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sábado, 12 de abril de 2014

* Casal gasta menos de R$14 por mês com despesas de casa


Um casal inglês, desde sempre apaixonado por jardinagem e por estilos de vida sustentáveis, decidiu começar uma empreitada para reduzir seus custos com a casa e viver próximo à natureza. Hoje gastam 14 reais por mês com eletricidade e aquecimento, em uma zona do globo com temperaturas bem exigentes.
Yvonne e Steven Lucas vivem em Basingstoke, Hampshire, na Inglaterra, e desde que Steven foi despedido do seu emprego como engenheiro eletrônico, em 2010, a vida do casal com dois filhos teve uma reviravolta.
Depois de terem instalado painéis solares em 1992, Yvonne e Steven aumentaram a produção própria de alimentos e passaram a coletar água da chuva para a cozinha e banheiro. Aproveitando as cortesias da natureza, eles passaram a plantar alimentos em seu terreno de seis hectares, onde ainda incluem um galinheiro com galinhas poedeiras e várias colmeias.
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Existem ainda duas estufas, para produção de legumes, ervas e flores, e 15 árvores. O cultivo atinge níveis bem altos e o excesso é aproveitado para fazer geleias e compotas. Assim o casal vive de forma ecológica e atinge um valor de despesa mensal quase impensável na Inglaterra.
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Eles usaram a adversidade e as dificuldades para repensar o modelo de vida que estavam levando antes. Uma ótima forma de transformar algo que parece negativo, em algo extremamente positivo.

sábado, 31 de agosto de 2013

* Sustentabilidade no lar: Como fazer Pasta de Dente Natural de Óleo de Coco

Como fazer Pasta de Dente de Óleo de Coco Caseira

Uma pasta de dentes caseira não representa só economia de dinheiro, também é uma maneira de você controlar os produtos químicos que entram na sua casa e que sua família consome. Essa é realmente uma alternativa mais saudável para a pasta de dentes comercial, ela além dos benefícios naturais, ela é  anti-fúngicos, anti-virais e anti-bacterianos, e  o óleo de coco também serve como um  clareador de dentes. O xilitol é um adoçante natural e funciona como um mineral para os dentes. É muito semelhante ao flúor, mas sem quaisquer efeitos negativos.

Receita de Pasta de Dente Natural Caseira

1 colher de sopa de óleo de coco;
1 a 2 colheres de sopa de xilitol;
1 colher de sopa de bicarbonato de sódio;
15 a 20 gotas de óleo de hortelã;
Modo de Fazer
Misture bem todos os ingredientes e use a vontade.
Obs. Xilitol é um substancia adoçante natural vegetal, encontrado no milho, framboesa, ameixa, alguns tipos de cogumelo, etc..Via Wiki


Ler mais: http://www.vidasustentavel.net/modo-de-vida/como-fazer-pasta-de-dente-natural-de-oleo-de-coco/

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

* O que é e o que não é sustentabilidade segundo F. Capra, artigo de Leonardo Boff


Leonardo Boff.
Leonardo Boff.
FRITJOF CAPRA é um dos pensadores mais importantes no campo da ecologia entendida como novo paradigma. Amigo e interlocutor, juntos temos acompanhado o grande projeto CULTIVANDO ÁGUA BOA da Itaipu Binacional que ele considera como um dos experimentos ecológicos mais bem sucedidos do mundo. Ofereceu-se para escrever o prefácio do livro que escrevi com o pedagogo/cosmólogo Mark Hathway, O Tao da Libertação:explorando a ecologia da transformação, Vozes 2012. Publicamos aqui o resumo desta conferencia dada no Brasil nos inícios de julho porque esclarece este conceito tão usado e tão mal compreendido:sustentabilidade. Seus livros ‘O Tao da Física’ e ‘Teia da Vida’ são fundamentais para entender as posições mais avançadas e cientificamente mais bem fundadas da ecologia. A reportagem foi publicada no site Carbono Brasil, 08-08-2013 e no IHU de 10/08/2013: Lboff.
FRITJOF CAPRA. Foto: GreenitBrasil
FRITJOF CAPRA. Foto: GreenitBrasil
Começa Capra dizendo que conceito de sustentabilidade, que tem assumido diversas formas desde a sua concepção na década de 1980.
Não é o que os economistas gostam de falar – sobre crescimento econômico e vantagens competitivas”, colocou. “Uma comunidade sustentável deve ser desenvolvida de forma que a nossa forma de viver, nossos negócios, nossa economia, tecnologias, e estruturas físicas não interfiram na capacidade da natureza de sustentar a vida. Devemos respeitar e viver de acordo com isto”.
Os primeiros passos para tal seriam entender como a natureza sustenta a vida, isso envolve toda uma nova compreensão ecológica, um pensamento sistêmico, explica Capra.
Não podemos mais enxergar o universo como uma máquina, composta de blocos elementares. Descobrimos que o mundo material é principalmente uma rede inseparável de relações. O planeta é um sistema vivo e autorregulado. A evolução não é uma luta competitiva pela existência, mas sim uma dança cooperativa.”
Nesta nova ênfase na complexidade, as redes são o padrão básico da organização dos seres vivos. Os ecossistemas são uma rede de organismos, por exemplo. Para compreender as redes, Capra explica que precisamos pensar em termos de relacionamentos, de padrões.
Isto é o pensamento sistêmico. É compreender que a natureza tem sustentado a ‘Teia da Vida’ por milhões de anos e que para isto são necessários ecossistemas e não apenas organismos ou espécies.”
Alfabetização Ecológica
Nas próximas décadas, a sobrevivência da humanidade vai depender da nossa capacidade de entender os princípios básicos da ecologia e de viver de acordo com eles, ressalta o físico. Isso significa que a alfabetização ecológica precisa se tornar um campo crítico para políticos, lideres empresariais e profissionais de todas as áreas, além de ser a parte mais importante da educação em todos os níveis.
Quando pensamos sobre os maiores problemas, o surpreendente é que estão interconectados. Não temos apenas uma crise econômica, ou ecológica, ou de pobreza, ou financeira, elas estão todas conectadas. Esses problemas não podem ser compreendidos isoladamente. São sistêmicos, interdependentes e precisam de soluções correspondentes”.
Capra elogiou o Programa Água Boa, desenvolvido pela Itaipu Energia, classificando a iniciativa como um “exemplo muito bonito de solução sistêmica”.
Analisando os problemas atuais dessa forma sistêmica, podemos constatar que a questão subjacente é a ilusão que o crescimento infinito pode continuar em um planeta finito. Os economistas, com o seu pensamento linear, parecem não entender”, lamenta o físico.
Nosso sistema econômico é movido pela ganância e pelo materialismo, pensando que não há limites. Isto resulta nas diferenças imensas entre o preço de mercado e o verdadeiro custo, como é visto com os combustíveis fósseis. Ouvimos sobre o gás de xisto e o novo processo de ‘fracking’ – ouvimos que é muito barato, mas o fato é que devasta o ambiente e é tóxico para as pessoas (..) O pensamento linear leva a concluir que o xisto é muito barato, mas se pensarmos nisso sistemicamente, ele é muito caro e perigoso”, explica Capra.
No centro da economia global está uma rede de crescimento financeiro, criado sem qualquer enquadramento ético. Hoje, se você é especulador pode investir em qualquer projeto ao redor do mundo e computadores levam uma fração de segundo para movimentar dinheiro. O único critério é lucrar (..) não há critérios éticos envolvidos nesta economia global. Exclusão social e desigualdades são elementos inerentes desta globalização.”
O crescimento indiscriminado é na verdade “uma doença”, nota, completando que o desafio elementar é como mudar do crescimento ilimitado para um sistema ecologicamente sustentável e socialmente justo.
Crescimento qualitativo
Para Capra, o crescimento zero não é a resposta, pois crescer é uma característica central da vida.
Na natureza o crescimento não é linear e ilimitado. Em um ecossistema, uns crescem mais, outros declinam e assim reciclam seus componentes, que se tornam recursos para um novo crescimento. Há um crescimento multifacetado, qualitativo, que contrasta com o quantitativo pregado atualmente por economistas”.
Assim como outros grandes pensadores, Capra questiona o uso preponderante Produto Interno Bruto (PIB) para medir a saúde dos países.
Custos sociais como acidentes, guerras, mitigação e cuidados com a saúde são adicionados e aumentam o PIB e o fato que o seu crescimento pode ser patológico raramente é citado por economistas, alerta.
Esse reconhecimento da falácia do crescimento econômico é essencial. É o primeiro passo para superar a atual crise econômica global (..) Grande parte do que se chama de ‘crescimento’ é lixo e destruição.”
O verdadeiro crescimento, explica, melhora a qualidade de vida e aumenta a sua complexidade, sofisticação e maturidade.
Isto faz parte de uma mudança de paradigma de quantidade para qualidade. O crescimento qualitativo é consistente com a nova concepção científica da vida”, explica. “Não se pode medir a natureza de um sistema complexo, como os ecossistemas, a sociedade ou a economia, em termos puramente quantitativos.”
Para Capra, a qualidade não pode ser agregada em um único número. “Então, como seria possível promover o crescimento qualitativo? Definitivamente não através do PIB”.
Precisamos distinguir o bom do ruim para que os recursos naturais presos a processos ruins possam ser direcionados para os eficientes e sustentáveis”, comentou. “O crescimento ruim é aquele que gera externalidades ambientais, econômicas e sociais e o bom envolve processos produtivos mais eficientes, que usam energias renováveis, têm emissões zero, reciclam, restauram ecossistemas e a apoiam as comunidades locais.”
Construindo a qualidade
Entender as conectividades dos nossos problemas globais e reconhecer soluções sistêmicas é a primeira lição para construir a qualidade que precisamos hoje para a liderança global, segundo Capra. Outra lição seria a construção de um ‘senso moral’.
A perspectiva sistêmica mostra que dois problemas urgentes, a desigualdade econômica e as mudanças climáticas, resultam da estrutura econômica e corporativa global que não têm ‘senso moral’, nota.
Um exemplo disso são as conclusões de um estudo de 2012 apontando que os ricos globais somam juntos até US$ 32 trilhões. “Se eles tivessem um senso moral e pagassem seus impostos não haveria mais crise. Haveria dinheiro suficiente”, ressaltou Capra.
Outro exemplo citado pelo físico se volta para as conclusões inequívocas da ciência sobre as mudanças climáticas e a necessidade das empresas que exploram combustíveis fósseis de abandonar os planos de exploração de 80% das reservas contabilizadas em seus ativos.
Elas estão dispostas a fazer isso? As empresas precisam se perguntar: o meu modelo de negócios inclui a destruição do planeta? Ou tem uma alternativa moral?”
Liderança e o Brasil
Hoje temos conhecimento e tecnologia para a transição para um futuro sustentável, não precisamos dos perigos da energia nuclear e nem de gás de xisto. Podemos ir além dos combustíveis fosseis”, defendeu Capra.
Precisamos de vontade política e liderança (..) O que em tempos estáveis é diferente do que em tempos de crise ambiental e econômica, que é o que temos hoje. A maioria dos problemas são globais, apesar da demanda por lideranças em nível regional e corporativo, precisamos também de lideranças em nível global”.
Capra ressalta que na atual crise global, o Brasil e a Alemanha estão melhor posicionados do que a maioria dos países.
Ele comentou que nos Estados Unidos, Barack Obama foi eleito com grandes esperanças, mas sucumbiu ao sistema corrupto, e no fim, a riqueza dos pobres está sendo sistematicamente repassada para os ricos. Porém, ele acredita que no Brasil a situação está melhor, apesar da população não estar satisfeita.
Programas como o Bolsa Família e o Fome Zero reduziram a desigualdade econômica ao retirar milhões de pessoas da pobreza, mas mesmo assim muitos problemas de desigualdade e corrupção permanecem e ainda há muito trabalho a ser feito.”
O Brasil pode ser um líder global”, ressaltou após assistir apresentações sobre o Programa Água Boa e sobre as ações de sustentabilidade previstas para a Copa 2014. “Estes são ótimos exemplos de liderança global que precisam ser divulgados. O que pode acontecer no ano que vem, já que todo o mundo vai olhar para o Brasil”.

* Brasileiro inventor de "luz engarrafada" tem ideia espalhada pelo mundo

Alfredo Moser poderia ser considerado um Thomas Edison dos dias de hoje, já que sua invenção também está iluminando o mundo.
Em 2002, o mecânico da cidade mineira de Uberaba, que fica a 475 km da capital Belo Horizonte, teve o seu próprio momento de 'eureka' quando encontrou a solução para iluminar a própria casa num dia de corte de energia.
Para isso, ele utilizou nada mais do que garrafas plásticas pet com água e uma pequena quantidade de cloro.
Nos últimos dois anos, sua ideia já alcançou diversas partes do mundo e deve atingir a marca de 1 milhão de casas utilizando a 'luz engarrafada'.
Mas afinal, como a invenção funciona? A reposta é simples: pela refração da luz do sol numa garrafa de dois litros cheia d'água.
"Adicione duas tampas de cloro à água da garrafa para evitar que ela se torne verde (por causa da proliferação de algas). Quanto mais limpa a garrafa, melhor", explica Moser.
Moser protege o nariz e a boca com um pedaço de pano antes de fazer o buraco na telha com uma furadeira. De cima para baixo, ele então encaixa a garrafa cheia d'água.
"Você deve prender as garrafas com cola de resina para evitar vazamentos. Mesmo se chover, o telhado nunca vaza, nem uma gota", diz o inventor.
Outro detalhe é que a lâmpada funciona melhor se a tampa for encapada com fita preta.
"Um engenheiro veio e mediu a luz. Isso depende de quão forte é o sol, mas é entre 40 e 60 watts", afirma Moser.
BBC
O mecânico brasileiro Alfredo Moser e suas invenções com garrafas plásticas pet
O mecânico brasileiro Alfredo Moser e suas invenções com garrafas plásticas pet
APAGÕES
A inspiração para a "lâmpada de Moser" veio durante um período de frequentes apagões de energia que o país enfrentou em 2002. "O único lugar que tinha energia eram as fábricas, não as casas das pessoas", relembra.
Moser e seus amigos começaram a imaginar como fariam um sinal de alarme, no caso de uma emergência, caso não tivessem fósforos.
O chefe do inventor sugeriu na época utilizar uma garrafa de plástico cheia de água como lente para refletir a luz do sol em um monte de mato seco e assim provocar fogo.
A ideia ficou na mente de Moser que então começou a experimentar encher garrafas para fazer pequenos círculos de luz refletida.
Não demorou muito para que ele tivesse a ideia da lâmpada.
"Eu nunca fiz desenho algum da ideia".
"Essa é uma luz divina. Deus deu o sol para todos e luz para todos. Qualquer pessoa que usar essa luz economiza dinheiro. Você não leva choque e essa luz não lhe custa nem um centavo", ressalta Moser.
PELO MUNDO
O inventor já instalou as garrafas de luz na casa de vizinhos e até no supermercado do bairro.
Ainda que ele ganhe apenas alguns reais instalando as lâmpadas, é possível ver pela casa simples e pelo carro modelo 1974 que a invenção não o deixou rico. Apesar disso, Moser aparenta ter orgulho da própria ideia.
"Uma pessoa que eu conheço instalou as lâmpadas em casa e dentro de um mês economizou dinheiro suficiente para comprar itens essenciais para o filho que tinha acabado de nascer. Você pode imaginar?", comemora Moser.
Carmelinda, a esposa de Moser por 35 anos, diz que o marido sempre foi muito bom para fazer coisas em casa, até mesmo para construir camas e mesas de madeira de qualidade.
Mas parece que ela não é a única que admira o marido inventor.
Illac Angelo Diaz, diretor executivo da fundação de caridade MyShelter, nas Filipinas, parece ser outro fã.
A instituição MyShelter se especializou em construção alternativa, criando casas sustentáveis feitas de material reciclado, como bambu, pneus e papel.
Para levar à frente um dos projetos do MyShelter, com casas feitas totalmente com material reciclado, Diaz disse ter recebido "quantidades enormes de garrafas".
"Nós enchemos as garrafas com barro para criamos as paredes. Depois enchemos garrafas com água para fazermos as janelas", conta.
"Quando estávamos pensando em mais coisas para o projeto, alguém disse: 'Olha, alguém fez isso no Brasil. Alfredo Moser está colocando garrafas nos telhados'", relembra Diaz.
Seguindo o método de Moser, a entidade MyShelter começou a fazer lâmpadas em junho de 2011. A entidade agora treina pessoas para fazer e instalar as garrafas e assim ganharem uma pequena renda.
Nas Filipinas, onde um quarto da população vive abaixo da linha da pobreza (de acordo com a ONU, com menos de US$ 1 por dia) e a eletricidade é muito cara, a ideia deu tão certo, que as lâmpadas de Moser foram instaladas em 140 mil casas.
As luzes 'engarrafadas' também chegaram a outros 15 países, dentre eles Índia, Bangladesh, Tanzânia, Argentina e Fiji.
Diaz disse que atualmente pode-se encontrar as lâmadas de Moser e comunidades vivendo em ilhas remotas. "Eles afirmam que eles viram isso (a lâmpada) na casa do vizinho e gostaram da idéia".
Pessoas em áreas pobres também são capazes de produzir alimentos em pequenas hortas hidropônicas, utilizando a luz das garrafas para favorecer o crescimento das plantas.
Diaz estima que pelo menos um milhão de pessoas irão se beneficiar da ideia até o começo do próximo ano.
"Alfredo Moser mudou a vida de um enorme número de pessoas, acredito que para sempre", enfatiza o representante do MyShelter.
"Ganhando ou não o prêmio Nobel, nós queremos que ele saiba que um grande número de pessoas admiram o que ele está fazendo".
Mas será que Moser imagina que sua invenção ganharia tamanho impacto?
"Eu nunca imaginei isso, não", diz Moser emocionado.
"Me dá um calafrio no estômago só de pensar nisso".

sábado, 3 de agosto de 2013

* O agroturismo e a sustentabilidade



3 DE JULHO DE 2013

publicado por



Redação
Agroturismo
Foto: Viagem
O termo, que remete ao turismo rural, se faz cada vez mais presente nos negócios ligados à agricultura, já que é uma grande oportunidade de negócios para os produtores e, também, para os visitantes.
O agroturismo é reconhecido por ser um movimento de troca de experiências: os visitantes aprendem sobre os costumes, cultura e modos de vida dos agricultores. Mas afinal, por que optar por esse tipo de turismo?
Com propósitos educacionais e recreativos, esse tipo de turismo permite que o turista se reconecte à agricultura durante suas férias, acompanhando criações de gado, produção, cultivo e colheita de frutas e outros alimentos. Essa modalidade permite, também, que a relação consumidor e produtor seja reconstruída.
O produtor, por sua vez, se beneficia economicamente, já que recebe dinheiro de hospedagem e de venda de produtos aos turistas.
Nos últimos anos houve uma tendência de aumento no custo dos insumos para a pecuária e agricultura e de caída nos preços das commodities. Além disso, a globalização e a industrialização também foram fatores decisivos para os problemas financeiros dos fazendeiros, que estavam acostumados a enfrentar a concorrência apenas no mercado regional. O uso de tecnologia moderna também contribuiu, já que permitiu o aumento da produção em larga escala.

Sustentabilidade: a alma do negócio

O agroturismo é reconhecido, também, por ser um importante indicador de sustentabilidade em algumas cidades já que engloba os aspectos sociais, ambientais e econômicos. O projeto auxilia ainda no desenvolvimento regional e na inclusão social.
Apesar do número de visitantes nas propriedades e instalações, o agroturismo ainda não provoca impactos ambientais muito negativos. Isso porque ele estimula a conservação ambiental e a multiplicação de espécies.
A modalidade ajuda a estabilizar a economia local, criando empregos e permitindo um maior movimento no comércio de mercadorias, prestação de serviços e construção civil. Prova disso é o Community Supported Agriculture (CSA), criado nos Estados Unidos.
O CSA permite que as famílias mantenham a agricultura local assinando um compromisso financeiro com determinada fazenda em troca de visitas regulares ou produtos e mercadorias.

* Desperdício de alimentos no Brasil

De acordo com o Instituto Akatu, o Brasil é o 4° maior produtor mundial de alimentos e também um dos campeões em desperdício. Cerca de 26 milhões de toneladas de alimentos vão para o lixo por ano, essa quantidade é suficiente para alimentar cerca de 19 milhões de pessoas com três refeições ao dia (café da manhã, almoço e janta).
Segundo o caderno temático do Instituto Akatu “A nutrição e o consumo consciente” (2003), aproximadamente 64% do que se planta no Brasil é perdido ao longo da cadeia produtiva. O infográfico abaixo aponta a origem dos maiores desperdícios de alimento:
Infográfico Desperdício de Alimentos
Com o consumismo desenfreado, infelizmente, esses números só aumentam. Quantas vezes ao andarmos em praças de alimentações, bares e restaurantes, vemos as pessoas pedirem lanches, pratos rápidos e diversas outras opções para almoçar ou jantar e depois largar metade da comida no prato, que depois tem como destino certo o lixo?
Com o aumento e a facilidade das lanchonetes e restaurantes, acabamos ficando “preguiçosos”, não temos mais a necessidade de “comer para viver”, plantando e comendo como os nossos avós ou bisavós faziam, tem sempre a falta de saciedade e sobra de gula! Vejo a falta de moderação e disciplina até entre os meus familiares, em um simples almoço de domingo, quando forçam as crianças a comerem aquele prato cheio e a criança come no máximo três colheradas, deixando o resto até esfriar e depois: lixo! Acho que todo mundo já viu isso algum dia.
Com o aumento e a facilidade das lanchonetes e restaurantes, acabamos ficando ‘preguiçosos’, não temos mais a necessidade de ‘comer para viver’, plantando e comendo como os nossos avós ou bisavós faziam, tem sempre a falta de saciedade e sobra de gula!”
Um estudo feito pela ONU aponta que em todo mundo, até metade dos alimentos produzidos são jogados fora e o planeta sofre com essa desigualdade alimentícia, são cerca de 870 milhões de pessoas que passam fome diariamente, 26% das crianças de todo o mundo são consideradas raquíticas por desnutrição. No Brasil cerca de 19 milhões de pessoas passam fome diariamente.
O desperdício de alimentos também está ligado ao de água e energia, segundo a ONU, a agricultura consome cerca de 70% de toda a água usada no mundo, somando todo o volume usado para produção dos alimentos que são desperdiçados a cada ano, dá para encher cerca de 70 milhões de piscinas olímpicas. São números assustadores.

* Alimentação sustentável para uma dieta saudável

Hábito que alia sustentabilidade e alimentação prevê uma vida mais saudável, agradando o paladar e contribuindo para a preservação do meio ambiente

CATEGORIA: DICAS2 DE AGOSTO DE 2013

publicado por


Redação
O termo e o conceito de sustentabilidade estão cada vez mais presentes em nosso dia a dia, invadindo até mesmo os pratos e as mesas da população. A chamada alimentação sustentável leva em consideração a maneira de cultivo e produção do alimento e o impacto ambiental e social dessa produção.
Esse tipo de gastronomia é tendência em restaurantes e vem sendo cada vez mais utilizada pelos chefes de cozinha. Isso porque é um tipo de dieta saudável que visa agradar o paladar, tornando a escolha e o preparo dos alimentos mais equilibrado, de modo a melhorar a qualidade de vida das pessoas.
A utilização de alimentos orgânicos, ou seja, sem o uso de agrotóxicos, fertilizantes ou pesticidas, é bastante levada em consideração nesse tipo de culinária, já que evita o desperdício e o risco de doenças.
Além disso, cozinhar de panelas tampadas, utilizar alimentos frescos e reaproveitar os “restos” são importantes passos para quem quer manter uma alimentação saudável, balanceada e sustentável. Confira mais exemplos:
• Diminua o consumo de carne – a criação de bovinos é um dos maiores responsáveis pelo efeito estufa;
• Abuse dos vegetais – eles diminuem a evidência de doenças epidêmicas e reduzem o risco de doenças degenerativas;
• Faça uma lista de consumo – com a criação de um cardápio e uma lista de supermercado, você compra e consome somente o necessário, evitando o desperdício.

“Reduza a sua pegada alimentar”

Um relatório divulgado pela Organização das Nações Unidas (ONU) revelou que mais de um bilhão de toneladas de comida são desperdiçadas por ano em todo mundo. “Nas regiões industrializadas, quase metade da comida descartada, cerca de 300 toneladas por ano, ainda está própria para o consumo”, afirmou o diretor geral da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), José Graziano da Silva.
Visando combater esse problema, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), em parceria com a FAO, lançou a campanha global intitulada “Pensar. Comer. Conservar: diga não ao desperdício”.
A campanha prevê a promoção da conscientização de consumo da população mundial, com informações e dicas práticas para combater o desperdício, reduzir o impacto ambiental e poupar recursos.

* Conheça a Eco Font e baixe o custo de impressão

Criada em 2008, a Ecofont é uma alternativa sustentável para impressões, que visa a economia sem reduzir a capacidade de leitura


publicado por
Redação
Ecofont
Foto: disenoperu
Para combater a degradação ambiental e reduzir os impactos no mundo, especialistas buscam alternativas que vão além da reciclagem e separação de lixo. Pensando nisso, uma agência de comunicação holandesa criou a Ecofont, um tipo de fonte desenvolvida para reduzir o uso de tinta, toner e cartuchos em impressões.
Capaz de reduzir em até 50% o uso de um toner de tinta, a alternativa sustentável é possível graças aos pequenos círculos encontrados dentro da fonte. Para utilizar, basta o usuário instalar o software da Ecofont e aplicá-lo nas fontes mais utilizadas como, Arial, Verdana, Calibri, Times New Roman, Trebuchet, entre outras.
As proporções variam de acordo com o modelo escolhido: o tamanho 10pt da EcoFont equivale ao tamanho 12pt da Times New Roman, por exemplo. Na tela do computador, a opção pela fonte sustentável é bastante visível, no entanto, após a impressão a mudança é imperceptível a olho nu.

Benefício para o bolso e para o meio ambiente

Projetado para uso privado e comercial, o software permite uma redução de gastos, já que os custos com tinta e toner para impressão são altíssimos e inviáveis – em uma empresa, o número médio de páginas impressas por funcionário gira em torno de 10 mil por ano, com a Ecofont a economia é considerável.
Vale lembrar que a redução no uso de cartucho varia de acordo com a fonte. Segundo dados de estudos realizados pela Gerência de Tecnologia da Informação da Advocacia Geral da União (AGU), ao utilizar a fonte Times New Roman, no tamanho 12pt, há uma diminuição de 12% no uso da tinta. No caso da Arial tamanho 11pt, a economia aumenta para 26%.
Além disso, apesar de não ser de conhecimento público, as impressões a tinta são responsáveis diretamente pela degradação ambiental e produção de carbono. Dessa forma, a busca por alternativas que melhorem esse cenário se tornou necessária. A utilização de tecnologias mais sustentáveis, como a Ecofont, revela a conscientização ambiental por parte da população e das empresas.
Para mais informações e compra do produto acesse a página da Ecofont.

* Cidade dos EUA proíbe venda de água em garrafinhas plásticas



  • Quem descumprir a lei, será multado em US$ 25 a partir da segunda infração - na primeira vez, o vendedor recebe apenas um aviso
    Quem descumprir a lei, será multado em US$ 25 a partir da segunda infração - na primeira vez, o vendedor recebe apenas um aviso
O governo da cidade de Concord, no Estado norte-americano de Massachusetts, proibiu a venda de água em garrafas plásticas com menos de 1 litro. A lei passou a vigorar em 1º de janeiro, depois de uma campanha de três anos para reduzir o desperdício e encorajar o uso da água de torneira.
Quem infringir a regra receberá um aviso. Se for reincidente, o transgressor receberá multa de US$ 25 (cerca de R$ 55), que aumentará para US$ 50 (aproximadamente R$ 110) a cada novo desvio.
A medida não é inédita no mundo. Em 2009, a cidade australiana de Bundanoon introduziu uma proibição completa de água engarrafada. Mais de 90 universidade nos Estados Unidos e em outras partes do mundo já restringiram a venda de garrafas plásticas, assim como alguns órgãos públicos.
Concord, por outro lado, não introduziu nenhuma restrição à venda de outras bebidas em garrafas de pequena litragem, e a nova lei prevê algumas exceções em casos de emergência.
Consumo
Ativistas dizem que os Estados Unidos consomem 50 bilhões de pequenas garrafas plásticas todos os anos. A indústria do setor diz que as garrafas de menor litragem são "essenciais" para a vida moderna e encorajam as pessoas a ter um estilo de vida saudável.
Mas Jean Hill, que liderou a campanha para a proibição em Concord, disse ao jornal americano The New York Times: "O que eu estou tentando fazer com essa lei é aumentar as barreiras para a venda de garrafas de menor litragem".
"Para incentivar uma mudança de comportamento da população, você precisa colocar em prática medidas que desencorajem a venda de garrafas de água e, por outro lado, deem outras alternativas às pessoas."
Alguns dos moradores da cidade dizem que a proibição é "sem sentido", uma vez que eles podem comprar as mesmas garrafinhas em cidades próximas.
Hill diz ter se inspirado em seu neto para fazer a campanha, depois de o menino lhe ter informado sobre uma vasta "ilha" de lixo plástico que boia no Oceano Pacífico
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quinta-feira, 18 de julho de 2013

* Holandeses inventam pavimento que absorve poluição


Corbis-42-46789357 canal de amsterdã ao entardecer com pavimento em destaque meioambientebrasil revistaecologica

A tecnologia poderia ter enormes implicações para a redução dos custos ambientais de carros e caminhões em todo o mundo.
Uma repórter da BBC visitou uma cidade na Holanda que está testando o pavimento fotocatalítico.
O preço da pavimentação, porém, sobe em cerca de 50%.

China, África do Sul e Estados Unidos têm demonstrado interesse no potencial desta nova tecnologia.
Pavimento absorve gases poluentes - Foto: BBC
Localidade na Holanda serviu aos testes com novo pavimento, que reduziu consideravelmente concentração de gases poluentes


Fonte: BBC, socializada por AmbienteBrasil

* Cerca de 8,5 milhões de pessoas na Alemanha já estão usando a energia solar

Uma em cada dez pessoas na Alemanha já usa energia solar

Freibourg na Alemanha é totalmente abastecida por Energia Solar Fotovoltaica
Cerca de 8,5 milhões de pessoas na Alemanha já estão usando a energia solar para gerar eletricidade ou calor
A Alemanha é líder em soluções e eficiência quando se trata de energia solar. Em um país que possui menos da metade da insolação do Brasil, uma em cada dez pessoas já usam a energia solar fotovoltaica para gerar eletricidade ou calor e a cada ano esse número de adeptos aumenta. Já são 8,5 milhões de pessoas que vivem em edifícios e casas com sistemas de energia solar segundo o Solar Industry Association (BSW-Solar). O uso ativo dessa fonte proporciona uma maior independência para a população que não fica a mercê do aumento dos preços da energia e evita grandes quantidades de dióxido de carbono liberados no meio ambiente anualmente.
Nos últimos dois anos, a energia solar tem desempenhado o papel de liderança entre todas as outras fontes de energia. Nos últimos cinco anos quase dobrou o número de pessoas que vivem em edificações alimentadas com calor ou eletricidade solar. As pessoas estão tomando a iniciativa de geração própria investindo na tecnologia e abastecimento de suas casas e empresas com energia solar forçando os políticos a avançarem no incentivo do uso da fonte com facilidades e benefícios.
A maior feira de energia solar do mundo que acontece anualmente no país, a Intersolar Europe, em 2013 reuniu mais de 1.300 empresas de todo o mundo que apresentaram novos produtos e soluções de sistemas. O foco, além de componentes solares cada vez mais eficientes e baratos, é particularmente em soluções tecnológicas para sistemas de armazenamento e na gestão inteligente da energia solar. Um número crescente de proprietários e empresários querem utilizar a energia solar que produzem independente da hora e condições meteorológicas e é por isso que há um alto nível de interessados em sistemas de armazenamento de baterias solares.
A energia solar fotovoltaica já cobre 5% da demanda de eletricidade na Alemanha e as indústrias do setor estabeleceram a meta de aumentar a produção fotovoltaica no país para 10% até 2020 e, para 20% até 2030! Objetivo bastante audacioso mas que pelo crescente uso dos painéis fotovoltaicos por empresas e cidadãos alemães parece claramente viável.
Um mercado interno forte é indispensável para que a indústria de energia solar seja bem sucedida. Políticos devem, portanto, assegurar que as fontes de energia renováveis constituam o núcleo do sistema de abastecimento de energia do país e que a sua rápida expansão mais uma vez seja prioridade para que cidadãos e empresas que invistam na energia solar tenham a segurança de um investimento sólido. Desde 1 de Maio de 2013, os sistemas de armazenamento de energia solar na Alemanha recebem o apoio de um novo programa do grupo bancário KfW para financiamento.
Energia Solar Fotovoltaica em Freibourg na Alemanha
Em Freibourg (foto acima) uma cidade devastada por bombas na segunda guerra mundial é hoje umadas cidades mais “verdes” do mundo onde, não são permitidos carros no centro da cidade, o bonde é a alternativa limpa. Cada casa produz mais energia do que consome, graças ao seu teto solar. Cada casa recolhe a sua própria água da chuva e é equipado com três caixas de gestão de resíduos. A cidade mais abrangente de Freiourg recicla mais de 1 milhão de rolhas por ano, que são processados ​​em "recykork", um material de isolamento eco-friendly. Além disso, a produção de energia renovável é incentivado por créditos fiscais do governo federal e subsídios de entidades regionais. Além disso, em 2009 os próprios cidadãos investiu mais de 6 milhões de euros em nove moinhos de vento, 8 matrizes fotovoltaicas e uma usina hidrelétrica.
Hoje, outros países estão reconhecendo o fato de que não há alternativa tão rápida e sustentável para expansão da matriz alternativa energética como a energia solar.
Energia Solar Fotovoltaica em Freibourg na Alemanha
No Brasil, os defensores da energia renovável já podem expressar o seu apoio para a expansão dessas fontes como acontece na Alemanha. A Energia Pura Empreendimentos disponibiliza os equipamentos mais eficientes disponíveis no mercado mundial para Sistemas de Microgeração Solar Fotovoltaica, além de Eólica, para casas e negócios. Atuando desde 1993 como uma das empresas pioneiras no segmento no país já atendemos clientes como o banco HSBC, VALE, Caixa Econômica, Ipiranga, Eurofarma, Mormaii, entre outros projetos que podem ser conferidos no link https://www.energiapura.com/projetos.
As fontes de energia renováveis beneficiam a sociedade e sua rápida expansão deve continuar a ser uma alta prioridade aqui e no mundo.