domingo, 4 de agosto de 2013

* Resumos e capas dos principais jornais do dia 04 de Agosto e revistas da semana

RESUMO DOS JORNAIS do dia e REVISTAS da SEMANA

04 de agosto de 2013

Diário de Pernambuco

.: Competições



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Diário do Nordeste

José Aldo nocauteia o Zumbi Coreano no UFC Rio 4http://glo.bo/181Nvqn

O jornalista José Norberto Flesch, conhecido por antecipar shows nacionais e internacionais no Brasil, causou furor, na noite da última sexta-feira (3), entre o fãs da banda Guns N’Roses ao afirmar que o vocalista do grupo, Axl Rose, teria cancelado uma turnê em território brasileiro em 2013 
Veja nota da produção da turnê http://svmar.es/1cnPo5C

Taça da Copa do Mundo viaja de Louis Vuitton 
Um case foi construído pelas mãos de um artesão na oficina da Louis Vuitton em Paris encomendado pela entidadehttp://svmar.es/13vN3kp















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Jornal do Commercio

Machete: Polícia prende os donos da Priples
Henrique Maciel e a mulher, Mirele Pacheco, foram presos em casa e tiveram bens bloqueados. Eles são acusados de crimes contra a economia popular e formação de pirâmide financeira. (Págs. 1 e Capa Dois)
Carandiru: Policiais militares envolvidos em massacre pegam 624 anos de prisão. (Págs. 1 e 12)

ENSINO SUPERIOR

Alunos reprovam ensino a distância na Universidade Federal de Pernambuco

Estudantes de letras da universidade dizem que não conseguiram colar grau e reclamam da situação atual do curso

Foto: Rodrigo Lôbo/JC Imagem

Sheila lembra que, desde o 1º período, alunos pediam aulas presenciais e dinâmicas

Foto: Felipe Ribeiro/JC Imagem

ARRECIFES

Cinquentões descobrem o namoro pela internet

Paquera cibernética, como no caso do casal Enoch e Laura, logo passa para o mundo real

    Imagem: AFP

    BOLÍVIA

    Após seis meses presos, torcedores voltam ao Brasil

    Corintianos foram acusados de participar da morte de um jovem torcedor boliviano

      Foto: Joseph Lago/AFP

      TERCEIRO OURO

      Cielo faz história no Mundial de Esportes Aquáticos

      Brasileiro superou o francês Florent Manaudou

      DENÚNCIA

      PF abre investigação sobre cartel em metrô de São Paulo

      Polícia investiga denúncia de conluio entre empresas nacionais e estrangeiras









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        Folha de São Paulo




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        O Globo


        Manchete: Paraíso sitiado: Eles estão em perigo
        Bravos e vulneráveis, os índios Awá resistem no que resta de Floresta Amazônica no Maranhão. As terras indígenas, que também formam a Reserva Biológica de Gurupi, são o alvo da cobiça de madeireiros e grileiros, e a devastação já destruiu um terço do lar desse povo, considerado o mais ameaçado do mundo. Eles foram contatados a partir de 1979, a ampla maioria não fala português e alguns continuam fugindo. A terra que ocupam já foi demarcada e homologada. Chegou o momento da retirada dos não índios. Um dos líderes da aldeia Juriti, Piraíma'á avisa: “Os madeireiros estão matando as árvores. Vão nos matar. Vou resistir, tenho coragem." Os Awá, um dos últimos povos caçadores e coletores, creem que a morte da floresta será o fim da vida na terra e no céu, por isso o desmatamento assume contornos apocalípticos. Essa história começa a ser contada hoje por Míriam Leitão e pelo fotógrafo Sebastião Salgado. (Págs. 1 e 12 a 15)
        Brasil perdoa dívida bilionária e beneficia ditadores corruptos
        Presidentes de países africanos que tiveram débitos anistiados por Dilma são investigados por desvio de dinheiro público.

        Responsáveis por mais da metade da dívida de R$ 1,9 bilhão de países africanos com o Brasil — 80% da qual o governo Dilma decidiu perdoar —, os ditadores de Congo-Brazzaville, Gabão, Guiné Equatorial e Sudão são investigados na Europa e nos Estados Unidos por desviarem milhões de dólares de dinheiro público para enriquecimento pessoal, revela José Casado. O perdão, que precisa de aprovação do Senado — já concedida no caso do Congo—, custará R$ 8 a cada brasileiro. (Págs. 1 e 38 e 39)

        O feirão de imóveis de Dahas Zarur
        Provedor da Santa Casa da Misericórdia, Dahas Zarur negociou 35 imóveis em 20 anos. Certidões mostram que alguns deles pertenciam à irmandade filantrópica e foram vendidos como se fossem de seu administrador. (Págs. 1 e 21)
        Carandiru: Júri condena PMs a 624 anos de prisão
        Na segunda fase do julgamento do Carandiru, a Justiça condenou ontem 25 policiais a 624 anos de prisão, cada, pela morte de 52 presos que estavam entre as 111 vítimas do massacre, ocorrido há 21 anos em São Paulo. Eles poderão recorrer da sentença em liberdade. (Págs. 1 e 11)
        Polêmica na ANS: Diretor omitiu vínculo com planos
        Nomeado por Dilma na semana passada, o novo diretor da ANS Elano Figueiredo omitiu suas relações com planos de saúde. No currículo enviado ao governo, base para sua sabatina no Senado, ele não mencionou que foi diretor da HapVida, uma das campeãs de queixas dos consumidores. (Págs. 1 e 29)
        Protestos nas ruas: Ninjas buscam verba oficial
        A Mídia Ninja, que se tomou conhecida ao transmitir de forma engajada e em tempo real na internet os protestos nas ruas, discute formas de custear a cobertura. E vê uma saída nos patrocínios oficiais, com dinheiro público. (Págs. 1 e 8)
        O uso do diálogo como arma
        Na conversa, nova tropa de policiais que acompanham as manifestações nas ruas do Rio já fez diminuir depredações e uso de bombas de gás. (Págs. 1 e 26)
        O pior IDHM: Sumidouro: 20% são analfabetos
        Em Sumidouro, na Região Serrana, que tem o menor índice de Desenvolvimento Urbano Municipal no estado, 20% dos moradores são analfabetos. E cerca de 33% dos adolescentes abandonaram a escola. (Págs. 1 e 23)
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        O Estado de S. Paulo

        Manchete: Nove partidos deixam ‘núcleo duro’ de Dilma na Câmara
        Número de deputados que votam com governo pelo menos 90% das vezes caiu de 306 em 2011 para 101 atualmente.

        No terceiro ano de mandato, a presidente Dilma Rousseff assiste ao esfacelamento do “núcleo duro” de deputados fiéis a seu governo na Câmara. O bloco, que já foi formado por 17 partidos, hoje abriga só petistas e remanescentes de mais sete legendas. Formado pelos que votam com o governo 90% das vezes ou mais, o “núcleo duro” era integrado em 2011 por 306 dos 513 deputados. Desde então, o número encolheu e, agora, se resume a 101 deputados, segundo o Basômetro, ferramenta online do Estadão Dados que mede a taxa de governismo do Congresso. Entre os que abandonaram estão PR, PSD e PSB. O PMDB, principal aliado em termos numéricos, tem 4 parlamentares. (Págs. 1 e política A4)

        Presidente ‘colará’ em Lula
        Empenhada em recuperar a popularidade, Dilma fará aparições na TV, falando para diferentes públicos, e insistirá na proximidade com seu antecessor e padrinho. (Págs. 1 e político A6)

        Carandiru: PMs são condenados a 624 anos e a perda de cargo
        Os 25 policiais militares acusados pela maioria das 111 mortes na rebelião do Carandiru, em outubro de 1992, foram condenados a 624 anos de prisão. É a segunda maior pena da história da Justiça brasileira. A sentença prevê, ainda, a perda do cargo a nove oficiais que estão na ativa, incluindo o ex-comandante, Madia. Eles poderão recorrer em liberdade. (Págs. 1 e metrópole A26)
        Desigualdade de renda cai em 80% das cidades
        A desigualdade de renda caiu em 80% das cidades do País entre 2000 e 2010. O fato, inédito, é ainda mais relevante porque na década anterior a desigualdade medida pelo índice de Gini aumentara em 58% das cidades brasileiras. Trabalho e Bolsa Família explicam o fenômeno. Emilianópolis (SP) teve a maior queda da desigualdade. (Págs. 1 e metrópole A18, A19 e A22)
        Proletários do giz
        O professor Alfredo Bosi diz que professores não suportam mais as condições que fazem do ensino a trava do IDH do País. (Pág. 1 e Aliás)
        Demanda fraca trava crescimento da indústria (Págs. 1 e economia B1)


        CNA fragilizado põe em risco legado de Mandela (Págs. 1 e internacional A12)


        Novo líder e doutrinas antigas 
        A ideia de que Kim Jongun, que assumiu o poder na Coreia do Norte em 2012, tivesse uma mente reformista foi desfeita em pouco tempo, relatam Felipe Corazza e Hélvio Romero, enviados especiais. Aferrado às doutrinas consolidadas por seu pai e seu avô, Kim busca a melhoria das condições de vida da população, enquanto promete que não descuidará das defesas contra “os inimigos externos”. (Págs. 1 e internacional A17)
        Sociedade: Os jovens e a moda da anarquia
        Na atual fase, em que o Estado está em descrédito, a moda da anarquia e do Black Bloc contagiou jovens, relata Bruno Paes Manso. Quase 2 meses após o início dos atos, debates virtuais sobre uso da violência como estratégia são feitos em 23 Estados. (Págs. 1 e metrópole A23)
        Reportagem especial: Gás de xisto, uma aposta americana
        A exploração de gás de xisto nos Estados Unidos iniciou uma revolução capaz de alterar o cenário econômico do país, relata Denise Chrispim Marin. As reservas são suficientes para pelo menos um século, mas ambientalistas alertam para os riscos da extração. (Págs. 1 e economia B8 e B9)
        Fernando Henrique: Cartas na mesa
        A visão petista descrê da sociedade civil, atrela-a ao governo e ao partido, e transforma o Estado na mola exclusiva da economia. (Págs. 1 e espaço aberto A2)
        Notas & Informações: Nova ameaça à disciplina fiscal
        Decisão sobre mobilidade urbana pode pôr novamente em xeque boa gestão das contas públicas. (Págs. 1 e A3)
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        Correio Braziliense

        Manchete: O superfaturamento de passagens na Esplanada
        Documentos aos quais o Correio teve acesso mostram que agências de turismo cobraram do governo valores superiores aos repassados às companhias aéreas. Em um dos casos, a Secretaria de Políticas para as Mulheres pagou R$ 24.800 por um voo, com destino a Nova York, onde a ministra Eleonora Menicucci participaria de compromisso oficial. O bilhete, no entanto, custou metade disso. O Ministério Público Federal trata a prática como fraude, e o Tribunal de Contas da União decidiu editar, na semana passada, novas regras para a contratação das empresas. (Págs. 1, 2 e 4)
        Quanto vale R$ 1? (Quase) Nada
        Seis anos depois, reportagem volta ao comércio para saber o que é possível comprar com a moedinha que já foi símbolo da força do real. A disparada da inflação, porém, fez o brasileiro perder o poder de consumo. Se em 2007 a dona de casa levava para casa quase 30 itens, hoje só consegue colocar dois produtos na sacola. (Págs. 1 e 9)
        Seu bolso: Sonho da casa própria mais caro
        Alta da taxa básica da economia, a Selic, já onerou cheque especial e cartões de crédito. Agora, as instituições financeiras estudam aumentar os juros nos empréstimos imobiliários. Em pouco mais de três meses, índice passou de 7,25% ao ano para 8%. A expectativa é de que chegue a 10% até o fim de 2013. (Págs. 1 e 12)
        Novo presidente do Irã toma posse em tom conciliador (Págs. 1 e 16)


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        Estado de Minas

        Manchete: Muitas leis poucos fiscais
        Novas normas exigem mais fiscalização, mas número de agentes na PBH é o mesmo desde 2000

        A legislação cresce e fica mais rigorosa a cada ano, mas a Prefeitura de Belo Horizonte continua com os mesmos 400 fiscais. Com a sobrecarga de trabalho, eles não conseguem dar conta de punir todas as irregularidades. Gerente da PBH reconhece o problema, mas transfere parcela da culpa para a população. “A maior parte dos problemas ocorre por falta de consciência cidadã”, alega Gilmar Evangelista da Silva.

        (Págs. 1, 21 e 22)

        Voos de ministros: Turbulência nas passagens superfaturadas
        A viagem da ministra Eleonora Menicucci, da Secretaria de Políticas para as Mulheres, a Nova York para compromisso oficial custou R$ 24.800,82. Na companhia aérea que emitiu o bilhete, no entanto, o voo saiu por R$ 12.677,31. O TCU e o Ministério Público investigam o caso. (Págs. 1, 3 e 4)
        Jequitibá: A cidade que tem a maior concentração de renda
        Entre todos os municípios do país, não há nenhum outro em que a riqueza está nas mãos de poucos muito ricos, enquanto muitos são pobres e ganham pouco dinheiro. (Págs. 1 e 8)
        Dói no bolso: Saudade do tempo em que R$ 1 comprava muita coisa (Págs. 1 e 17)


        Medo do terror: Interpol emite alerta de segurança a 190 países (Págs. 1 e 18)

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        Correio da Bahia

        REFORÇO

        Bahia é o estado que vai receber mais médicos em programa federal








        Arquivo CORREIO
        / Crédito: Arquivo CORREIO

        EMPREGOS

        Divulgado edital de seleção da Hemoba para preencher 113 vagas


        OPORTUNIDADES

        Concurso da UFRB oferece 39 vagas para servidores


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        Zero Hora
        Manchete: Um carro levado a cada 80 minutos
        Primeira reportagem da série sobre segurança pública retrata a saga de motoristas que têm seu veículo roubado em Porto Alegre. (Págs. 1 e 29 a 32)
        Congresso: Bancada gaúcha gasta R$ 2,79 milhões por mês com 718 assessores (Págs. 1, 10 e 11)


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        Jornal O Povo da Serra da Mantiqueira

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        Veja

        Manchete: Pesquisa exclusiva: Assassinos ao volante
        As mortes no trânsito no Brasil já superam os crimes de homicídio. (Pág. 1)
        Mantega a Veja: 'A pior coisa que existe para o Brasil é a inflação' (Pág. 1)


        Humildade: O evangelho segundo Francisco (Pág. 1)


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        Época

        Manchete: De onde vem a maldade?
        Novos estudos mostram por que há tanta gente como Félix, o vilão da novela Amor à Vida.

        Walcir Carrasco escreve sobre "seu filho". (Pág.1)

        Imóveis: O guia definitivo para evitar as armadilhas do financiamento imobiliário (Pág. 1)


        Exclusivo: A carta em que o atual embaixador americano no Brasil agradece o apoio da agência de espionagem digital NSA (Pág. 1)


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        ISTOÉ

        Manchete: Melatonina: O super-remédio
        Cientistas americanos, europeus e brasileiros revelam que esse hormônio indutor do sono ajuda a emagrecer, combate a enxaqueca, a diabetes e a hipertensão e oferece proteção contra o câncer e o mal de Alzheimer. (Pág. 1) 
        Política: O fogo 'amigo' contra Dilma (Pág. 1)


        Exclusivo: O drama das vítimas da escolinha do terror (Pág. 1)


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        ISTOÉ Dinheiro

        Manchete: O novo império da publicidade
        Esses dois senhores criaram a maior empresa de propaganda do mundo ao unirem as operações da francesa Publicis e da americana Omnicom e abrem uma nova era do setor. Entenda o impacto desse meganegócio no Brasil e no Mundo. (Pág. 1)
        Concessões: A aposta de Dilma para fazer o PIB crescer mais (Pág. 1)


        Siemens: A demissão do CEO que comandou a limpeza ética (Pág. 1)


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        Carta Capital

        Manchete: Black blocs: Depredação nas ruas (Pág. 1)


        Progresso no IDH: Ainda que precária, a democracia serviu para alguma coisa (Pág. 1)


        The Economist: Os emergentes produzem metade do PIB mundial (Pág. 1)


        +Qi
        Bons modos, de Wilde a Joaquim Barbosa. (Págs. 1 e 63)
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        EXAME

        Manchete: Nunca mais seremos ricos?
        O Brasil deixou de ser um país pobre nos anos 60, mas nunca conseguiu dar o passo seguinte. Por que ainda estamos presos ao que os economistas chamam de 'armadilha da renda média' - e o que fazer para dar o próximo salto. (Pág. 1)
        Eike Batista: O que sua ascensão e sua queda ensinam sobre as falhas do mercado financeiro brasileiro (Pág. 1)


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        * Luta Brasil!

        Essa foto rompe o tempo, rompe a ideia de lugar, rompe, pra mim, até a falsa noção que temos de que uma Foto é um registro imagético de 1 momento. Não consigo enxergar isso nela... enxergar um Ano X, um Dia X, um Momento X, um Homem no chão, um Policial e uma Mulher brigando.

        Não. Só vejo Síntese. Síntese de tudo que
         aprendi, li e sei sobre este país. Tem ai... Navio negreiros, quilombos e o Carandiru. Vejo ai... Portugal, Jesuítas e Mulheres sem direito a voto. Tem hora que vejo uma mulher lutando contra um estupro. Me distraio um instante, e penso sobre as mães que perderam seus filhos pros regimes de Vargas e dos Fardados.

        Pisco, e de repente: Canudos! Olho pra arma deste policial e vejo uma moto-serra impiedosa varrendo a amazônia... e índios e ambientalistas sucumbindo em defesa da mata. Fujo meu olhar pro homem no chão e vejo nele 100 sem-terras mortos em Eldorados dos Carajás, e no instante que pensava isso refletir, em 1 segundo, se as pessoas lembravam disso... de Eldorado, e cocei o queixo.

        Foi o bastante pra ver o Índio Galdino, em chamas, quando voltei o olhar pro mesmo homem no chão. E a arma, antes uma moto-serra, virou um tubo cheio de gasolina. Vejo, vejo, vejo e a sequencia segue trágica, como é nossa historia, como é a foto.

        O Estado ta ali... escondido, no canto da foto, impessoal, sem cara, pastorando e na cobertura de seu braço armado. A Arte de rua, irônica, marginal, pixada, risca tudo, como que querendo transcrever a desordem que observa.

        Deus ta no meio também, sempre tá. Ta ali, com sua representante "gorda e medrosa" (como é a igreja diante da tragedia humana) estendendo sua mão de compaixão quase inútil, mas ta ali.

        A imagem congela um choque, um confronto histórico, complexo... não só de pretos versus brancos, de ricos versus pobres, de homens versus mulheres, e de um estado burgues versus a dignidade humana.

        Mais que isso. As tantas subdivisões, escalas e composições em confronto no mundo real, vivido, talvez encontre sua síntese no peso e na força que estes ombros largos suportam e lançam sobre seu algoz.

        Daria uma bela capa pro livro "A Verdadeira, Cruel e Barbara, Historia do Brasil".


        Marcelo Castro.

        (Foto de uma greve na Fiocruz)

        sábado, 3 de agosto de 2013

        * Quando usar lentes de contato não se aproxime do fogo!


        Uma menina de 21 anos estava usando de lentes de contato
        para uma reunião num churrasco. 

        Enquanto ela estava cozinhando churrasco olhou para os carvões de fogo continuamente por 2-3 minutos.

        Depois de alguns minutos, ela começou a gritar por ajuda , pulando para cima e para baixo.
        Ninguém sabia por que ele estava fazendo isso?

        Então, no hospital, o médico informou que é permanentemente ficarem cegos porque a lente de contato por ser de material gelatinoso podem -se derreter com o calor do carvão vegetal .

        Não use lentes de contato enquanto cozinhe ou faça algo perto de coisas com calor excessivo, pois eles podem superaquecer!

        Amigos, a informação é importante, por favor
        Compartilhe esta mensagem a todos as pessoas que usam lentes de contato.


        * Manifestante do Rio morre por complicações respiratórias

        CLARICE CUDISCHEVITCH - Agência Estado
        Fundador do Cinema de Guerrilha da Baixada, grupo que produz filmes de baixo orçamento e oficinas para jovens da periferia, o ator e cantor Fernando da Silva Candido morreu na quarta-feira passada, 31, aos 34 anos, por problemas respiratórios. Anão, ele sofria de doença pulmonar crônica. Amigos creditam a morte ao fato dele ter respirado gases lacrimogêneo e de pimenta durante um protesto no centro do Rio em 20 de junho.
        Fernandão, como era conhecido, estava internado desde 24 de junho no Hospital Israelita Albert Sabin (Tijuca, zona norte). O atestado de óbito informa que ele morreu de "choque séptico, sepse pulmonar (infecção generalizada) e fibrose pulmonar".
        Na noite da manifestação, que reuniu cerca de 300 mil pessoas e foi uma das mais violentas do Rio, com intensa repressão policial, Fernandão acompanhava o amigo Vitor Gracciano. "Estávamos na (estação ferroviária) Central do Brasil e falei para o Fernandão que era melhor irmos embora. Mesmo assim, ainda respiramos muito gás, que tomou conta do lugar", disse Gracciano.
        No dia seguinte, Fernandão começou a se sentir mal, segundo o amigo. Acabou hospitalizado três dias depois porque vomitava sangue. "Desde então ele piorou e foi para a UTI, onde ficou por três semanas", afirmou Ricardo Rodrigues, outro fundador do movimento. "Ele piorava e melhorava, mas ninguém imaginava que isso ia acontecer."
        Os amigos afirmam que o gás lacrimogêneo foi o responsável pela internação de Fernandão. "Com certeza o fato de ter respirado o gás fez que a condição dele piorasse", disse Gracciano, acrescentando que também pegou pneumonia após participar do protesto. "Sofro de bronquite, mas não tinha problemas desde os oito anos. Depois de respirar o gás, fiquei com muita tosse e febre e precisei tomar remédios."
        Em vídeo gravado no hospital, Fernandão sustentou que o gás era a razão da piora. "Passei muito mal e tive que ser internado. Se eu não tivesse plano de saúde, já estaria morto", disse ele, que chegou a afirmar que, quando saísse do hospital, protestaria na porta do prédio em que vive o governador Sérgio Cabral (PMDB), no Leblon (zona sul).
        Segundo os amigos, Fernandão chegou a ser morador de rua. O único familiar que tem é uma tia. Ele foi enterrado quinta-feira no cemitério Ricardo de Albuquerque, na zona norte. 

        Fernandão manda uma mensagem !! Veja o relato dele:


        * Agronegócio: Os especuladores de olho na agricultura

        Com a perspectiva negativa do setor financeiro, as apostas estão cada vez mais nas terras dos países em desenvolvimento
        Por Rui Daher, CartaCapital
        O que faria o investidor norte-americano Jim Rogers, fundador junto com George Soros do Quantum Fund, em entrevista ao Financial Times, afirmar que seu foco atual está na compra de ativos agrícolas?
        “Compro fazendas de capital aberto na Austrália, Indonésia e África. Mas é possível investir em tratores, fertilizantes, sementes”.
        Além de insistir na tendência de queda na cotação do ouro, Rogers vê em fase terminal o ciclo de grandes ganhos no setor bancário: “Temos alavancagem gigantesca no setor e agora todos os governos estão sendo duros com os tipos financeiros. Acho que será um lugar terrível para estar nos próximos 10, 20, 30 anos”.
        Ainda que o acerto dessa previsão possa chegar apenas a um insípido seis e meio, confirmada, é possível antever lances de filme de terror num país grandão abaixo da linha do equador.
        Produtiva, até lá, a camada do pré-sal pode não ser suficiente para apaziguar os rapazes do mercado financeiro em busca de “meus sais, please!”.
        A aposta de Rogers na agricultura é óbvia e de percepção pouco recente. Arrisco dizer que hipotéticos conflitos mundiais no futuro dever-se-ão à conquista de territórios capazes de permitirem produção farta de alimentos, fibras, produtos florestais e energia renovável.
        Identificaram, pois não.
        Jogando com um porvir que a mim não caberá, preocupo-me quando noto o imediatismo de governantes e empresários nacionais com o gerenciamento de um patrimônio que recebemos de grátis.
        Riquíssimos biomas, biodiversidade farta, boas condições edafoclimáticas, amplos recursos hídricos. A isto, ainda que a trancos, barrancos e Embrapa, acrescentamos razoável aparelho tecnológico.
        Bem, deu no que deu e fez aumentar a cobiça internacional por este “em se plantando, tudo dá”. Na mira, também a África, porém menos fácil, daí mais barata.
        Dito isso, se os leitores estiverem ouvindo muito bochicho por aí com temas indígenas, mineratórios, assentamentos e de regulação da venda de terras a estrangeiros, se amofinem, sim. Podem estar querendo ampliar em alguns quilômetros quadrados os balcões imobiliários.
        Quando presidente da República, o general Emílio Garrastazu Médici assinou a Lei nº 5.709, de 1971, que impunha restrições à compra de terras por estrangeiros, pessoas físicas ou jurídicas. Com a chegada das tantas subsidiárias “do Brasil”, no ritmo do processo de industrialização, a compra pôde correr solta. Bastava o capital lá de fora manter sede e administração aqui.
        A Constituição de 1988, através do artigo nº 171, deu uma apertadinha, o que o Congresso Nacional tratou de revogar através de Emenda Constitucional, de 1995.
        De lá para cá, quando a transação não é feita dentro de um cartório, o ato pode ser finalizado numa vasta plantação de laranjas. O fato perdura, sobretudo, após a Advocacia Geral da União (AGU) ter emitido parecer que classifica e limita a extensão das áreas passíveis de compra e, no caso de empresas, impõe capital majoritariamente nacional.
        É claro que a dimensão dos interesses aí envolvidos tem gerado reações contrárias de ruralistas e do setor imobiliário. Forte lobby procura derrubar as restrições no Legislativo.
        O mesmo acontece em instâncias do Judiciário, que vêm orientando os tribunais regionais a desconsiderarem o artigo constitucional e o parecer da AGU. Uma mixórdia jurídica capaz de legar às gerações futuras o mesmo caos que conflita a demarcação de terras indígenas.
        A verdade é que fundos de investimento e mesmo governos estrangeiros salivam quando percebem fácil a aquisição de terras no Brasil e em partes do continente africano. Ainda mais se dos EUA, China, Japão e países do Golfo Pérsico. Seus faros replicam o de Jim Rogers.
        Conta-se que, nos últimos dez anos, cerca de 80 milhões de hectares foram adquiridos por estrangeiros em América Latina e África.
        São bem-vindos os investimentos estrangeiros diretos (IED). Desde que produtivos. Característica nem sempre garantida quando se trata de terras e de um futuro onde riquezas naturais e soberania estarão na essência da geopolítica no planeta.


        * O agroturismo e a sustentabilidade



        3 DE JULHO DE 2013

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        Redação
        Agroturismo
        Foto: Viagem
        O termo, que remete ao turismo rural, se faz cada vez mais presente nos negócios ligados à agricultura, já que é uma grande oportunidade de negócios para os produtores e, também, para os visitantes.
        O agroturismo é reconhecido por ser um movimento de troca de experiências: os visitantes aprendem sobre os costumes, cultura e modos de vida dos agricultores. Mas afinal, por que optar por esse tipo de turismo?
        Com propósitos educacionais e recreativos, esse tipo de turismo permite que o turista se reconecte à agricultura durante suas férias, acompanhando criações de gado, produção, cultivo e colheita de frutas e outros alimentos. Essa modalidade permite, também, que a relação consumidor e produtor seja reconstruída.
        O produtor, por sua vez, se beneficia economicamente, já que recebe dinheiro de hospedagem e de venda de produtos aos turistas.
        Nos últimos anos houve uma tendência de aumento no custo dos insumos para a pecuária e agricultura e de caída nos preços das commodities. Além disso, a globalização e a industrialização também foram fatores decisivos para os problemas financeiros dos fazendeiros, que estavam acostumados a enfrentar a concorrência apenas no mercado regional. O uso de tecnologia moderna também contribuiu, já que permitiu o aumento da produção em larga escala.

        Sustentabilidade: a alma do negócio

        O agroturismo é reconhecido, também, por ser um importante indicador de sustentabilidade em algumas cidades já que engloba os aspectos sociais, ambientais e econômicos. O projeto auxilia ainda no desenvolvimento regional e na inclusão social.
        Apesar do número de visitantes nas propriedades e instalações, o agroturismo ainda não provoca impactos ambientais muito negativos. Isso porque ele estimula a conservação ambiental e a multiplicação de espécies.
        A modalidade ajuda a estabilizar a economia local, criando empregos e permitindo um maior movimento no comércio de mercadorias, prestação de serviços e construção civil. Prova disso é o Community Supported Agriculture (CSA), criado nos Estados Unidos.
        O CSA permite que as famílias mantenham a agricultura local assinando um compromisso financeiro com determinada fazenda em troca de visitas regulares ou produtos e mercadorias.

        * Desperdício de alimentos no Brasil

        De acordo com o Instituto Akatu, o Brasil é o 4° maior produtor mundial de alimentos e também um dos campeões em desperdício. Cerca de 26 milhões de toneladas de alimentos vão para o lixo por ano, essa quantidade é suficiente para alimentar cerca de 19 milhões de pessoas com três refeições ao dia (café da manhã, almoço e janta).
        Segundo o caderno temático do Instituto Akatu “A nutrição e o consumo consciente” (2003), aproximadamente 64% do que se planta no Brasil é perdido ao longo da cadeia produtiva. O infográfico abaixo aponta a origem dos maiores desperdícios de alimento:
        Infográfico Desperdício de Alimentos
        Com o consumismo desenfreado, infelizmente, esses números só aumentam. Quantas vezes ao andarmos em praças de alimentações, bares e restaurantes, vemos as pessoas pedirem lanches, pratos rápidos e diversas outras opções para almoçar ou jantar e depois largar metade da comida no prato, que depois tem como destino certo o lixo?
        Com o aumento e a facilidade das lanchonetes e restaurantes, acabamos ficando “preguiçosos”, não temos mais a necessidade de “comer para viver”, plantando e comendo como os nossos avós ou bisavós faziam, tem sempre a falta de saciedade e sobra de gula! Vejo a falta de moderação e disciplina até entre os meus familiares, em um simples almoço de domingo, quando forçam as crianças a comerem aquele prato cheio e a criança come no máximo três colheradas, deixando o resto até esfriar e depois: lixo! Acho que todo mundo já viu isso algum dia.
        Com o aumento e a facilidade das lanchonetes e restaurantes, acabamos ficando ‘preguiçosos’, não temos mais a necessidade de ‘comer para viver’, plantando e comendo como os nossos avós ou bisavós faziam, tem sempre a falta de saciedade e sobra de gula!”
        Um estudo feito pela ONU aponta que em todo mundo, até metade dos alimentos produzidos são jogados fora e o planeta sofre com essa desigualdade alimentícia, são cerca de 870 milhões de pessoas que passam fome diariamente, 26% das crianças de todo o mundo são consideradas raquíticas por desnutrição. No Brasil cerca de 19 milhões de pessoas passam fome diariamente.
        O desperdício de alimentos também está ligado ao de água e energia, segundo a ONU, a agricultura consome cerca de 70% de toda a água usada no mundo, somando todo o volume usado para produção dos alimentos que são desperdiçados a cada ano, dá para encher cerca de 70 milhões de piscinas olímpicas. São números assustadores.