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segunda-feira, 25 de agosto de 2014

* Presidente da Federação dos Jornalistas exige fim da violência policial contra profissionais

A intensificação de protestos nas ruas do Brasil desde as Jornadas de Junho de 2013, passando pela Copa do Mundo FIFA 2014 e com tendências a prosseguir no país, tem colocado novamente em pauta a questão da violência contra jornalistas, diante do registro de diversos casos. O tema ainda não é tratado como se deve no Brasil. Empresas não garantem a proteção necessária aos seus funcionários e o Estado brasileiro ainda se utiliza de métodos repressivos para conter os avanços das vozes dissonantes ou que coloquem em evidência as falhas do Poder Público.
Celso Schröder, presidente da Fenaj. Foto: Canindé Soares

Relatório publicado pela organização não governamental Artigo 19, que defende a liberdade de expressão e informação, aponta que, durante os protestos ocorridos no ano passado, no Brasil, não somente os manifestantes foram vítimas de ações violentas por parte de agentes do Estado. A Polícia Militar cometeu graves violações contra jornalistas e outros profissionais de comunicação, que cobriam atos públicos em todo o Brasil, na tentativa de impossibilitar que a cobertura e o registro da violência policial prosseguissem.
O levantamento mostra que a imprensa também sofreu violência verbal e física por parte dos manifestantes. Houve casos em que profissionais de veículos de comunicação foram hostilizados por cidadãos comuns e, até mesmo, expulsos do interior da concentração de manifestantes. Somente naquele mês de junho, houve 117 registros de jornalistas agredidos e feridos e outros 10 detidos, incluindo as mídias tradicionais e alternativas.
Para tratar dessa questão, a Adital entrevistou o presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), Celso Schröder. Ele discute como o é, como deve ser tratada e quais demandas que a violência contra jornalistas gera hoje no país. Para ele, as instituições públicas, até bem pouco tempo atrás, simplesmente ignoravam o problema ou contribuíam para a impunidade ao não darem continuidade aos processos policiais ou judiciais, podendo a violência contra o jornalista se dar desde o assédio até o assassinato.
Profissionais da mídia agredidos durante a Copa do Mundo Fifa 2014 no Brasil. Foto: Mídia Ninja

ADITAL - O que pode ser considerado violência contra jornalistas?
Celso Schröder - Qualquer ato que coloque em risco a vida, a segurança ou o trabalho do jornalista. A violência pode ter vários níveis e diversos tipos. Desde o assédio até o assassinato. Desde a violência física até o constrangimento moral.
ADITAL - A violência contra jornalistas pode ser considerada ato de censura ao trabalho da imprensa?
CS - Embora a palavra censura tenha uma definição precisa, na qual o Estado impede, de maneira a priori, a circulação de informação ou opinião, é possível fazer uma analogia entre o constrangimento de fazer o jornalismo, desde que intencional, e a censura. A violência sempre tem a intenção de inibir e impedir o jornalismo.
ADITAL - De que maneira as instituições públicas vêm tratando a questão?
CS - De uma maneira geral, as instituições públicas ou ignoravam o problema ou contribuíam para a impunidade, ao não darem continuidade aos processos policiais ou judiciais. O assassinato de jornalistas tem aumentado no mundo todo, principalmente [depois] do ataque estadunidense ao Hotel Palestina, no início da Guerra do Iraque, quando a imprensa deixou de ser vítima ocasional para se transformar em alvo.
No Brasil, nos últimos anos, os números cresceram assustadoramente. Desde crimes por encomendas aos crimes a partir das chamadas manifestações de junho [de 2013]. O governo brasileiro agiu de maneira ambígua. Enquanto a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência [da República] construiu um grupo de trabalho que transformou as propostas da FENAJ, [realizou a] criação de um Observatório Nacional e a indicação da aprovação de uma lei que federalize as investigações de crimes contra comunicadores, o Ministério da Justiça ignorou os pedidos de audiência insistentes da FENAJ.
ADITAL - As empresas jornalísticas ainda não demonstram estarem preparadas para garantirem proteção a seus profissionais de mídia, que ficam, frequentemente, vulneráveis a casos de violência durante o exercício da profissão. Como estimular essa necessidade dentro das redações?
CS - A FENAJ propõe um protocolo a ser firmado pelas empresas em nível nacional e a Federação com os seguintes itens: seguro de vida e saúde para aqueles jornalistas que estiverem em situação de risco; equipamentos e treinamento adequados para o nível do risco; constituição de uma comissão de segurança para avaliar pautas e estudar pertinência e formas de cobertura.
Jornalista canadense sofre violência policial durante cobertura da Copa no Rio de Janeiro. Foto: Mídia Ninja

ADITAL - Recentemente, acompanharam-se casos de prisões de repórteres que registravam ações da Polícia Militar durante manifestações da população nas ruas brasileiras, aparentemente sem justificativa fundamentada. O que justificaria a prisão de um jornalista?
CS - Pedimos uma audiência com o Ministério da Justiça, que criou um grupo de trabalho, mas que não atendeu ao pedido da FENAJ de fazer uma manifestação exigindo das policiais militares, principalmente, o fim das agressões aos jornalistas.
ADITAL - A violência ao profissional de mídia praticada pelo Estado deve ser tratada de maneira diferente dos casos relacionados ao setor privado, por exemplo? De que maneira?
CS - Os crimes devem ser denunciados, investigados e punidos igualmente. Os crimes realizados pelo Estado tem o agravante de serem oriundos de um ente social com o monopólio da força atribuído pela própria sociedade.
ADITAL - Como um jornalista deve proceder no caso de sofrer agressão?
CS - Exercitar os treinamentos, se utilizar dos equipamentos, seguros e proteções que deverão ser garantidos pelos empregadores. Trabalhar em sintonia com as entidades sindicais dos jornalistas e organizações de direitos humanos para o caso.

Marcela Belchior

Jornalista da ADITAL

segunda-feira, 15 de julho de 2013

* Jornalistas pernambucanos revoltados promovem manifestos!

Publicado no blog 


ANDRADETALIS

Jornalismo se faz com coragem e sonho

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Ontem, tivemos um encontro com os filhos e netos dos jornalistas
pintando o 7
AGENDA DE HOJE, SEGUNDA-FEIRA, 15 DE JULHO
14h30m – Jornal do Comércio – Rua da Fundição, 257, Santo Amaro
15h30m – Diário de Pernambuco – Rua do Veiga, 600, Santo Amaro
16h30m – Folha de Pernambuco – Avenida Marquês de Olinda, 105, Recife Antigo
Payam Boromand
Payam Boromand
O JORNALISMO SE FAZ NAS RUAS, E NÃO COM AS REDAÇÕES FECHADAS E CERCADAS DE SEGURANÇA. REDAÇÕES ONDE O POBRE NÃO ENTRA.
NÃO SE FAZ JORNALISMO LIVRE E VERDADEIRO COM O SALÁRIO DE FOME E MEDO.
ABAIXO OS PASSARALHOS, O ASSÉDIO JUDICIAL, O ASSÉDIO EXTRAJUDICIAL, O ASSÉDIO MORAL, O ASSÉDIO SEXUAL, O STALKING POLICIAL, O PELEGUISMO, A CENSURA, A AUCENSURA, O PENSAMENTO ÚNICO, A TESOURA, O PRENDE E ARREBENTA DA POLÍCIA E A CHAVE QUE NOS TRANCA.
Elena. ospina
Elena. ospina
Pedro X. Molina
Pedro X. Molina

sábado, 13 de julho de 2013

* Pintando o sete será domingo 14 às 15h no Parque Dona Lindu


Parque Dona Lindu fica na Praia da Boa Viagem - Recife - PE.

A oposição do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Pernambuco promove este

evento em favor da liberdade de expressão e contra a censura.

O evento denominado “Pintando o Sete Contra a Censura” vai reunir centenas de
famílias, crianças e estudantes, que vão, através de cartazes e pinturas, mostrar
suas impressões sobre as manifestações de rua que acontecem no Brasil.
Vamos deixar nosso protesto, ainda, contra a censura imposta pela Rede Globo,
além da violência da PM contra estudantes e manifestantes. 

O objetivo também é arrecadar donativos, como alimentos não perecíveis e roupas,
para as vítimas da seca.


https://www.facebook.com/events/175904355916863/?notif_t=plan_user_invited

sexta-feira, 12 de julho de 2013

* Analistas políticos não puderam prever manifestos

ENTREVISTA / CAIO TÚLIO COSTA

‘Um novo futuro a ser ditado pelo poder das ruas’

Por DP em 09/07/2013 na edição 754
Reproduzido do Diário do Pará, 7/7/2013
Da mesma forma que a política, o jornalismo também foi sacudido pelos protestos que surpreenderam o País nos últimos dias. Onde estavam os formadores de opinião, analistas e repórteres que não conseguiram prever a erupção social que tomaria as ruas de Norte a Sul do Brasil? Para o jornalista Caio Túlio Costa, eles estavam fora das redes sociais ou conectados apenas com o próprio grupo - sem buscar analisar a realidade a partir das plataformas sociais, a grande novidade desse movimento atual.
Caio Túlio (foto à esquerda) é um expert em mídia e redes sociais. Primeiro ombudsman do jornal Folha de S.Paulo, um dos criadores do portal UOL, professor de ética e da área de comunicação frente às novas tecnologias, e um dos comandantes da campanha de Marina Silva à Presidência em 2010, ele esteve em Belém na semana passada para uma conversa sobre “Redes Sociais e as Mobilizações Sociais”. O evento fez parte do Movimento HotSpot, que premia inovações nas artes e comunicação. Curador do projeto, o jornalista falou com exclusividade ao Diário sobre mídia, política e uso das redes.
Assim como os partidos políticos e as autoridades de modo geral, a imprensa esteve na berlinda durante as manifestações das últimas semanas. Na sua opinião, por que isso aconteceu?
Caio Túlio Costa– A imprensa foi alvo topicamente. Ela acabou sendo uma grande aliada dos manifestantes e até maximizou, no bom sentido, a abrangência das mobilizações. Mas acho que a imprensa chegou tarde. O movimento conseguiu mobilizar as pessoas, no início poucas, e conseguiu levá-las para a praça pública, para as ruas. Depois, usando as redes, esse mesmo movimento conseguiu fazer com que essas pessoas voltassem às ruas e fossem aumentando. Aconteceu em uma semana fatídica em que, principalmente em São Paulo e no Rio de Janeiro, a polícia foi muito violenta. Isso fez com que a imprensa respondesse. Isso ajudou mais uma vez a fazer com que o movimento se espraiasse da maneira como se espraiou.
Os movimentos não têm líderes definidos e isso às vezes é meio difícil de explicar. O senhor acha que nós, jornalistas, estamos preparados para cobrir esses fatos?
C.T.C. – Assim como os políticos tradicionais, os empresários, os jornalistas ficaram surpresos com o que estava acontecendo. Não teriam ficado surpresos se tivessem um olho constante na Internet, nas redes sociais e na própria rua. Eu acho que tão surpresos quanto os jornalistas, estão também os participantes do movimento. Nem eles tinham a dimensão da importância do que isso poderia acabar tendo e teve. Agora, vamos saber a real dimensão disso mais para frente. Algumas consequências já estão acontecendo. Por exemplo, nos últimos dias, vários políticos foram pegos gastando dinheiro público para fazer viagens particulares.
Deputados e senadores trabalhando em pleno julho, por exemplo...
C.T.C. – Realmente isso já é outra coisa inédita [risos]. E vimos também as prefeituras, ou recuando ou não aumentando as tarifas, além de outros movimentos, como o dos caminhoneiros. A população estava completamente abúlica e agora está se manifestando pontualmente de diversas formas e, às vezes, com extremo vigor.
O senhor falou que os jornalistas foram surpreendidos. Em sua opinião, por que não se percebeu que esse movimento estava chegando à superfície?
C.T.C. – Eu acho difícil fazer essa análise neste momento porque estamos no meio do furacão. Mas uma das razões possíveis é o fato de os jornalistas estarem completamente fora das redes sociais. Ou estarem dentro da rede só com seus pares e não tentando entender o movimento nas redes. Mas geralmente é assim que acontece. Muitos movimentos que fazem sucesso na rede têm sua origem na imprensa tradicional. Mas a maioria, principalmente, os de reivindicações, só depois que acontecem na rede conseguem algum espaço na mídia tradicional.
Ainda separam muito o mundo virtual do mundo real, não é?
C.T.C. – Sim. E a coisa parece que só tem importância quando aparece na mídia tradicional. Mas isso é para várias gerações, que a gente pode considerar como gerações antigas, que ainda não estão acostumadas com essa nova forma de apreender o conhecimento. É uma forma multimídia, completamente diferente da forma livresca na qual a gente aprendia as coisas antigamente.
O senhor trabalhou na campanha da Marina Silva em 2010. E nessa campanha já houve uso bastante intensivo das redes sociais...
C.T.C. – A Marina foi muito inteligente. Ela tinha pouco tempo de televisão e não estava disposta a fazer alianças que aumentassem aquele tempo. Então tomou a seguinte decisão: vamos investir tudo que a gente puder nas redes. E ela contratou profissionais, entre os quais me incluo, que abraçaram aquilo com toda a vontade de fazer.
As mídias tradicionais acabaram servindo para chamar o público para as redes?
C.T.C. – As mídias tradicionais foram bastante usadas na campanha também. A gente fez uma comunicação em 360º. Utilizava todos os recursos possíveis e passamos a conversar diretamente com as pessoas. Foi um uso bastante intensivo e, ao mesmo tempo, gostoso de ser feito porque ali tinha uma causa. E quando você tem uma causa, não precisa de mais nada. Se a tua causa fala alto, principalmente para a juventude que está nas redes, isso é maravilhoso. E é isso que ela [Marina] tinha e tem.
O senhor acha que em 2014 o uso das redes sociais vai se intensificar a partir do que a gente está assistindo hoje?
C.T.C. – Acho difícil prever qualquer coisa para 2014. Agora, sem dúvida, vamos ter um uso muito maior da internet, das redes, inclusive para captação de recursos em 2014. Tem muita gente já pensando nisso e um pouco dos movimentos que a gente viu agora são uma espécie de ensaio possível para uma campanha em rede ano que vem.
Muita gente diz que a Marina é a candidata que mais vai capitalizar, em termos de votos, estes movimentos. O senhor acha que isso pode acontecer?
C.T.C. – Eu acho que pelo fato dela ter uma causa, do ambiente, da sustentabilidade como um todo, e o fato de ser uma causa que fala muito próximo dos jovens, irá beneficiá-la muito.
Por outro lado ela é evangélica. O senhor acha que isso pode afastar o eleitor mais de esquerda? Questões como o aborto, a descriminalização da maconha...
C.T.C. – São questões que ela tem enfrentado de cabeça erguida, com muita altivez. Até agora não tem afastado [eleitores]. Ela conseguiu 20 milhões de votos e, se você olhar a distribuição dos votos, teve muito voto evangélico, de católico, de ateu, de petista arrependido, de conservadores também. No meu entender, ela consegue manter um certo pluralismo, um certo ecumenismo.
Voltando à questão das redes, a gente observa que, ao mesmo tempo que tem um movimento incentivando as pessoas a irem para as ruas, tem uma espécie de antimovimento. Esses grupos são mais de direita ou de esquerda, como é que a gente poderia situar?
C.T.C. – Uma das facetas desse atual movimento é que está todo mundo atônito em relação inclusive a essas expressões como direita e esquerda. Você tem ali dentro verdadeiros arruaceiros, baderneiros a rigor, aproveitando o movimento. Acho que você tem ali pessoas conservadoras, pessoas de extrema esquerda... Há quanto tempo a gente não ouvia falar de anarquistas e agora isso voltou...
E ainda tem os apartidários...
C.T.C. – Sim, você tem aqueles que não querem saber de partidos. Eu acho que tudo isso faz parte do caldo de cultura contemporâneo que tem a ver com um grande escritor polonês que se chama Zygmunt Bauman [sociólogo, autor de várias obras, entre elas “O mal-estar da pós-modernidade” e “Modernidade Líquida”]. Ele fala exatamente da condição de liquefação, não somente das instituições, mas das relações entre as pessoas. Acho que é isso que a gente está vivendo. Isso está deixando as pessoas ainda meio atônitas e sem a capacidade de analisar.
O governo reagiu bem às manifestações em sua opinião?
C.T.C. – Demorou muito para reagir. Reagiu na medida da sua capacidade de desentendimento do que estava acontecendo, não de entendimento. A primeira fala da Dilma foi um fiasco. A segunda fala acabou sendo um fiasco, não junto à população, porque pode até ter tido alguns efeitos especiais, mas teve uma reação muito forte junto à oposição, aos partidos. Dentro do desentendimento em que está, o governo está reagindo razoavelmente bem.
Reforma política é um caminho para atender às demandas expostas nas ruas?
C.T.C. – Eu acho que o País precisa não só de reforma política. Precisa de reforma tributária. O país precisa de reforma nas suas instituições. A Justiça não pode continuar lenta da forma como é. Acho que tem muita coisa que ainda vai aflorar e que vai fazer parte dos movimentos nas ruas.
Há uma crise de representação?
C.T.C. – A esfera pública está se desconstruindo. É uma crise de instituições. E não é só no Brasil, é no mundo inteiro. No mundo inteiro vemos esses movimentos diferenciados que estão acontecendo, como a revolução na comunicação. Estamos vivendo um momento muito especial na história da humanidade. Acho que agora é que está acabando a era agrária. Estamos indo para uma era que não tem nome ainda.
Apesar das limitações de análise, o senhor acha que tem algo destes movimentos que ficará para o futuro?
C.T.C. – As pessoas não precisam mais das mídias tradicionais para fazer qualquer movimentação, para fazer qualquer pedido de mudança ou reivindicação. Elas têm esse poder de mídia. Hoje, seja uma única pessoa, sejam mil pessoas ou cem mil pessoas, elas têm o poder da mobilização tanto presencial quanto virtual. Isso é poder de mídia. Qualquer pessoa vai a um local de acesso público à internet, grava um vídeo para o Youtube e aquele vídeo pode ter repercussão mundial instantânea e provocar alguma coisa. É isso que mudou e é isso que fica. Aonde isso vai nos levar? Eu não sei.
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http://www.diariodopara.com.b
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sexta-feira, 17 de julho de 2009

* Salomão Schvartzman com programa na Band News!


O Jornalista Salomão Schvartzman está atualmente com programa na Rádio Band News - São Paulo. Segunda a Sexta às 9h36, 16h e 20h22


Com seu jeito irreverente e sascástico, crítica mordaz, Salomão Shvartzman continua em ação.
Eu gosto de ouvir o programa de Salomão porque ele não tem medo de expressar opinião sobre assuntos diversos da política e sobre fatos ocorridos entre as notícias do dia, com humor. Mantém um alto nivel de vocabulário e não vende sua opinião. Tem um apurado gosto musical, no seu programa há uma escolha refinada de boa música.


O jornalista Salomão Schvartzman produziu e apresentou o programa "Diário da Manhã", na Rádio Scalla FM. Anteriormente, na Rádio Cultura FM, o mesmo programa foi apresentado durante os últimos sete anos (ele foi demitido dequela emissora por motivos de pressões políticas ocasionadas por seu jeito crítico e sincero sobre as ações dos políticos). Trabalhou no jornal "O Globo", do Rio de Janeiro e chefiou a sucursal paulista da Revista Manchete. Em 1977 foi um dos premiados com o Prêmio Esso de Jornalismo. Atuou na Rede Manchete de Televisão ancorando o programa jornalístico "Frente a Frente" durante 11 anos. Também na Rede Manchete idealizou e produziu "Clássicos em Manchete", reunindo as principais orquestras sinfônicas do planeta. Fez para a Rádio Globo, do Rio de Janeiro, a cobertura do julgamento do criminoso nazista Adolph Eichmann.
É conselheiro do Museu de Arte de São Paulo. É Bacharel em Ciências Políticas e Sociais formado pela Escola de Sociologia e Política de São Paulo em 1983.







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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

* V Congresso Mineiro de Comunicação Ambiental


Pelo quinto ano consecutivo, Belo Horizonte sedia o Congresso Mineiro de Comunicação Ambiental. O evento, que acontece nos dias 12 e 13 de março de 2009, no Hotel Mercure, na capital mineira, vai reunir os principias profissionais das áreas de meio ambiente, responsabilidade social, finanças sustentáveis e comunicação do país.
O objetivo é mostrar ao profissional como atuar, se aprimorar e conhecer os mais novos conceitos e ferramentas de comunicação para sustentabilidade. Com organização da Ambiente Global - Eventos Sustentáveis, o V Congresso Mineiro de Comunicação Ambiental terá este ano temas como a Comunicação Ambiental como instrumento para gerar valor nas organizações; Políticas Corporativas de Comunicação Ambiental e alinhamento de posicionamento aos atendimento de requisitos legais; e estabelecimento de metas.
O congresso conta com apoio da Maxpress, Intercom, Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (Cebds), Associação Brasileira de Relações Públicas, Associação Brasileira das Agências de Comunicação (Abracom), Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha e Apimec.
Para inscrições e informações, acesse o
site ou ligue (11) 4777-0260.
Clique aqui para ler mais sobre comunicação ambiental

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

* Vem aí Conferência Nacional de Comunicação

O governo federal definirá, em reunião no Palácio do Planalto marcada para a próxima terça-feira (3), a data para a realização da 1ª Conferência Nacional de Comunicação. As propostas para a criação do evento foram acordadas no início desta semana pelo presidente Lula e o ministro das comunicações, Hélio Costa. A Conferência discutirá a democratização e instauração de políticas públicas para o setor.
A previsão de empresários e profissionais de radiodifusão é de que, ao término da 1ª Conferência, seja criada uma nova legislação para o setor, já que a última modificação nas normas foi realizada apenas em 1962.
Segundo informou o site Tele Síntese, no orçamento da União estão previstos investimentos de R$ 8,2 milhões para realização de conferências e encontros do setor. A emenda do projeto, com os custos, foi encaminhada ao governo pela Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara.

* Primeiro jornal feito de blogs

Esta semana chegou às ruas de Chicago e São Francisco, nos Estados Unidos, o The Printed, jornal feito com conteúdo integral de blogs. Em formato tablóide e com tiragem de 2.600 cópias o veículo se assemelha aos demais periódicos do país. Cerca de 300 blogueiros serão os responsáveis pelo conteúdo editorial. De acordo com o fundador do jornal, Joshua Keep, o objetivo é fortalecer a versão impressa em meio à propagação das novas mídias.
"O modelo do jornal não mudou em décadas. Nós vamos fazer essa mudança e esperamos abrir um diálogo com o setor. Vamos trazer para fora da rede as técnicas que funcionaram online", disse Keep.
Segundo noticiou a agência EFE, os próprios distribuidores serão os responsáveis pela impressão do jornal. Keep ressaltou que o The Printed terá custo margeado em US$ 0,25 para cada uma das quatro páginas, o que poderá ser facilmente coberto pelos anúncios publicitários.
Na primeira versão do tablóide, cerca de 15 anunciantes aderiram ao projeto. A previsão é de que jornal ganhe as ruas de Nova York em duas semanas.