de medicamentos.
As vacinas são verdadeiras minas de ouro dessa indústria. Lembram-se da vacina da gripe suína? Sabem quem é o dono da vacina contra a gripe suína? Donald Rumsfeld, ex-secretário de Defesa dos Estados Unidos. Só mais um vírus para se ganhar alguns bilhões de dólares.
E essa vacina contra a gripe para os velhinhos? Já notou que eles vivem gripados. O vírus está na vacina.
Cidadão, você tem que abrir os olhos e se informar melhor sobre o que se passa à sua volta. Quando um governo como o do PT, que não tem a menor credibilidade entre os cidadãos com um mínimo de acesso à informações, diz, através da líder que é a presidente da república, que o governo está oferecendo de GRAÇA uma vacina que já matou e deixou sequelas em meninas no mundo todo, é passível de crédito?