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terça-feira, 8 de abril de 2014

* Experiência para tentar reverter o aquecimento global pode resultar em catástrofe

Empresário norte-americano decide jogar 100 toneladas de sulfato de ferro no Oceano Pacífico e provoca o surgimento de uma mancha de fitoplâncton com 10 mil km²




O aquecimento global é causado pelo excesso de CO2 na atmosfera. Parte desse gás é absorvido pelo fitoplâncton, um conjunto de plantas e algas que vive no mar e faz fotossíntese, ou seja, se alimenta de CO2 e luz. Se você aumentar a quantidade de fitoplâncton nos oceanos, em tese ele irá sugar mais CO2 e ajudará a combater o aquecimento global. O empresário americano Russ George resolveu testar essa ideia por conta própria: e jogou 100 toneladas de sulfato de ferro no Oceano Pacífico.As algas adoram ferro (porque ele é necessário à fotossíntese), e a ação provocou o surgimento de uma mancha de fitoplâncton com 10 mil km² - seis vezes o tamanho da cidade de São Paulo. Mas isso gerou protestos na comunidade científica. Tudo porque o supercrescimento de algas pode afetar o ecossistema marinho, levando à extinção de espécies, e gerar efeito oposto ao planejado.
"Se você ficar jogando ferro no mar, pode haver desequilíbrios com outros elementos. E essas microalgas podem liberar dimetil sulfeto e outros aerossóis que podem contribuir para o aquecimento global", diz Frederico Brandini, do Instituto de Oceanografia da USP. Por tudo isso, e como a técnica viola uma convenção de biossegurança da ONU, alguns pesquisadores classificaram a ação de Russ George como um ato de terrorismo ambiental. Procurado pela SUPER, ele não quis dar entrevista. Apenas enviou uma nota dizendo que a ação é "segura" e "a imprensa internacional é muito ignorante".

segunda-feira, 24 de março de 2014

* Futuro é sombrio, alerta novo relatório sobre clima do IPCC

Enchentes, conflitos e insegurança alimentar integram lista de impactos das mudanças climáticas presentes na segunda parte do documento da ONU


Getty Images
Mãe com criança foge de uma enchente na Indonesia
Enchentes: "centenas de milhões de pessoas" serão forçadas a migrar por causa de inundações
São Paulo – Se nada for feito para reduzir drasticamente as emissões de gases efeito estufa, a humanidade enfrentará um futuro cinzento, marcado por secas, conflitos,inundações, insegurança alimentar e prejuízos econômicos.
O alerta consta de um rascunho da segunda parte do quinto relatório do IPCC, o Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas, que trata dos impactos e adaptações ao aquecimento global.
Cientistas e representantes de governos se reunirão em Yokohama, no Japão, a partir desta segunda-feira (24) para elaborar um resumo de 29 páginas, que será apresentado com o relatório completo no dia 31 de março.
O documento reúne o estado da arte das pesquisas científicas sobre as mudanças climáticas no mundo e servirá para nortear políticas e tomadas de decisão, como a definição de um novo acordo global de redução de emissões pós-Kyoto, em 2015.
Impactos 
Segundo o rascunho, que vazou na Internet, "centenas de milhões de pessoas" serão forçadas a migrar por causa de inundações costeiras que afetarão suas terras com o aumento do nível do mar.
Com a migração em massa aumentam os riscos de violência e conflitos civis e fronteiriços. Europa e a Ásia aparecem como os continentes mais expostos às inundações.
A segurança alimentar também está sob risco: o clima severo reduzirá o rendimento médio das culturas agrícolas em pelo menos 2% por década, enquanto a demanda deverá subir 14% por década até 2050.
De acordo com o britânico Independent, um dos jornais que teve acesso ao rascunho, as perdas econômicas decorrentes do clima alterado são vultosas, beirando US$ 1,4 trilhão, ou cerca de 2% do PIB mundial.
Para cada aumento de um grau na temperatura, mais 7% da população mundial vai ficar com um quinto do acesso que tem à água hoje, acrescenta a agência AFP. E, no pior dos cenários, haverá três vezes mais pessoas vulneráveis a inundações causadas por rios.
O lançamento do relatório sobre impactos e mitigação das mudanças climáticas acontece seis meses após o lançamento da primeira parte do estudo da ONU.
Divulgado em setembro de 2013, o documento faz um diagnóstico das transformações climáticas em curso e afirma que há mais de 95% de chance do homem ser o maior culpado.

quinta-feira, 20 de março de 2014

* Nasa prevê que planeta está à beira do colapso

Setores como clima, energia e crescimento da população provocariam o fim da civilização, assim como ocorreu com o Império Romano



Crescimento previsto do consumo fará com que sejam necessários cinco planetas para abastecer a população
Foto: AFP

Crescimento previsto do consumo fará com que sejam necessários cinco planetas para abastecer a população AFP
Impérios como Roma e Mesopotâmia entre tantos outros, espalharam-se por territórios imensos, criaram culturas sofisticadas e instituições complexas que influenciaram cada aspecto do cotidiano de seus habitantes — até, séculos depois, e por diversas razões, sucumbirem. A civilização ocidental segue o mesmo caminho e está a um salto do abismo, segundo um estudo divulgado ontem pela Nasa. As raízes do colapso são o crescimento da população e as mudanças climáticas.
O estudo foi baseado em um modelo desenvolvido por um matemático da Universidade de Maryland. Safa Motesharrei analisou ciências ambientais e sociais e concluiu que a modernidade não vai livrar o homem do caos. Segundo ele, “o processo de ascensão-e-colapso é, na verdade, um ciclo recorrente encontrado em toda a História”.
“A queda do Império Romano, e também (entre outros) dos impérios Han, Máuria e Gupta, assim como tantos impérios mesopotâmios, são testemunhos do fato de que civilizações baseadas em uma cultura avançada, sofisticada, complexa e criativa também podem ser frágeis e inconstantes”, escreveu em seu estudo, financiado pelo Goddard Space Flight Center, da Nasa.
Motesharrei lista os ingredientes para o fim do mundo. O colapso pode vir da falta de controle de aspectos básicos que regem uma civilização, como a população, o clima, o estado das culturas agrícolas e a disponibilidade de água e energia. O Observatório da Nasa já constatou diversas vezes a multiplicação de eventos climáticos extremos, como o frio intenso do último inverno na América do Norte e o calor que, nos últimos meses, afligiu a Austrália e a América do Sul. Seus estragos paralisam setores vitais para o funcionamento da sociedade.
A economia também desempenha um papel importante. Quanto maior for a diferença entre ricos e pobres, maiores as chances de um desastre. Segundo a pesquisa, a desigualdade entre as classes sociais pauta o fim de impérios há mais de cinco mil anos.
Com o desenvolvimento tecnológico, agricultura e indústria registraram um aumento de produtividade nos últimos 200 anos. Ao mesmo tempo, porém, contribuíram para que a demanda crescesse de um modo quase incessante. Hoje, se todos adotassem o estilo de vida dos americanos, seriam necessários cinco planetas para atender as necessidades da população. Por isso, segundo Motesharrei e sua equipe, “achamos difícil evitar o colapso”.
A pesquisa da Nasa, no entanto, ressalta que o fim da civilização ainda pode ser evitado, desde que ela passe por grandes modificações. As principais são controlar a taxa de crescimento populacional e diminuir a dependência por recursos naturais — além disso, estes bens deveriam ser distribuídos de um modo mais igualitário.
No documento, a agência lida mais com análises teóricas. Outros estudos mostram como crises no clima ou em setores como o energético podem criar uma convulsão social.
Ignorância sobre o clima
Outra pesquisa, divulgada ontem pela Associação Americana para o Avanço da Ciência, faz uma espécie de cartilha para os principais debates sobre as mudanças climáticas.
Professor da Universidade da Califórnia, Mario Molina (vencedor do Nobel por ter descoberto a camada de ozônio) destaca que, devido às emissões de carbono, o clima é, hoje, mais imprevisível do que há milhões de anos. Molina alerta que os gases-estufa ficarão na atmosfera por mais de uma geração e que, por isso, é preciso tomar ações urgentes para reduz a emissão de gases-estufa.
Mesmo rodeado por fenômenos rigorosos, como nevascas e furacões, apenas 42% dos americanos acreditavam, em 2013, que a maioria dos cientistas estava convencido do aquecimento global. Molina ressalta que 97% da comunidade científica está certa da influência do homem. O relatório conclui que faltam informações básicas para a sociedade entender como é grave o momento atual.

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

* Muitos Alarmes para o Clima estão soando, artigo de Washington Novaes


globalsurfacetemp_1880-2012_NOAA
Mesmo que habituada a ler o noticiário da chamada área ambiental, qualquer pessoa sentirá certo desconforto ao tomar conhecimento do teor do último relatório da Agência Internacional de Energia, divulgado em junho, assim como do conteúdo da discussão a respeito no Carnegie Endowment for International Peace, com a presença do economista-chefe da agência, Fatih Birol; do subsecretário de Energia no respectivo departamento norte-americano, Daniel Poleman; do presidente do World Resources Institute, Andrew Steer; e da subsecretária de Política no Departamento de Transporte, Polly Trottenberg. “Se não acharmos solução para o problema das emissões no setor da energia”, disse Birol, “a batalha estará perdida”, já que elas respondem por dois terços do total. “Este é o tema da nossa geração”, segundo Poneman. “Mesmo que limitemos o aquecimento global a 2 graus Celsius, teremos de enfrentar nossa vulnerabilidade, diante dos impactos que já sofremos com os eventos extremos.”
Birol lembrou que, apesar desse quadro, a agenda internacional na área está perdendo o vigor há três anos. Muitos estudiosos pensam que apenas com mais eficiência nessa área se chegará a soluções – mas isso não ocorrerá. E o uso de gás de xisto, sozinho, não resolverá todo o problema. Em 2012 as emissões globais aumentaram 1,4 %, para um novo recorde. No Japão, cresceram 6%. Pequenas reduções na Europa e na Índia deveram-se a menor atividade econômica, sem influenciar a tendência. Talvez o melhor resultado tenha sido na China, embora as emissões ali tenham aumentado 3,8%. Mesmo nos Estados Unidos – pensa ele – o maior uso de gás no lugar de petróleo não se deveu a preocupações com o clima, e sim com o preço. E só temos até 2020 para estabelecermos novos padrões de emissões que nos afastem da atual tendência de aumento da temperatura (que pode chegar, diz ele, a 5,3 graus Celsius).
Curiosamente, Birol acredita que políticas adequadas na área do clima não terão repercussões negativas na economia – embora possa haver ganhadores e perdedores. E não será preciso inventar novas tecnologias, as atuais bastam. Além de permitirem a redução da poluição, diminuirão os problemas da balança de pagamentos com as importações de petróleo. E por esses caminhos se poderá conter o aumento da temperatura em 2 graus – desde que com mais eficiência energética (na iluminação, nos refrigeradores, nas máquinas de lavar, na cozinha), construções mais adequadas. Será indispensável ter motores industriais mais adequados. Transporte eficiente (um terço da demanda global por petróleo vem do consumo em caminhões). Também será preciso proibir a instalação de mais usinas a carvão, muito poluentes. Conter as emissões de metano, até mediante substituição das fontes emissoras. E eliminar subsídios para o consumo de combustíveis fósseis, hoje em US$ 0,5 trilhão por ano, US$ 110 por tonelada de dióxido de carbono.
Se essas coisas não forem feitas, teremos mais secas, ondas de calor, mais ciclones, tempestades tropicais – e com repercussões nas infraestruturas de energia, obrigando até as empresas de exploração de petróleo no mar a elevar a altura de suas plataformas, com altos custos, segundo Birol. Outro caminho será o do sequestro e armazenamento do carbono (no fundo do mar ou da terra) nas fontes emissoras (solução muito questionada pelos geólogos, que temem suas consequências).
Para o presidente do World Resources Institute, “estamos perdendo a batalha na área do clima”, embora haja soluções; e quanto mais demorem, mais caro custarão. No ano passado, US$ 300 bilhões foram investidos na área de energias renováveis – “mas é pouco diante do que precisa ser feito”. E é preciso lutar contra a ideia de que isso é muito caro e pode deixar de ser feito. Se não o for, daqui a cinco anos será inevitável criar um imposto sobre qualquer consumo de combustíveis fósseis, pensa Steer.
Polly Trottenberg acredita estar havendo muito progresso na área da eficiência de veículos, reduzindo o consumo de energia. Já estão em vigor nos EUA novos padrões para carros e caminhões leves, há projetos para caminhões pesados: “Podemos reduzir as emissões e baixar os gastos. E o governo norte-americano está trabalhando com as comunidades para melhorar o uso do espaço, o transporte em geral e o ferroviário em especial”. Depois “chegará a vez do transporte aéreo”, inclusive na redução de emissões.
David Burwell, diretor de Energia e Clima do Instituto Carnegie e mediador da discussão, advertiu que “não há lugar para nos escondermos das mudanças climáticas”. E os fatos recentes parecem dar-lhe razão. No Brasil mesmo, com a seca ainda castigando mais de mil municípios, tivemos nas últimas semanas a decretação de estado de atenção ou de emergência em dezenas deles, por causa do baixo nível de umidade do ar, que em alguns chegou a 12%, com alto risco de incêndios. Inundações graves deixaram mais de mil mortos na Índia. O Alasca teve temperatura recorde, 36 graus Celsius.
Tudo chega a um ponto que levou mais de 500 cientistas de 44 países – entre eles, vários Prêmio Nobel e 33 membro da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos, além de academias europeias – a advertir (Instituto Carbono Brasil, 29/5) que “os seres humanos estão causando níveis alarmantes de prejuízo ao nosso planeta (…). A qualidade humana de vida sofrerá uma degradação substancial até o ano 2050, se continuarmos no caminho atual”. Por causa de perturbações climáticas, extinção de espécies, perda de ecossistemas, poluição e padrões de consumo aliados ao crescimento populacional.
Não faltam advertências, portanto, vindas dos especialistas mais qualificados. Mas quando teremos políticas severas e adequadas, especialmente no caso do Brasil, onde se faz de conta que nenhum problema está acontecendo?
Washington Novaes é Jornalista.

domingo, 28 de julho de 2013

* Aquecimento global não está diminuindo

iceberg 3O serviço meteorológico britânico comprovou, por meio de artigos científicos, que o aquecimento global não está em desaceleração, como boa parte das pessoas vem pensando. De acordo com os pesquisadores, a tendência atual é que a temperatura média do planeta aumente mais que 2°C antes do fim do século, mesmo com os dados apontando para uma elevação bem menor nos últimos 14 anos.
A notícia de que a temperatura média do planeta subiu apenas 0,04°C entre 1998 e 2012 entrou em desacordo com a previsão do aquecimento global, pois, no período analisado anteriormente – entre 1970 a 1998 – o planeta ficou 0,17°C mais quente. Mesmo assim, os pesquisadores do Met Office alertam ser um equívoco imaginar que o aquecimento global está diminuindo. “É esperado que existam períodos de aquecimento mais lento. Mas as temperaturas médias globais seguem muito altas, lembrem que 12 dos 14 anos mais quentes já registrados aconteceram depois do ano 2000”, afirmou Peter Stott, climatologista do Met Office.
Ainda que o aumento das temperaturas tenha diminuído o ritmo, é provável que a barreira dos 2°C, prevista pelos pesquisadores inicialmente, seja ultrapassada daqui a alguns anos. “Se continuarmos com a atual trajetória de emissões de gases do efeito estufa, os 2°C serão alcançados por volta de 2060”, afirmou Rowan Sutton, diretor do Centro Nacional de Pesquisas Atmosféricas.
Os meteorologistas que produziram o estudo também apontaram as causas naturais como as principais responsáveis pela desaceleração do ritmo do aquecimento global. “As variações naturais são importantes e influenciam nas medições, assim, é preciso ter em mente que o ciclo climático é também variável. Mas, ressaltamos, a tendência ainda é de elevação das temperaturas para as próximas décadas”, concluiu Stott.
Entre as ocorrências e fenômenos da natureza, a pesquisa mostra que a incidência de raios solares no planeta foi menor entre 2008 e 2009, e que as zonas profundas do oceano vêm absorvendo boa parte do calor, aumentando as temperaturas das águas. Além disso, em 2010, a erupção do impronunciável vulcão Eyjafjallajökull, na Islândia, lançou cinzas que refletiram os raios solares de volta para o espaço.
Fonte: CicloVivo

quinta-feira, 18 de julho de 2013

* Grã-Bretanha pode ter tido mais de 700 mortes por calor

Paqrue em Londres - Foto: AFP
Pessoas descansam em parque londrino, onde temperaturas superaram os 30 graus
Pesquisa realizada pela Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres atribuiu ao calor entre 540 e 760 mortes ocorridas nas últimas semanas, quando as altas temperaturas se repetiram em boa parte da Grã-Bretanha.
De acordo com cálculos do professor de estatística epidemiológica Ben Armstrong, o calor pode ter precipitado mortes, especialmente em casos de idosos, entre os dias 6 e 14 de julho.
"Há evidências de que algumas das mortes teriam sido prematuras devido ao calor, em especial entre pessoas muito frágeis, que teriam morrido apenas algumas semanas mais tarde", diz o professor no estudo, feito por encomenda do jornal The Times.
Pesquisas afirmam que os riscos crescem com temperaturas acima dos 26ºC.

Alerta

Nesta quinta-feira, a Inglaterra elevou para o nível três o alerta à população quanto à onda de calor em todo o país.
A capital, Londres, já estava sob esta classificação, que estabelece ação imediata dos serviços de atendimento à saúde junto a grupos considerados de risco em caso de altas temperaturas, como idosos e crianças.
A escala de alerta para o calor tem quatro níveis. No mais grave, o nível quatro, é declarado estado de emergência nacional. É quando mesmo as pessoas consideradas em forma e saudáveis correm risco de morte.
Paqrue em Londres - Foto: AFP
Autoridades elevaram nível de alerta por conta do calor
Esta é a mais longa onda de calor desde 2006, com seis dias consecutivos de temperaturas acima de 30°C. Na quarta-feira passada foi registrada a temperatura máxima de 32ºC deste ano.
A previsão é de que o calor continue ao menos por mais uma semana, com temperaturas na faixa dos 20ºC neste fim de semana, antes de subir para 30°C na próxima semana - trazendo um aumento do risco de trovoadas.
O serviço de saúde da Inglaterra aconselha as pessoas a beberem muitos líquidos frios e se manterem atentas sobre pessoas de saúde frágil.

"O nível três de alerta significa agir. Para nós, o verão é maravilhoso, mas a verdadeira preocupação é que não estamos acostumados ao calor neste país e não somos cientes dos riscos", disse Virginia Murray, chefe de Saúde Pública da Inglaterra, ao afirmar que funcionários públicos já estão atuando junto aos grupos de risco.

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