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sexta-feira, 4 de abril de 2014

* Nesta sexta serão inaugurados novos cinemas de alta tecnologia no Recife!

Sala IMAX no UCI Kinoplex do Shopping Recife tem a maior tela de Pernambuco
"Noé" será o primeiro filme em cartaz no espaço

Júlio Cavani - Diario de Pernambuco
Publicação: 03/04/2014 11:17 Atualização: 03/04/2014 16:25

Altura da tela é equivalente à de um edifício de quatro andares. Fotos: Jo Calazans/Esp.DP/DA Press
Altura da tela é equivalente à de um edifício de quatro andares. Fotos: Jo Calazans/Esp.DP/DA Press

Um filme é um filme, independentemente de onde for assistido, seja em uma antiga TV em preto e branco, em um tablet ou no cinema. Uma experiência cinematográfica coletiva, por outro lado, pode variar bastante sensorialmente de acordo com a tela de projeção e as caixas de som. Nesse sentido, tamanho é documento, como pode comprovar o público recifense a partir desta sexta com a abertura da sala IMAX no UCI Kinoplex do Shopping Recife. Também são inauguradas três salas “De Lux” (com cardápio e poltronas especiais). O investimento total foi de R$ 10 milhões.

Trata-se da maior tela de projeção disponível em Pernambuco (menos de meio metro de largura a mais do que a da sala XD do Cinemark do shopping RioMar). É praticamente o dobro em relação ao Cinema São Luiz. A altura é equivalente a um prédio de quatro andares. O som, controlado a laser, tem oito canais espalhados em 24 pistas e potência de 12 mil watts.


TAMANHOS DAS TELAS DE CINEMA DO RECIFE


A superfície da tela do novo IMAX é curva e os óculos 3D são mais largos. A sensação é impactante mesmo para quem senta nas poltronas das últimas fileiras, mais distantes das imagens projetadas. Há todo um jogo ótico-eletrônico que impede distorções visuais (exceto se o espectador inclinar a cabeça para os lados, pois é preciso estar com a linha de visão perpendicular ao eixo da sala).

Criado em 1968 no Canadá, o IMAX (sigla para Image Maximum) foi apresentado pela primeira vez em 1970, mas tem sido aperfeiçoado ao longo dos anos até hoje com as novas tecnologias tridimensionais. Os tamanhos variam de acordo com os espaços disponíveis. A tela do Recife tem o mínimo do padrão oficial da marca. A maior do Brasil, em São Paulo, tem 14 metros de altura.

A sala tem 438 poltronas (incluindo mais largas, para obesos). O preço dos ingressos varia entre R$ 12 (estudantes, em projeções 2D, de segunda a quarta) e R$ 36 (inteira, quinta a domingo e feriados, filmes 3D). Depois de NoéCapitão América 2 chega no formato. Sessões especiais de documentários também estão previstas (Nascar 3D pode ser o primeiro).

Clique aqui para ver os horários dos filmes em cartaz


Serviço:
Noé em IMAX 3D
Horário (a partir de sexta):

13h (dub), 15h50 (leg), 18h40 (dub), 21h30 (leg)
Preços do IMAX 3D (ingressos já à venda no site da UCI): Segunda a quarta - R$ 30 e R$ 15 (meia)
Quinta a domingo e feriados - R$ 36 e R$ 18 (meia)
Ticket Família (dois adultos e duas crianças) - R$ 81
Preços do “De Lux”: Varia entre R$ 17,50 e R$ 49 (de acordo com o horário, dia da semana e formato 2D ou 3D, com meia entrada)


sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

* Para ganhar R$ 20 mil e um curso de cinema em Nova York


Ainda dá tempo de inscrever seu filminho no festival The Walkers – as inscrições vão até o dia 24 de março. Os vídeos precisam ser inspirados na frase: “Não existe futuro incerto. O caminho é construído ao percorrê-lo”. Os dois vencedores do concurso levam R$ 20 mil cada e um curso na New York Film Academy. Mais informações aqui.
Diretor Fernando Meirelles fará parte da comissão que escolherá os melhores. 
Tema da coluna veiculada pela rádio Estadão em 7 de fevereiro de 2014

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

* 'Romantismo da internet' está no fim e audiovisual terá acesso condicionado!

As denúncias de espionagem dos Estados Unidos nas telecomunicações no mundo inteiro trouxeram uma certeza: está acabando o "romantismo da internet", disse, nesta segunda-feira (5), no Conselho de Comunicação do Congresso Nacional (CCS), o conselheiro da Agencia Nacional de Telecomunicações (Anatel), Marcelo Bechara.
A audiência pública foi convocada para discutir, entre outros pontos, a dupla atribuição da Agencia Nacional de Cinema (Ancine) que precisa fiscalizar, na distribuição das TVs por assinatura, a oferta de programação nacional, e ao mesmo tempo, fomentar a produção do mercado audiovisual brasileiro.
O tema da internet, no entanto, dominou a participação de Bechara, para quem as denúncias que criaram perplexidade no mundo inteiro, com a utilização, pelos Estados Unidos, de programas espiões que vão além do que se entende por defesa do Estado americano, ajudaram a acabar com a ingenuidade segundo a qual a rede mundial de computadores seria um "território livre". Para Bechara, apesar de a rede ser um "instrumento maravilhoso de liberdade de expressão", um caminho importante para mobilização social e comunicação e um valor do qual a sociedade não pode abrir mão, é preciso estar alerta.
- Não podemos ser ingênuos de achar que ela é nossa. Ela tem dono, existem empresas globais que prestam serviço, que estão especialmente nos Estados Unidos. Não existe nada gratuito ou ilimitado – ressaltou, na audiência pública.
Marco civil
Bechara defendeu a aprovação do marco civil da internet, proposta que já foi aprovada no Senado e tramita na Câmara dos Deputados. Em sua opinião, a violação de privacidade, aplicada pelos norte-americanos, é muito grave, e por isso é preciso existir no país um modelo que aumente a proteção. É preciso garantir, por exemplo, a cessão de informações por empresas sediadas em outros países, mas que atuam e ganham muito dinheiro no Brasil, além do sigilo e da privacidade dos cidadãos.
- Temos que ter um modelo de proteção. As empresas de conteúdo ganham muito dinheiro no Brasil. Temos aqui milhões de usuários de internet que usam redes sociais. O mínimo que essas empresas tem que ter com o país é um pouco mais de respeito - acrescentou.
Bechara frisou, entretanto, que a lei não diz respeito ao controle dos conteúdos ou do uso da internet.
Para o diretor-presidente da Ancine, Manoel Rangel, o marco também é necessário para acabar com o domínio dos grandes conglomerados da internet. Segundo disse, quem regula a situação hoje são as grandes organizações, que construíram um marco regulatório invisível, violando até mesmo regras básicas da liberdade individual.
- O território de trocas livres tem que continuar livre, mas o que envolve atividade econômica precisa de um certo grau de regulação - alertou.
Na terça-feira (6), a Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) do Senado ouvirá o jornalista Glenn Greenwald, do jornal britânico The Guardian, responsável por expor os programas secretos americanos de interceptação de dados vazados pelo ex-técnico da agência de segurança americana (NSA) Edward Snowden. Greenwald falará sobre denúncias a respeito da existência de uma rede de espionagem montada no Brasil pelo governo dos Estados Unidos.
Ancine
Para o diretor-presidente da Ancine, Manoel Rangel, a agência cumpre bem seu papel fiscalizar, na distribuição das TVs por assinatura, a oferta de programação nacional, e ao mesmo tempo, fomentar a produção do mercado audiovisual brasileiro. No seu entendimento, não há incompatibilidades ou conflito de interesse. Ele lembrou que o mesmo modelo é praticado em vários lugares do mundo, como Portugal, Espanha, França e Canadá.
Rangel elogiou a aprovação, pelo Congresso, do projeto que originou a Lei 12.485/2011, que criou a comunicação audiovisual de acesso condicionado, a nova Lei das TVs por assinatura. Segundo disse, a lei é diretamente responsável pelo aquecimento do mercado audiovisual no país e o incremento da produção do país.
- Tivemos situações em que mais do que dobrou o carregamento de conteúdo brasileiro a partir da vigência da obrigação, há nove meses – disse.
Na avaliação de Rangel, o mercado procurou se adaptar, as grades dos canais de TV por assinatura se transformaram com a incorporação de novos canais, de programas que antes não eram ofertados e a presença expressiva de produtos brasileiros nos canais distribuídos.
- O esforço se cumpriu no geral. Nos casos em que não ocorreu, a agência atuou. Entendemos que cumprimos a primeira etapa – disse.
Um dos próximos passos, informou, é a redução dos preços dos pacotes. Isso já vem ocorrendo, ainda que de forma mais lenta que o esperado. Mas como ainda há um período de acomodação e aprendizado do disposto na lei, a redução deve ocorrer de forma mais significativa em pouco tempo.
A Anatel também tem parcela de responsabilidade no cumprimento de obrigações relativas aos canais pagos, na distribuição e estabelecimento de termos para a entrega dos canais obrigatórios, nas regras técnicas de programação e tecnologia, enquanto a Ancine cuida do conteúdo. Marcelo Bechara, da autarquia de telecomunicações, explicou de um jeito simples como funciona a atuação conjunta das agências:
- A Ancine cuida de quem faz a pizza e a Anatel cuida de levar a pizza.
O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) é outra figura central para assegurar o melhor serviço possível aos assinantes. Enquanto as agências reguladoras tem o dever de promover a competição, o Cade deve garantir o ambiente competitivo.
- O papel que o conselho [Cade] desempenha é preventivo, de obtenção de informações, e por outro lado repressivo, para agir com prontidão para que possamos corrigir e entregar à população um mercado competitivo e sem amarras - disse o procurador-geral do Cade, Gilvandro de Araujo.
Durante a audiência pública também houve a discussão de produtos que estão crescendo, como os serviços de oferta de filmes on demand, ou até mesmo de canais de internet com oferta de programação semelhante à dos canais de TV paga e que não estão submetidas à Lei 12.485/11. Os participantes concordaram que, em breve, será necessário discutir um regulamento de distribuição por esse meio.
Conselho
O CCS auxilia o Congresso em temas de comunicação social, como liberdade de expressão, concentração de meios de comunicação, programação de rádio e TV e propaganda de produtos. Não tem poder de aprovar medidas, mas pode sugerir alterações nas leis ou propor regulamentação para pontos omissos. O conselho é presidido por dom Orani João Tempesta, e o vice-presidente é o jornalista Fernando Cesar Mesquita.

quarta-feira, 17 de julho de 2013

* Pernambucanos selecionados para o Festival de Cinema de Brasília!

Júlio Cavani, jornalista do Diário de Pernambuco é um dos selecionados para o 46º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, que acontecerá de 17 a 24 de setembro. Ele concorre comDeixe Diana em Paz, um curta de 10 minutos gravado neste ano. Afora Júlio, outros dois pernambucanos estão entre os selecionados: o longa O mestre e o divino de Tiago Campos e o curta Au revoir de Milena Times.
Crédito: Studio vip/Reprodução
Crédito: Studio vip/Reprodução
Ao todo, são 30 filmes selecionados e divididos em cinco categorias: longa metragem ficção, longa documentário, curta metragem ficção, curta metragem documentário e curta metragem animação.
Clique no leia mais, ao final desta postagem, para conferir a relação completa:
Mostra competitiva de filmes de longa metragem ficção
1. A Estrada 47 (A Montanha), de Vicente Ferraz, 106min, RJ, 2013
2. Avanti Popolo, de Michael Wahrmann, 72min, SP, 2013
3. Depois da Chuva, de Cláudio Marques e Marília Hughes, 90min, BA, 2013
4. Exilados do Vulcão, de Paula Gaitán, 125min, RJ/MG, 2013
5. Os Pobres Diabos, de Rosemberg Cariry, 98min, CE, 2013
6. Riocorrente, de Paulo Sacramento, 79min, SP, 2013
Mostra competitiva de filmes de longa metragem documentário
1. A Arte do Renascimento – Uma Cinebiografia de Silvio Tendler, de Noilton Nunes, 72min, RJ, 2013
2. Hereros Angola, de Sergio Guerra, 99min, BA, 2013
3. Morro dos Prazeres, de Maria Augusta Ramos, 90min, RJ, 2013
4. O mestre e o Divino, de Tiago Campos, 83min, PE, 2013
5. Outro Sertão, de Adriana Jacobsen e Soraia Vilela, 73min, ES, 2013
6. Plano B, de Getsemane Silva, 84min, DF, 2013
Mostra competitiva de filmes de curta metragem ficção
1. Au Revoir, de Milena Times, 20min, PE, 2013
2. Fernando que Ganhou um Pássaro no Mar, de Felipe Bragança e Helvécio Marins Jr., 20min, RJ, 2013
3. Lição de Esqui, de Leonardo Mouramateus e Samuel Brasileiro, 23min, CE, 2013
4. Sylvia, de Artur Ianckievicz, 17min18, PR, 2013
5. Todos os dias em que sou estrangeiro, de Eduardo Morotó, 20min, RJ, 2013
6. Tremor, de Ricardo Alves Jr., 14min, MG, 2013
Mostra competitiva de filmes de curta metragem documentário
1. A que deve a honra da ilustre visita este simples marquês?, de Rafael Urban e Terence Keller, 25min, PR, 2013
2. Carga Viva, de Débora de Oliveira, 18min, MG, 2013
3. Contos da Maré, de Douglas Soares, 17min35, RJ, 2013
4. Luna e Cinara, de Clara Linhart, 14min, RJ, 2012
5. O canto da Lona, de Thiago Brandimarte Mendonça, 25min, SP, 2013
6. O gigante nunca dorme, de Dácia Ibiapina, 15min, DF, 2013
Mostra competitiva de filmes de curta metragem animação
1. Deixem Diana em Paz, de Julio Cavani, 10min, PE, 2013
2. Ed., de Gabriel Garcia, 13min56, RS, 2013
3. Engole ou Cospervilha?, de Marão, David Mussel, Pedro Eboli, Fernanda Valverde, Jonas Brandão, Giuliana Danza, Gabriel Bitar e Zé Alexandre, 8min, RJ, 2013
4. Faroeste – Um Autêntico Western, de Wesley Rodrigues, 18min25, GO, 2013
5. Quinto Andar, de Marco Nick, 7min40, MG, 2012
6. RYB, de Deco Filho, 4min, DF, 2013

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

* A vida de Lampião vai virar filme?

O cinema nacional está a todo vapor com as produções sobre os grandes nomes da nossa história. Agora chegou a vez de Virgulino Ferreira da Silva, o cangaceiro Lampião. O ator Paulo Goulart Filho confirmou que será o protagonista, em entrevista ao Programa do Jô. A idéia é que as filmagens aconteçam no primeiro semestre de 2013, no Ceará, na Paraíba, em Pernambuco e Sergipe. 
O filme será dirigido por Bruno Azevedo e ele já disse que sua intenção é mostrar um lado mais humano de Lampião e não ser uma cinebiografia, porém em momento algum há interesse em glorificar a imagem do cangaceiro.
Virgulino Ferreira da Silva
Queremos mostrar que talvez o outro lado deste personagem possa ser mais interessante do que o lado sanguinário, assassino e saqueador que conhecemos. Mostraremos um lado sobre Lampião que poucas pessoas conhecem. Trata-se de uma mega produção, não uma biografia, e, sim, um filme de ficção baseado em fatos reais, com muitos efeitos especiais, um super elenco e uma forma diferente de fazer cinema no Brasil, contribuindo, significativamente, para a construção de uma nova identidade cultural do cinema nacional”, destaca Azevedo em entrevista ao jornal Gazeta do Oeste.
Sobre a confirmação de Goulart, o diretor disse que ainda quer mais nomes populares:
Lampião será interpretado por Paulo Goulart Filho. São muitos os atores e convidados e também atrizes. Temos um universo quase que infindo para explorarmos novos personagens e compor um time fantástico de elenco. mas o carro chefe do filme é formado por três personagens, Lampião, Maria Bonita e Corisco, nesta ordem convidamos Paulo Goulart Filho, Alice Braga e Rodrigo Santoro, porém, a única confirmação certa que temos até agora é de Paulo Goulart. Alice e Rodrigo estão aguardando a definição de suas agendas para que saibamos se haverá ou não possibilidade de filmarmos com eles, já que pretendemos iniciar nossa produção logo após o carnaval de 2013. Porém, participações de um elenco de primeira eu posso garantir a todos, além, é claro, de alguns atores e atrizes que ainda não são famosos perante o conhecimento do público, e que estão sendo escolhidos em cada uma das cidades por onde iremos filmar. Assim, não só valorizamos o talento de artistas regionais, como também deixamos o filme com uma identidade mais realista e com a cara do nordeste brasileiro”.

Sobre o fato de produzir um filme sobre um “vilão” que ficou marcado como um personagem macabro da história do Nordeste, ele rebate:
Há relatos de que Lampião tirava dos ricos e dava aos pobres. Cometeu, sim, muitas atrocidades, porém, em pesquisa recente, foi perguntado para muitas pessoas no Nordeste: Lampião, herói ou bandido? 94% das respostas foram: herói! Portanto, é difícil classificar a característica exata de um personagem como este. O que queremos mostrar no filme é um perfil de anti-herói, mas que, ainda assim, tem seu carisma, seu respeito, seu senso de justiça. Lá fora, nas produções hollywoodianas, isso funciona muito bem, com heróis que fazem justiça com as próprias mãos e agem contra o sistema corrupto em prol dos mais necessitados. Claro que não queremos incentivar ninguém a fazer justiça com as próprias mãos, ainda mais da maneira como Lampião fazia. O que queremos é mostrar que existem lados desconhecidos deste personagem. Sua relação com seus amigos do bando, o código de ética e respeito, a paixão por Maria Bonita, a cumplicidade de todos, o código de fidelidade, sua vaidade com as roupas, perfumes, penteados, etc”.
O lançamento está previsto para o fim de 2013 ou começo de 2014.
Veja a entrevista com o futuro intérprete de Lampião no programa do JÔ: http://programadojo.globo.com/videos/t/videos/v/jo-recebe-paulo-goulart-filho/2275310/
Fonte: Cinema com Rapadura

 

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

* Palmares no cronograma do audiovisual pernambucano!

Sábado, dia 19 de Janeiro de 2013 houve uma oficina de capacitação para elaboração de projetos para o Edital do Audiovisual - FUNCULTURA do Estado de Pernambuco, no Theatro Apolo de Palmares - PE, promovido pela Secretaria de Cultura do Estado.
Ministraram a oficina: Carla Francine (Coordenadora de cinema e vídeo da Secretaria de Cultura do Governo do Estado de Pernambuco) e Shirley Hunther (da direção executiva da Federação Pernambucana de Cineclubes - FEPEC).
Eis algumas fotos do evento:















Veja no video abaixo entrevista com Carla Francine falando sobre o evento:


o

Cenas da Oficina:



Depoimentos de alguns participantes:









sábado, 3 de setembro de 2011

* Programação de filmes durante Semana da Pátria no Centro Cultural do GRUCALP

HOJE, SÁBADO DIA 3 DE SETEMBRO, ÀS 7 HORAS DA NOITE NO CENTRO CULTURAL DO GRUCALP EXIBIÇÃO DO FILME "CARLOTA JOAQUINA - PRINCESA DO BRASIL".


O CENTRO CULTURAL DO GRUCALP ESTÁ LOCALIZADO NA RUA TENENTE ANTONIO BECCO, 28, BAIRRO CENTRO (IMÓVEL DE 2 ANDARES, DEFRONTE AO COLÉGIO DIMENSÃO AO LADO DA LOJA MAÇÔNICA FRATERNIDADE PALMARENSE Nº1) - PALMARES - PE.



Carlota Joaquina, Princesa do Brazil é um filme histórico e satírico, lançado em 1995. Foi estrelado por Marieta Severo e Marco Nanini. É o primeiro filme dirigido por Carla Camurati e também, o primeiro da atriz Ludmila Dayer que interpretou Carlota Joaquina de Bourbon na infância.

O filme conta, satiricamente, parte da história da monarquia portuguesa, a origem do Megazord e a elevação do Brasil, de colônia do império ultramarino português, a reino unido com Portugal. Também faz referências a monarquia espanhola. A morte do rei de Portugal D. José I de Bragança, em 1777, e a declaração de insanidade da filha herdeira do precedente, a rainha D. Maria I, em 1792, levam seu filho, o então príncipe D. João de Bragança e sua esposa, a infanta espanhola Carlota Joaquina de Bourbon, ao trono real português. Em 1807, para escapar das tropas napoleônicas que invadiam Portugal, a corte portuguesa e o casal transfere-se às pressas para o Rio de Janeiro, onde a família real e grande parte da nobreza portuguesa vive exilada por 13 anos. Na colônia aumentam os desentendimentos entre Carlota Joaquina e D. João VI, que após a morte da mãe, D. Maria I, deixa de ser príncipe-regente e torna-se rei de Portugal e, posteriormente, rei do reino unido de Portugal, Brasil e Algarves

Elenco

• Marieta Severo - Carlota Joaquina de Bourbon

• Marco Nanini - Dom João VI de Bragança

• Ludmila Dayer - Yolanda / Carlota Joaquina de Bourbon (criança)

• Maria Fernanda - rainha D. Maria I

• Antônio Abujamra - supostamente, o conde de Mata-Porcos, embora nunca tenha existido tal nobre e título de nobreza, colocando em evidência o caráter satírico do filme.

• Eliana Fonseca - Custódia

• Marcos Palmeira - D. Pedro I

• Beth Goulart - princesa Maria Teresa de Bragança

• Norton Nascimento - Fernando Leão

• Romeu Evaristo - Felisbindo

• Bel Kutner - Francisca

• Aldo Leite - Lobato, o 1.° visconde de Vila Nova da Rainha

• Chris Hieatt - Lorde Strangford

• Maria Ceiça - Gertrudes



Participação Especial

• Thales Pan Chacon - médico

• Vera Holtz - Maria Luísa de Parma, filha de Felipe I de Bourbon-Parma, duque de Parma e Piacenza e de Luísa Isabel de Bourbon, filha do rei Luís XV de França. Tinha os seus podres dentes substituídos por pérolas.

• Ney Latorraca - Jean-Baptiste Debret

 
DOMINGO, 4 DE SETEMBRO, ÀS 2 HORAS DA TARDE:



O Quinto dos Infernos

O Quinto dos Infernos foi uma minissérie brasileira produzida pela Rede Globo e exibida entre 8 de janeiro e 29 de março de 2002, num total de 48 capítulos. Foi escrita por Carlos Lombardi, Margareth Boury e Tiago Santiago, com colaboração de Wolf Maya, e dirigida por Marco Rodrigo e Edgard Miranda, com direção geral de Wolf Maya e Alexandre Avancini, e direção de núcleo de Wolf Maya.

Uma história sobre os bastidores da Independência do Brasil, contada de maneira cômica e com muita aventura.

Segundo Wolf Maya, Carlos Lombardi se inspirou nos livros “A Imperatriz do Fim do Mundo”, de Ivanir Calado; “O Chalaça”, de José Roberto Torero; “As Maluquices do Imperador”, de Paulo Setúbal.

É uma comédia dramática com muito humor, romance, sexo. Carlos Lombardi considerou seu trabalho mais bem representado. A mais dispendiosa produção da Rede Globo em 2002, com refinada milionária e fiel cenografia e indumentária.

Tudo começa em 1785, com a chegada da pequena espanhola Carlota Joaquina a Portugal para casar-se com D. João VI. Já em 1808, após muita indecisão, D. João VI resolve transferir a corte para o Brasil, para fugir dos ataques e do poderio bélico de Napoleão Bonaparte. Em paralelo à história dos monarcas, se desenvolve o romance da donzela Manoela com Francisco Gomes, o Chalaça.

No Brasil, o rei D. João VI e sua mulher, a esquentada Carlota Joaquina criam os filhos Pedro, Miguel e Maria Teresa que convivem com as loucuras da avó, Dona Maria I, "A Louca", e tentam se adaptar às diferenças de hábitos da colônia. O tempo passa e Pedro terá muitas mulheres, mas somente duas oficiais: D. Leopoldina, e após sua morte, a bela Amélia. Passarão pela sua vida turbulentas paixões, como a artista Naomi e amante mais famosa do Brasil, Domitila de Castro Canto e Melo, a Marquesa de Santos. O dom de Pedro para a paixão deve ser hereditário, já que sua mãe Carlota Joaquina, preza o sangue espanhol que tem e também mantém vários amantes, não se importando em humilhar o marido sempre que pode.

As histórias de Chalaça e D. Pedro se cruzarão no Brasil. Uma forte amizade nasce entre os dois, o que dará a Chalaça o posto de primeiro secretário e braço direito do príncipe. Frequentando a corte, Chalaça conhecerá a ardilosa Branca Camargo, que aplica trambiques com o pai, Camargo, e se apaixona por ela. Desencontros irão marcar a vida do rapaz, que vai ficar dividido entre dois amores: Manoela e Branca.

Elenco


Humberto Martins - Chalaça (Francisco Gomes da Silva)
Danielle Winits - Manoela
Betty Lago - D. Carlota Joaquina
José Wilker - Marquês de Marialva
Luana Piovani - Domitília
Marcos Pasquim - D. Pedro I
Caco Ciocler - D. Miguel
Vanessa Lóes  - Madalena
Françoise Forton - Miou-Miou
Maria Padilha - Emengarda Cauper
Flávio Galvão - Cauper
John Herbert - Lobato
Taís Araújo - Dandara
Roger Gobeth - Plácido
Ana Furtado - D. Maria Teresa
Débora Duarte - Amália
Paulo Gorgulho - Juvêncio
Caio Junqueira - Diogo
Geórgia Gomide - Aurora
Carlos Gregório - Rodrigo
Helena Fernandes - Chiquinha
Thaís de Campos - Arminda
Walter Breda - Arcoverde
Vanessa Machado - Eugênia de Castro

Apresentando
André Mattos - D. João VI
Érika Evantini - D. Leopoldina
Carlos Bonow - Gastão
As Crianças
Raíssa Medeiros Carlota Joaquina (criança)
Carlos Machado Filho D. Pedro (criança)
Brunno Abrahão - D. Miguel (criança)

Atores convidados
Lima Duarte - Conde dos Arcos
Pedro Paulo Rangel - Camargo

Atrizes convidadas
Cláudia Abreu - D. Amélia
Nair Bello - Giovana (Marquesa di Pesto)

Participações

Eva Wilma - D. Maria I
Eduardo Fraga D. José -
Nathalia Timberg - Xuxu
Carolina Ferraz - Naomi Thierry
Bruna Lombardi como Branca Camargo


CURIOSIDADE:

• Depois do grande sucesso de sua novela Uga Uga, Carlos Lombardi foi convocado a escrever esta minissérie, que retratava de forma divertida, a chegada da Família Real ao Brasil. No elenco, figurinhas carimbadas das tramas de Lombardi, como Humberto Martins, Danielle Winits, Marcos Pasquim, Betty Lago, Nair Bello. A minissérie foi um grande sucesso, com média geral de 27 pontos no Ibope.

• O ator André Mattos, que interpretou Dom João VI, foi escalado por acaso. Inicialmente, o papel seria de Luiz Gustavo, que não pôde atuar. André, que trabalhava na Escolinha do Professor Raimundo, foi chamado apenas para passar as falas de Dom João VI, enquanto não era escalado outro ator. Todavia, André agradou tanto que acabou sendo ele o escolhido.

• O ator Ewerton de Castro, chegou a gravar cenas como Cauper, mais não concordou com o tratamento dado ao personagem, que quase não tinha falas e não era enquadrado pela câmera. Ele saiu da minissérie e pediu demissão da Rede Globo. Foi substituído por Flávio Galvão. Desde então, Ewerton de Castro, integra o elenco de atores da Rede Record.

• Apesar de muitos críticos ressaltarem o exagero artístico cometido pelo autor da minissérie, algumas passagens se sustentam, de acordo com alguns historiadores. De acordo com eles, D. Pedro I, realmente teria sido ninfomaníaco e teve várias amantes e filhos, de suas relações extra-conjugais; D. Maria, "a louca", possuía comportamento irreverente, em outras palavras, louco; Carlota Joaquina era uma fogosa espanhola, que também possuía vários amantes. Dizem até que um de seus filhos, era do Marquês de Marialva; e a proclamação da Independência realmente teria se dado, de modos pouco pomposos.

• A trilha sonora continha hits contemporâneos, como Raindrops Keep Fallin' On My Head, com B.J. Thomas; September, com Earth, Wind & Fire; Change, com Lisa Stansfield; Só Louco, com Gal Costa; entre outros, mesmo a história, sendo de época, se passando no século XVIII. Bruna Lombardi, em seu último papel na TV, como Branca Camargo, estampou a capa da trilha sonora.

• O movimento Pró Monarquia fez diversos protestos e lançou no site "Projeto Reeducar" um abaixo-assinado eletrônico de indignação aos diretores da Rede Globo. Coordenado pelo advogado Juvenal de Arruda Furtado e Geraldo Winter, o Projeto Reeducar lançou o programa "Redescobrindo o Brasil".

• O Príncipe D. Luiz de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil e descendente direto de D. João VI, participou da campanha de protesto.

• Os constantes erros de concordância verbal que se pode notar na obra, quando da utilização dos pronomes "tu" e "vós", demonstra a dificuldade crescente no Brasil do emprego destas formas verbais, substituídas há muito tempo por "você" e "vocês" na linguagem comum.

• No final do último capítulo foi mostrado momentos do desfile da escola de samba do Rio de Janeiro Porto da Pedra, do carnaval de 2002, em que alguns atores da minissérie desfilaram, já que o tema da escola naquele ano foi o mesmo tema da minissérie.

Locações

Parte da minissérie foi gravada no município de Farroupilha, na cascata do Salto Ventoso, onde a personagem de Danielle Winits, escapa de uma perseguição. A maior parte da mini-série foi gravada em Vassouras, R.J. assim como diversas séries e novelas da Globo, que antes da criação do Projac, usava a cidade de Vassouras - RJ como cidade cinematográfica.

QUARTA-FEIRA, DIA 7 DE SETEMBRO, ÀS 7 HORAS DA NOITE:

Independência ou Morte é um filme brasileiro de 1972, do gênero drama histórico dirigido por Carlos Coimbra para celebrar o sesquicentenário da independência do Brasil.
Uma visão heróica e quase mítica do processo que levou à emancipação política do Brasil em relação a Portugal.

O filme mostra o caso extraconjugal do príncipe/imperador com a Marquesa de Santos, mas com um tom romântico de amor impossível, sem mencionar outras aventuras, ao contrário do que seria mostrado na minissérie O quinto dos infernos, décadas depois.
Elenco
Tarcísio Meira .... Dom Pedro I

Glória Menezes .... Marquesa de Santos
Dionísio Azevedo .... José Bonifácio
Kate Hansen .... Imperatriz Leopoldina
Manuel da Nóbrega .... Dom João VI
Heloísa Helena .... Carlota Joaquina
Emiliano Queiroz .... Chalaça
Renato Restier
Anselmo Duarte
Jairo Arco e Flexa
Abílio Pereira de Almeida
Maria Cláudia .... Imperatriz Amélia de Leuchtenberg
Vanja Orico .... Baronesa de Goitacases
Francisco Di Franco
José Lewgoy
Macedo Neto
Carlos Imperial
Flora Geny
Edson França
Sérgio Hingst
Antonio Patiño
Rodolfo Arena
Lajar Muzuris
Victor Merinow
Clóvis Bornay
Lola Brah
Yves Hublet
Tarcísio Filho .... Dom Pedro I jovem
Monique Lafond
Rubens Ewald Filho
Curiosidades
Nesse mesmo ano, Joaquim Pedro de Andrade faria Os inconfidentes, uma visão crítica sobre a luta pela independência e sobre a dominação, metáfora da ditadura militar que havia no Brasil.



Com roteiro a dez mãos, a Cinedistri caprichou tanto na produção que chegou a reproduzir, cenograficamente, o famoso quadro de Pedro Américo, com grande fidelidade.


Para a cena do "grito", não foi possível usar as locações originais, hoje desfiguradas. Foi preciso reproduzir o cenário em outro local e, como não havia nenhum córrego, usaram-se caminhões-pipa para simular suas "margens plácidas".







































































































sexta-feira, 15 de julho de 2011

* Paulínia consagra 'Febre do rato', do pernambucano Claudio Assis

Longa recebeu oito prêmios em festival paulista; 'O palhaço' deu a Selton Mello a vitória na categoria melhor diretor

O longa-metragem "Febre do rato", de Claudio Assis (foto ao lado), foi o grande vencedor do Paulínia Festval de Cinema de 2011. Na premiação realizada na noite desta quinta-feira (14) em Paulínia, interior de SP, a produção do cineasta pernambucano de "Amarelo manga" e "Baixio das bestas" venceu em oito categorias, entre elas a de melhor filme de ficção, pela qual recebeu prêmio de R$ 250 mil.



Irandhyr Santos (foto 2) e Nanda Costa receberam os prêmios de melhor ator e melhor atriz também por "Febre do rato". O longa, sobre um poeta anarquista que publica um tabloide com recursos próprios, dominou ainda as categorias técnicas, vencendo por fotografia, montagem, direção de arte e trilha sonora. "Febre do rato" foi também o favorito do júri da crítica.



"O palhaço", dirigido por Selton Mello, foi outro longa que saiu consagrado no festival. Estrelado pelo ator Paulo José e pelo próprio Selton, o filme ganhou quatro prêmios: direção, roteiro, ator coadjuvante (Moacir Franco) e figurino.



Segundo o voto popular, o melhor longa de ficção exibido em Paulínia foi "Onde está a felicidade", de Carlos Alberto Riccelli, que também garantiu o prêmio de atriz coadjuvante para Maria Pujalte.



O melhor documentário segundo o júri da competição foi "Rock Brasília - era de ouro", de Vladimir Carvalho. Para o público, o melhor foi "Uma longa viagem", de Lucia Murat.



Confira abaixo a lista completa de vencedores do Paulínia Festival de Cinema 2011:



Melhor Filme Ficção (R$ 250 mil) - "Febre do rato", Claudio Assis

Melhor Documentário (R$ 100 mil) - "Rock Brasília – era de ouro", Vladimir Carvalho

Melhor Diretor Ficção (R$ 35 mil) - Selton Mello, "O palhaço"

Melhor Diretor Documentário (R$ 35 mil) - Maíra Buhler e Matias Mariani, "Ela sonhou que eu morri"

Melhor Ator (R$ 30 mil) - Irandhyr Santos, "Febre do rato"

Melhor Atriz (R$ 30 mil) - Nanda Costa, "Febre do rato"

Melhor Ator Coadjuvante (R$ 15 mil) - Moarcir Franco, "O palhaço"

Melhor Atriz Coadjuvante (R$ 15 mil) - Maria Pujalte, "Onde está a felicidade?"

Melhor Roteiro (R$ 15 mil) - Selton Mello e Marcelo Vindicatto, "O palhaço"

Melhor Fotografia (R$ 15 mil) - Walter Carvalho, "Febre do rato"

Melhor Montagem (R$ 15 mil) - Karen Harley, "Febre do rato"

Melhor Som (R$ 15 mil) - "Trabalhar cansa", Gabriela Cunha, Daniel Turini e Fernando Henna

Melhor Direção de Arte (R$ 15 mil) - Renata Pinheiro, "Febre do rato"

Melhor Trilha Sonora (R$ 15 mil) - Jorge Du Peixe, "Febre do rato"

Melhor Figurino (R$ 15 mil) - Kika Lopes, "O palhaço"

Especial do Júri (R$ 35 mil) - "Trabalhar cansa"



Curtas Regionais

Melhor Filme (R$ 25 mil) - Diego Costa, "Argentino"

Melhor Direção (R$ 15 mil) - Diego Costa, "Argentino"

Melhor Roteiro (R$ 10 mil) - Cauê Nunes e Maurício de Almeida, "3 x 4"



Curtas Nacionais

Melhor Filme (R$ 25 mil) - Carlos Nader, "Tela"

Melhor Direção (R$ 15 mil) - Gabriela Amaral Almeida, "Primavera"

Melhor Roteiro (R$ 10 mil) - Gustavo Suzuki, "O pai daquele menino"



Júri Popular

Melhor Longa Ficção (R$ 25 mil) - Carlos Alberto Riccelli, "Onde está a felicidade?"

Melhor Documentário (R$ 15 mil) - Damià Puig, "A margem do Xingu – vozes não consideradas"

Melhor Curta Nacional (R$ 5 mil) - Thiago Luciano, "Café turco"

Melhor Curta Regional (R$ 5 mil) - Diego Costa, "Argentino"



Júri da Crítica

Melhor Longa Ficção - Claudio Assis, "Febre do rato"

Melhor Documentário - Lucia Murat, "Uma longa viagem"

Melhor Curta Nacional - Carlos Nader, "Tela"