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sábado, 17 de maio de 2014

* Celular aumenta risco de câncer cerebral


Celular ajuda a aumentar o risco de câncer cerebral agressivo, segundo o estudo publicado pela Universidade de Bordeaux na revista especializada “Occupational & Environmental Medicine”.
São dois tipos de tumores associados a uma prolongada exposição: os gliomas, agressivos, e os meningiomas, mais fáceis de operar.
As pessoas que utilizam o telefone por mais 30 minutos ao dia têm maior risco de que esses tumores se desenvolvam.
Os pesquisadores analisaram o perfil de 450 doentes de câncer e usuários de telefone celular acima de 15 anos entre junho de 2004 e maio de 2006. Foi feita uma comparação com 900 usuários saudáveis.
As descobertas reforçam as conclusões do Centro Internacional de Pesquisas sobre o Câncer (CIIC). Em 2013, essa instituição afirmou existir uma possível conexão entre o uso do celular e os tumores.
Para diminuir os riscos, organizações como o Instituto Nacional de Prevenção e Educação para a Saúde da França recomendam afastar o máximo possível o telefone da cabeça, usar o dispositivo com as mãos livres ou evitar chamadas longas, com o objetivo de impedir o excesso de exposição às ondas eletromagnéticas.

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

* Provado que radiação eletromagnética danifica a saúde!

CELULARES CAUSAM "EFEITOS BIOLÓGICOS" E EXPOSIÇÃO DEVE SER CONTROLADA, DIZ AGÊNCIA FRANCESA DE SAÚDE

Aos poucos, vai sendo aceito pela comunidade científica internacional que o excesso de radiação eletromagnética pode causar danos à saúde, ainda que os efeitos específicos ainda não estejam mapeados.
Assim, embora não haja ainda algo tão taxativo ou alarmante quanto "celulares causam tal ou qual doença", as autoridades de saúde da França emitiram um alerta preocupante.
Segundo a ANSES (Agência Nacional de Segurança Sanitária), é necessário "limitar a exposição às radiofrequências, especialmente entre a parte mais vulnerável da população".
A exposição à radiofrequência não vem apenas dos celulares ou de suas antenas repetidoras, mas de todos os tipos de conexões sem fios, incluindo os roteadores e pontos de internet sem fios já presentes na maioria dos pontos comerciais e das residências.
Contudo, os celulares têm-se destacado nas preocupações por ficarem junto ao corpo quase o tempo todo, mais especificamente ao lado da cabeça nos momentos de maior radiação - durante as transmissões - e pela intensidade da radiação eletromagnética emitida pelas antenas repetidoras.

Efeitos biológicos e câncer

Os especialistas franceses analisaram toda a literatura científica a respeito do tema, atualizando um relatório similar que havia sido feito em 2009, mas destacam que há poucos estudos a respeito, sobretudo em relação às diversas tecnologias usadas na telefonia celular (2G, 3G, 4G) e à diferença de seus efeitos.
Desta forma, não há ainda uma correlação definitiva entre a exposição à radiação eletromagnética e alguma doença específica - o que a agência afirma estar bem documentado são "efeitos biológicos".
"[...] os níveis de evidências limitados apontam para diferentes efeitos biológicos em seres humanos ou em animais," afirma o relatório.
"Além disso, algumas publicações sugerem uma possível elevação no risco de tumor cerebral, a longo prazo, para usuários pesados de telefones celulares," acrescenta a agência em nota divulgada ao público.
Na verdade, a própria Organização Mundial da Saúde já admitiu que os telefones celulares podem causar câncer cerebral.

Exposição deve ser controlada

"Com base nessa informação, e ante uma realidade de rápido desenvolvimento de tecnologias e práticas, a ANSES recomenda limitar a exposição da população a radiofrequências - em particular de telefones móveis - especialmente para crianças e usuários intensivos, e controlar a exposição global que resulta das antenas de retransmissão," recomenda a ANSES.A agência também chama a atenção para a necessidade de "dar estreita atenção" aos chamados "indivíduos eletro-sensíveis", ou portadores de sensibilidade eletromagnética.
Segundo a agência francesa, a questão da hipersensibilidade às ondas eletromagnéticas será abordada de forma específica em um novo estudo que deverá começar no final do ano.

Enviada por Manoela Z. Bruscatto

segunda-feira, 15 de julho de 2013

* Celular pode matar usuário! Cuidado!

Aeromoça chinesa morre ao tomar choque de iPhone 5; Apple investiga o caso



A Apple disse nesta segunda-feira (15) que está investigando a morte de uma chinesa, que foi eletrocutada ao atender uma ligação em seu iPhone 5 – no momento do choque, a bateria do aparelho estava sendo carregada.
Ma Ailun, 23, morreu na quinta-feira (11), afirmou a agência oficial de notícias Xinhua no domingo (14), citando a polícia. Ela vivia na região ocidental de Xinjiang (China) e trabalhava como aeromoça da China Southern Airlines.
"Ficamos profundamente entristecidos ao saber desse trágico incidente e oferecemos nossas condolências à família de Ma. Vamos investigar a fundo e cooperar com as autoridades neste assunto", disse a Apple em um e-mail. A empresa não quis comentar detalhes, como se era um fato isolado ou não.
A irmã de Ma escreveu no serviço de microblog Sina (similar ao Twitter), dizendo que Ma havia desmaiado e morrido depois de usar seu iPhone 5 que estava sendo carregado, incentivando os usuários a ter cuidado. A mensagem se tornou viral no site.
Em abril, a Apple pediu desculpas aos consumidores chineses e alterou políticas de garantia do iPhone no seu segundo maior mercado. Isso porque o serviço de pós-venda sofreu críticas por mais de duas semanas pela mídia estatal.


Aconteceu 2013102 fotos

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10.jul.2013 - A suíça Fanny Schlatter, 18, afirma que o smartphone Galaxy S III explodiu no bolso de sua calça, causando queimaduras de terceiro grau em sua perna. Em entrevista ao jornal suíço ""Le Matin"", a aprendiz de pintora diz que não sente mais sua perna direita e que abrirá um processo criminal contra a Samsung - ao ""Daily Mail"", a empresa respondeu que analisará o caso quando o aparelho lhe for entregue. A jovem de La Chaux-de-Fonds contou que estava trabalhando quando ouviu uma explosão, sentiu um cheiro de química e percebeu que suas calças estavam pegando fogo. Segundo ela, as labaredas chegaram a seu ombro e, por sorte, o cabelo estava preso. O acidente foi no dia 1º de julho Reprodução/Le Matin