sexta-feira, 20 de setembro de 2013

* Crime e preconceito: mães e filhos de santo são expulsos de favelas por traficantes evangélicos

A filha de santo foi expulsa do Lins porque deixou suas roupas brancas no varal
A filha de santo foi expulsa do Lins porque deixou suas roupas brancas no varal Foto: Urbano Erbiste / Extra
Rafael Soares
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A roupa branca no varal era o único indício da religião da filha de santo, que, até 2010, morava no Morro do Amor, no Complexo do Lins. Iniciada no candomblé em 2005, ela logo soube que deveria esconder sua fé: os traficantes da favela, frequentadores de igrejas evangélicas, não toleravam a “macumba”. Terreiros, roupas brancas e adereços que denunciassem a crença já haviam sido proibidos, há pelo menos cinco anos, em todo o morro. Por isso, ela saía da favela rumo a seu terreiro, na Zona Oeste, sempre com roupas comuns. O vestido branco ia na bolsa. Um dia, por descuido, deixou a “roupa de santo” no varal. Na semana seguinte, saía da favela, expulsa pelos bandidos, para não mais voltar.
- Não dava mais para suportar as ameaças. Lá, ser do candomblé é proibido. Não existem mais terreiros e quem pratica a religião, o faz de modo clandestino - conta a filha de santo, que se mudou para a Zona Oeste.
A situação da mulher não é um ponto fora da curva: já há registros na Associação de Proteção dos Amigos e Adeptos do Culto Afro Brasileiro e Espírita de pelo menos 40 pais e mães de santo expulsos de favelas da Zona Norte pelo tráfico. Em alguns locais, como no Lins e na Serrinha, em Madureira, além do fechamento dos terreiros também foi determinada a proibição do uso de colares afro e roupas brancas. De acordo com quatro pais de santo ouvidos pelo EXTRA, que passaram pela situação, o motivo das expulsões é o mesmo: a conversão dos chefes do tráfico a denominações evangélicas.
Mãe de santo teve terreiro fechado na Pavuna pelo
Mãe de santo teve terreiro fechado na Pavuna pelo "exército de Jesus" Foto: Urbano Erbiste / Extra
Atabaques proibidos na Pavuna
A intolerância religiosa não é exclusividade de uma facção criminosa. Distante 13km do Lins e ocupada por um grupo rival, o Parque Colúmbia, na Pavuna, convive com a mesma realidade: a expulsão dos terreiros, acompanhados de perto pelo crescimento de igrejas evangélicas. Desinformada sobre as “regras locais”, uma mãe de santo tentou fundar, ali, seu terreiro. Logo, recebeu a visita do presidente da associação de moradores que a alertou: atabaques e despachos eram proibidos ali.
-Tive que sair fugida, porque tentei permanecer, só com consultas. Eles não gostaram — afirma.
A situação já é do conhecimento de pelo menos um órgão do governo: o Conselho Estadual de Direitos do Negro (Cedine), empossado pelo próprio governador. O presidente do órgão, Roberto dos Santos, admite que já foram encaminhadas denúncias ao Cedine:
- Já temos informações desse tipo. Mas a intolerância armada só pode ser vencida com a chegada do estado a esses locais, com as UPPs.
O deputado estadual Átila Nunes (PSL) fez um pedido formal, na última sexta-feira, para que a Secretaria de Segurança investigue os casos.
- Não se trata de disputa religiosa mas, sim, econômica. Líderes evangélicos não querem perder parte de seus rebanhos para outras religiões, e fazem a cabeça dos bandidos — afirma.
Nas favelas, os ‘guerreiros de Deus’
Fernando Gomes de Freitas, o Fernandinho Guarabu, chefe do tráfico no Morro do Dendê, ostenta, no antebraço direito, a tatuagem com o nome de Jesus Cristo. Pela casa, Bíblias por todos os lados. Já em seus domínios, reina o preconceito: enquanto os muros da favela foram preenchidos por dizeres bíblicos, os dez terreiros que funcionavam no local deixaram de existir.
Guarabu passou a frequentar a Assembleia de Deus Ministério Monte Sinai em 2006 e se converteu. A partir daí, quem andasse de branco pela favela era “convidado a sair”. Os pais de santo que ainda vivem no local não praticam mais a religião.
A situação se repete na Serrinha, ocupada pela mesma facção. No último dia 22, bandidos passaram a madrugada cobrindo imagens de santos nos muros da favela. Sobre a tinta fresca, agora lê-se: “Só Jesus salva”.
O babalaô Ivanir dos Santos, representante da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa (CCIR), criada justamente após casos de intolerância contra religiões afro-brasileiras em 2006, afirma que os casos serão discutido pelo grupo, que vai pressionar o governo e o Ministério Público para que a segurança do locais seja garantida e os responsáveis pelo ato sejam punidos. “Essas pessoas são criminosas e devem ser punidas. Cercear a fé é crime”, diz o pai de santo.
Mãe de santo: proibida de circular na favela com as
Mãe de santo: proibida de circular na favela com as "roupas do demônio" Foto: Urbano Erbiste / Extra
Lei mais severa
Desde novembro de 2008, a Polícia Civil considera como crimes inafiançáveis invasões a templos e agressões a religiosos de qualquer credo a Lei Caó. A partir de então, passou a vigorar no sistema das delegacias do estado a Lei 7.716/89, que determina que crimes de intolerância religiosa passem a ser respondidos em Varas Criminais e não mais nos Juizados Especiais. Atualmente, o crime não prescreve e a pena vai de um a três anos de detenção.
Filha de santo, que foi expulsa do Lins: ‘Não suportava mais fingir ser o que não era’.
- Me iniciei no candomblé em 2005. A partir de minha iniciação, comecei a ter problemas com os traficantes do Complexo do Lins. Quando cheguei à favela de cabeça raspada, por conta da iniciação, eles viravam o rosto quando eu passava. Com o tempo, as demostrações de intolerância aumentaram. Quando saía da favela vestida de branco, para ir ao terreiro que frequento, eles reclamavam. Um dia, um deles veio até a minha casa e disse que eu estava proibida de circular pela favela com aquelas “roupas do demônio”. As ameaças chegaram ao ponto de proibirem que eu pendurasse as roupas brancas no varal. Se eu desrespeitasse, seria expulsa de lá. No fim de 2010, dei um basta nisso. Não suportava mais fingir ser o que eu não era e saí de lá.
Mãe de santo há 30 anos, expulsa da Pavuna: ‘Disseram que quem mandava ali era o ‘Exército de Jesus”.
- Comprei, em 2009, um terreno no Parque Colúmbia, na Pavuna. No local, não havia nada. Mas eu queria fundar um terreiro ali e comecei a construir. No início, só fazia consulta, jogava búzios e recebia pessoas. Não fazia festas nem sessões. Não andava de branco pelas ruas nem tocava atabaque, para não chamar a atenção. Um dia, o presidente da associação de moradores foi até o local e disse que o tráfico havia ordenado que eu parasse com a “macumba”. Ali, quem mandava na época era a facção de Acari. Já era mais de santo há 30 anos e não acreditei naquilo. Fui até a boca de fumo tentar argumentar. Dei de cara com vários bandidos com fuzis, que disseram que ali quem mandava era o “Exército de Jesus”. Disse que tinha acabado de comprar o terreno e que não iria incomodar ninguém. Dias depois, cheguei ao terreiro e vi uma placa escrito “Vende-se” na porta — eles tomaram o terreno e o puseram a venda. Não podia fazer nada. Vendi o terreno o mais rapidamente possível por R$ 2 mil e fui arrumar outro lugar.

* Pesquisadores desenvolvem novo teste para diagnosticar gripe

O exame poderá ser feito em casa - como um teste de gravidez - e será capaz de detectar o tipo de vírus

H1N1
O vírus H1N1 é um dos causadores da gripe. Detectar de forma rápida e precisa qual o tipo de vírus que infecta um doente pode significar a diferença entre o sucesso e e a falha de um tratamento (Reprodução)
Uma nova técnica criada por cientistas americanos tem se mostrado promissora para o desenvolvimento de um teste caseiro capaz de diagnosticar o vírus da gripe de forma precisa, rápida e barata, o que deve ajudar no tratamento da doença e impedir sua transmissão. Segundo os cientistas, que apresentaram o método durante o Encontro Nacional da Sociedade Americana de Química, nos Estados Unidos, a tecnologia funcionaria de modo semelhante a um teste de gravidez e seria capaz de identificar também qual o tipo do vírus da gripe que está infectando o paciente.
A nova abordagem está sendo desenvolvida por causa dos inconvenientes com os testes empregados atualmente. Eles costumam fornecer seu resultado em cerca de quinze minutos, mas são caros e podem vir com um resultado negativo mesmo quando o paciente está realmente gripado. Por causa desses falsos negativos, os pesquisadores recomendam que os médicos confirmem os resultados desses testes com outros mais precisos, mas que levam entre três e dez dias para ficar prontos. Esperar tanto tempo para diagnosticar a doença pode, no entanto, ter consequências danosas para o paciente e a saúde pública.
Um teste rápido e seguro é importante, principalmente, porque o vírus da gripe costuma se disseminar de forma rápida e sazonal, podendo matar dezenas de milhares de pessoas em cada surto anual. "A ida ao consultório médico ou ao hospital para realizar o diagnóstico pode ser contraproducente durante um grande surto de gripe, pois o paciente corre o risco de propagar a doença. Durante o último surto de gripe suína, por exemplo, alguns hospitais foram à televisão para dizer às pessoas que não fossem até lá — eles podiam não só ajudar a espalhar o vírus, como os hospitais não tinham a capacidade de testar as centenas de pessoas que pensavam estar infectadas”, diz Suri Iyer, pesquisador da Universidade Estadual de Geórgia envolvido na pesquisa.
Outro motivo para o desenvolvimento de um novo teste é o fato de os medicamentos antivirais serem mais eficazes se administrados até dois dias após os primeiros sintomas aparecem. Nesse caso, esperar mais de uma semana pelo resultado pode ser fatal.
Diagnóstico — Os testes utilizados hoje em dia empregam em sua fórmula anticorpos capazes de reconhecer proteínas localizadas na superfície do vírus, chamadas antígenos. São essas mesmas proteínas que costumam ser identificadas pelo sistema imunológico do organismo, dando início à reposta imune do corpo. 
Os antígenos que identificam a gripe — conhecidos como hemaglutinina e a neuraminidase — também servem para determinar qual o tipo específico do vírus que está infectando uma pessoa. Mudanças nessas proteínas costumam ser sinais do surgimento de uma nova cepa do vírus. Isso aconteceu, por exemplo, na primavera de 2009, quando um novo tipo de gripe suína gerou preocupações sobre uma epidemia mundial.
A nova técnica utiliza uma abordagem inovadora que, em vez dos anticorpos, usa carboidratos capazes de capturar e se ligar a esses antígenos da gripe. Quando isso acontece, eles mudam de cor, indicando a presença do vírus. Como as proteínas são diferentes para cada cepa, a resposta dos carboidratos empregados pelos pesquisadores também muda, ajudando os médicos a identificarem o tipo de doença e a prescreverem tratamentos específicos para aquele paciente.
Até agora, segundo os pesquisadores, os estudos iniciais com tecnologia têm se mostrado promissores. Nos próximos meses, os cientistas devem começar a fazer os primeiros testes em amostras tiradas de voluntários humanos, o que pode acelerar a chegada do teste aos consultórios e farmácias.

* Ficar sentada por muito tempo pode levar mulher à depressão, diz estudo

  • Martin Novak/shutterstock.com
    A pesquisa foi feita com cerca de 9 mil mulheres com idades entre 50 a 55 anos
    A pesquisa foi feita com cerca de 9 mil mulheres com idades entre 50 a 55 anos
Quanto mais longo o período que uma mulher de meia idade fica sentada, mais propensa ela está de ter sintomas de depressão. Isso é o que descobriram os pesquisadores da Universidade de Victoria e da Universidade de Queensland.
A equipe recrutou cerca de 9 mil mulheres com idades entre 50 a 55 anos, que responderam a pesquisas em 2001, 2004, 2007 e 2010, conforme citou a publicaçãoRunners World. Os pesquisadores mantiveram o controle sobre os sintomas depressivos e os níveis de atividade física também.
Os resultados, publicados no "American Journal of Preventive Medicine", mostraram que as mulheres que se sentavam por mais de sete horas por dia tinham um risco 47% maior de apresentar sintomas de depressão se comparadas às mulheres que se sentavam durante quatro horas ou menos por dia.
As mulheres que não se exercitavam tiveram um risco 99% maior de depressão em comparação às mulheres que se exercitavam por 30 minutos por dia, na maioria dos dias.
No entanto, todo esse período de ficar sentado não foi associado aos sinais futuros de depressão, relatou a Runners World, mas sim aos sentimentos depressivos no momento.
Se você tem um trabalho em que fica sentado o dia inteiro, a Mayo Clinic aconselha a tirar micro pausas a cada 20 ou 30 minutos, e então se levantar, se movimentar e respirar fundo para aliviar a tensão muscular.
Outras ideias incluem se levantar ao receber chamadas telefônicas, andar até um colega de trabalho para falar alguma coisa em vez de usar o e-mail e preferir usar as escadas em vez do elevador sempre que possível.
Também é uma alternativa acabar com o sedentarismo nas horas de folga, optando por exercícios em vez de assistir à TV, por exemplo. 

* Suape é multada em R$2,5 milhões por cometer crime ambiental

A Agência Estadual de Meio Ambiente de Pernambuco (CPRH) multou em R$2,5 milhões o Complexo Portuário e Industrial de Suape por praticar crime ambiental. A multa diz respeito às denúncias de pescadores tradicionais feitas ainda em abril deste ano sobre os impactos ambientais provocados pelas obras de dragagem e derrocagem praticadas por Suape, localizada entre os municípios de Ipojuca e Cabo de Santo Agostinho, litoral sul de Pernambuco. 
Na época, os pescadores denunciaram que estas obras realizadas no leito marinho, e que visam aprofundar o canal de acesso ao Porto, impactam toda a cadeia produtiva da pesca artesanal da região, causando a mortandade de peixes, inclusive de espécies protegidas por lei, como o Mero e o boto-cinza. 
Após quase cinco meses de investigação, o relatório técnico elaborado pelo órgão e divulgado nesta última segunda-feira, dia 2, confirma a denúncia dos pescadores tradicionais. De acordo com o relatório do CPRH, as obras de dragagem e derrocamento incidem diretamente sob áreas estuarinas, habitats de diversas espécies de peixes que são fonte de subsistência das comunidades e pescadores tradicionais da região. O estudo conclui que além de haver a relação direta entre as obras e a mortandade dos peixes protegidos por lei, constata principalmente que a atividade do Porto impacta e destrói todos os territórios pesqueiros da região. 
O relatório também aponta que há ausência e omissão de informações sobre os possíveis danos causados por Suape, em seus documentos de diagnóstico dos impactos ambientais. Também foi apontada a omissão de proposições de medidas compensatórias para casos como estes que motivaram a multa milionária. Apesar da autuação, Suape ainda poderá recorrer da multa. 

Para os pescadores, presença de Suape causa danos irreparáveis à população local e ao meio ambiente

Para os pescadores que atuam na região, a multa é considerada importante, mas não repara a destruição praticada por Suape desde que ela se instalou na região sob o comando do Governo Estadual e Federal.  
 A Colônia de pescadores Z-8, localizada no Cabo de Santo Agostinho, uma das entidades ouvidas durante a averiguação das denúncias, explica que o Porto de Suape foi instalado em território já ocupado por centenas de famílias de pescadores e comunidades tradicionais que viviam da agricultura e da pesca artesanal. 
Os pescadores locais ressaltam que o que aconteceu com a chegada do Complexo Portuário foi um verdadeiro processo de dizimação dos territórios camponeses e pesqueiros. Em relatório, a CPRH reconhece que "o primeiro impacto significativo aos territórios pesqueiros ocorreu através da restrição ao acesso dos pescadores aos seus territórios tradicionais que hoje fazem parte do Complexo Industrial Portuário”. 
Para os pescadores a presença e a instalação paulatina das atividades portuárias possuem caráter irreversível, ocasionando a destruição do meio ambiente e destes territórios da pesca artesanal, do qual dependem centenas de famílias de pescadores artesanais da região.

Informação adicional: Autos de infração n° 767 e 768, em  resposta à denúncia formalizada na ouvidoria do CPRH sob número 201356154

Outras informações:
Comissão Pastoral da Terra – Regional Nordeste II
Renata Albuquerque
Fone: (81) 9663.2716

* O QUE ACONTECE QUANDO SE MISTURA LEITE E COCA COLA...

Esta experiência foi feita num programa de TV japonês, e mostrou algo curioso ao misturar leite com coca-cola… Depois de se misturar algumas gostas de leite na garrafa de coca-cola, o refrigerante foi perdendo a cor escura, e separou todos os compostos da coca-cola da água.


VIDEO ABAIXO:


Curioso não?

* Advogado tenta anular condenação e sentença da morte de Jesus Cristo

Queniano está tentando processar a República da Itália e o Estado de Israel.


Um advogado queniano pediu à Corte internacional de Justiça para anular o julgamento e condenação de Jesus Cristo, assim como sua sentença de morte. Dola Indidis, ex-porta-voz do Judiciário no Quênia, está tentando processar a República da Itália e o Estado de Israel.

Ele tenta o ato através da Corte sediada na Holanda, que tem o hábito de ouvir questões de direito internacional. De acordo com o advogado, e segundo os preceitos bíblicos, Jesus foi condenado e crucificado sob acusação de blasfêmia, apesar de ser inocente. 

Indidis questiona o modo como Jesus foi julgado, além dos castigos impostos a Ele enquanto não se tinha condenação definida. Especialistas no segmento acreditam que o caso não tenha competência legal para seguir adiante. De qualquer maneira vamos aguardar para ver como este caso se desenrola.

Advogado tenta anular condenação e sentença da morte de Jesus Cristo
Fonte: Daily Mail


* Grafeno branco: conheça o novo material que suga a poluição

Material consegue absorver todo tipo de poluente orgânico, tendo fácil limpeza para reutilização.


Um novo material conhecido como grafeno branco está dando o que falar graças ao seu poder de atrair a poluição. Ele contém apenas um átomo de carbono, e suga em instantes produtos químicos de água contaminada.

Da mesma maneira que o grafeno, esta forma de nitreto de boro assume uma estrutura hexagonal plana, e seus átomos se dispõe em grandes camadas bidimensionais.

O grafeno branco consegue absorver todo tipo de poluente orgânico, como resíduos químicos industriais e óleos de motor por exemplo. Além disso ele pode ser limpo e reutilizado muito facilmente.

O segredo para isso é o fato do composto estar em uma estrutura porosa, o que lhe permite absorver facilmente contaminantes. O material consegue absorver até 29 vezes o seu próprio peso em óleo de motor, mantendo a capacidade de flutuar na água, mesmo quando saturado. Para limpá-lo é preciso aquecê-lo em um forno industrial.

Fonte: BBC


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