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sexta-feira, 8 de novembro de 2013

* Provado que radiação eletromagnética danifica a saúde!

CELULARES CAUSAM "EFEITOS BIOLÓGICOS" E EXPOSIÇÃO DEVE SER CONTROLADA, DIZ AGÊNCIA FRANCESA DE SAÚDE

Aos poucos, vai sendo aceito pela comunidade científica internacional que o excesso de radiação eletromagnética pode causar danos à saúde, ainda que os efeitos específicos ainda não estejam mapeados.
Assim, embora não haja ainda algo tão taxativo ou alarmante quanto "celulares causam tal ou qual doença", as autoridades de saúde da França emitiram um alerta preocupante.
Segundo a ANSES (Agência Nacional de Segurança Sanitária), é necessário "limitar a exposição às radiofrequências, especialmente entre a parte mais vulnerável da população".
A exposição à radiofrequência não vem apenas dos celulares ou de suas antenas repetidoras, mas de todos os tipos de conexões sem fios, incluindo os roteadores e pontos de internet sem fios já presentes na maioria dos pontos comerciais e das residências.
Contudo, os celulares têm-se destacado nas preocupações por ficarem junto ao corpo quase o tempo todo, mais especificamente ao lado da cabeça nos momentos de maior radiação - durante as transmissões - e pela intensidade da radiação eletromagnética emitida pelas antenas repetidoras.

Efeitos biológicos e câncer

Os especialistas franceses analisaram toda a literatura científica a respeito do tema, atualizando um relatório similar que havia sido feito em 2009, mas destacam que há poucos estudos a respeito, sobretudo em relação às diversas tecnologias usadas na telefonia celular (2G, 3G, 4G) e à diferença de seus efeitos.
Desta forma, não há ainda uma correlação definitiva entre a exposição à radiação eletromagnética e alguma doença específica - o que a agência afirma estar bem documentado são "efeitos biológicos".
"[...] os níveis de evidências limitados apontam para diferentes efeitos biológicos em seres humanos ou em animais," afirma o relatório.
"Além disso, algumas publicações sugerem uma possível elevação no risco de tumor cerebral, a longo prazo, para usuários pesados de telefones celulares," acrescenta a agência em nota divulgada ao público.
Na verdade, a própria Organização Mundial da Saúde já admitiu que os telefones celulares podem causar câncer cerebral.

Exposição deve ser controlada

"Com base nessa informação, e ante uma realidade de rápido desenvolvimento de tecnologias e práticas, a ANSES recomenda limitar a exposição da população a radiofrequências - em particular de telefones móveis - especialmente para crianças e usuários intensivos, e controlar a exposição global que resulta das antenas de retransmissão," recomenda a ANSES.A agência também chama a atenção para a necessidade de "dar estreita atenção" aos chamados "indivíduos eletro-sensíveis", ou portadores de sensibilidade eletromagnética.
Segundo a agência francesa, a questão da hipersensibilidade às ondas eletromagnéticas será abordada de forma específica em um novo estudo que deverá começar no final do ano.

Enviada por Manoela Z. Bruscatto

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

* Celular pré-pago não terá mais prazo para uso dos créditos, define Justiça

Após decisão unânime, as operadoras de telefonia celular não podem determinar um prazo para que o cliente utilize os minutos pagos antecipadamente

Publicação: 15/08/2013 08:02 Atualização:

As empresas de telefonia móvel estão proibidas de fixarem prazos para a utilização dos créditos adquiridos na modalidade pré-pago. Em votação unânime, a 5ª Turma do Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região anulou ontem as cláusulas contratuais que estipulavam um limite de até seis meses para os clientes zerarem o saldo, sob pena de perderem o valor pago. A decisão vale para todas as operadoras. Existem 211 milhões de linhas pré-pagas no Brasil, cerca de 80% do total.

Em vigor

A sentença determina multa diária de R$ 50 mil a empresas que desrespeitarem a ordem judicial, e atribui à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) — também envolvida no processo — a tarefa de garantir a eficácia da medida. Cabem recursos da decisão, mas sem efeito suspensivo, ou seja, a proibição já está em vigor e assim permanecerá até que, eventualmente, uma decisão diferente seja tomada em cortes superiores.