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domingo, 14 de julho de 2013
sábado, 13 de julho de 2013
* Pintando o sete será domingo 14 às 15h no Parque Dona Lindu
Parque Dona Lindu fica na Praia da Boa Viagem - Recife - PE.
A oposição do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Pernambuco promove este
evento em favor da liberdade de expressão e contra a censura.
O evento denominado “Pintando o Sete Contra a Censura” vai reunir centenas de
famílias, crianças e estudantes, que vão, através de cartazes e pinturas, mostrar
suas impressões sobre as manifestações de rua que acontecem no Brasil.
Vamos deixar nosso protesto, ainda, contra a censura imposta pela Rede Globo,
além da violência da PM contra estudantes e manifestantes.
O objetivo também é arrecadar donativos, como alimentos não perecíveis e roupas,
para as vítimas da seca.
https://www.facebook.com/events/175904355916863/?notif_t=plan_user_invited
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quinta-feira, 11 de julho de 2013
* Revistas da Semana
ASSUNTOS PUBLICADOS EM ALGUMAS REVISTAS DA SEMANA NAS BANCAS:
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sexta-feira, 27 de maio de 2011
* Zuckerberg pede a líderes do G8: “Não regulamentem a web”
Fundador do Facebook e conselheiro do Google, Eric Schmidt, soltam a voz em encontro internacional e afirmam que tentativa de regulamentação é prematura

Zuckerberg fala a líderes da cúpula G8 (Alexander Zemlianichenko/AP)
Mark Zuckerberg, fundador do Facebook, e Eric Schmidt, conselheiro do Google, estiveram nesta quinta-feira na reunião de cúpula do G8, que está acontecendo em Deauville, na França. Ao lado de outros empresários de setores de Internet, eles pediram aos líderes dos países membros do grupo (Estados Unidos, Japão, Alemanha, Grã-Bretanha, Itália, Canadá, Rússia e França) garantias de livre acesso à rede.
No início da semana, o presidente da França, Nicolas Sarkozy, organizou um fórum prévio com o obejtivo de formular uma proposta conjunta sobre a melhore maneira de regulamentar a internet em todo o mundo, o e-G8. Além de Facebook e Google, outras companhias americanas como Amazon e News Corp estiverem presentes no debate. Ao final de dois dias, no entanto, pouco se evoluiu. Enquanto Sarkozy tentava pregar o controle da rede, a nata da internet marcou posição contra o seu discurso.
Zuckerberg, que trocou a camiseta cinza por um clássico terno, afirmou durante o evento principal que a web é uma força poderosa. “Ela dá voz a muita gente”, disse o jovem milionário a jornalistas. O fundador da maior rede social do planeta ainda ressaltou aos líderes da cúpula que o excesso de regulamentação não funciona e que é preciso investir em tecnologias de alta velocidade.
Maurice Lévy, incumbido por Sarkozy de convidar as companhias americanas para o fórum, quer transformar o e-G8 em um evento anual. “Pedimos por unanimidade que se garanta um acesso livre e gratuito à internet a todos os habitantes do planeta”, disse o organizador, contrariando algumas das ideias apresentadas pelo presidente francês em Paris. “Sim, temos que proteger a propriedade intelectual, mas não podemos criar uma situação na qual a internet não possa crescer e se desenvolver”, acrescentou Lévy, dando voz - ainda que nas entrelinhas - ao conservador chefe.
A cúpula do G8, que terminará nesta sexta-feira, pretende debater o papel dos governos na regulamentação da internet junto ao setor privado, aos usuários e outras partes interessadas para criar um ambiente no qual a internet possa crescer de forma equilibrada.
(Com informações da France-Presse)
* Brasil ainda enfrenta problemas com a liberdade de expressão, diz diretor da SIP
Em entrevista coletiva concedida em São Paulo nesta quarta-feira, 25 de maio, o diretor-executivo da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP), Júlio Muñoz, alertou para os problemas com a liberdade de imprensa que, como os demais países da América Latina, o Brasil ainda enfrenta, informou o Globo.
Segundo o diretor, a não assinatura pela presidente Dilma Rousseff no Dia Mundial da Liberdade de Imprensa da Lei de Acesso à Informação, que ainda tramita no Senado Federal, e a censura imposta há mais de 600 dias ao jornal Estado de São Paulo são exemplos de que a liberdade de expressão no país sofre ameaças.
"O governante precisa entender que ele é um empregado do povo, e não o contrário. Que é este povo, e não o poder, o dono da informação. Por isso as autoridades têm obrigação de garantir as regras de acesso, pela sociedade, a todo e qualquer tipo de notícia", declarou Muñoz, citado pelo Estado de S. Paulo.
O diretor veio ao Brasil para anunciar que a próxima Assembleia Geral da SIP, em 2012, será realizada na capital paulista, de acordo com o Estado de S. Paulo. A última reunião no país aconteceu há 21 anos, em Your TEXTFortaleza. "Esperamos reunir entre 500 e 600 delegados de toda a América Latina, para discutir temas com liberdade de expressão e o impacto de novas tecnologias na área da informação", resumiu.
Fonte: blog "Knight Center for Journalism in the Americas", University of Texas at Austin, pelo Centro Knight para o Jornalismo nas Américas, na Universidade do Texas em Austin, e financiado pela John S. and James L. Knight Foundation
sábado, 9 de maio de 2009
* Jornais se manifestam sobre declaração do Deputado Sérgio Moraes

Os jornais Folha de S.Paulo e O Estado de S.Paulo decidiram se manifestar em relação ao episódio envolvendo o deputado federal Sérgio Moraes (PTB-RS) que, recentemente, classificou o trabalho dos jornalistas de "pouca vergonha". Por meio de editoriais publicados nesta sexta-feira (8), os veículos paulistanos criticaram a posição do político e relator do processo de cassação por quebra de decoro contra o deputado mineiro Edmar Moreira. Para O Estado de S.Paulo, a citação do relator do processo externa a posição da maioria dos parlamentares em exercício.
"O deputado Sérgio Moraes, do PTB gaúcho, decerto externou o que devem pensar muitos, se não a maioria de seus pares- a julgar pela infinidade de exemplos de seu comportamento execrável-, quando disse estar se lixando para a opinião pública", disse o editorial de O Estado de S.Paulo.
O jornal da família Mesquita expôs as denúncias que conduziram o deputado Edmar Moreira ao processo de cassação no Conselho de Ética da Câmara. Manutenção de um castelo sem declaração no fisco, avaliado em R$ 25 milhões, desvio de verba pública e uso indevido de licitações são exemplos citados pelo veículo. Porém, segundo O Estado, as possíveis irregularidades do político mineiro teriam ficado em "segundo plano", por conta das afirmações do relator do caso.
Na mesma linha, a Folha contrapõe que enquanto Edmar, intitulado o "homem do castelo", é alvo de cassação, Sérgio Moraes "refaz seus passos, com desdém e imprudência comparáveis".
Ao final, a Folha ainda ressalta que, ao dizer que estar se "lixando" para a opinião pública, Moraes teria externado o que senadores e deputados também o fazem. "Quando já não parecia possível aumentar a aposta, eis que um membro do Conselho de Ética consegue fazê-lo, declarando a mais pura verdade", conclui o editorial do veículo.
Na última quarta-feira (6), em audiência realizada na Câmara, o deputado Sergio Moraes classificou o trabalho da imprensa como "pouca vergonha". Segundo o político, os jornais nunca participam de forma efetiva do processo político no país e "se intitulam donos da moral e da ética".
"O deputado Sérgio Moraes, do PTB gaúcho, decerto externou o que devem pensar muitos, se não a maioria de seus pares- a julgar pela infinidade de exemplos de seu comportamento execrável-, quando disse estar se lixando para a opinião pública", disse o editorial de O Estado de S.Paulo.
O jornal da família Mesquita expôs as denúncias que conduziram o deputado Edmar Moreira ao processo de cassação no Conselho de Ética da Câmara. Manutenção de um castelo sem declaração no fisco, avaliado em R$ 25 milhões, desvio de verba pública e uso indevido de licitações são exemplos citados pelo veículo. Porém, segundo O Estado, as possíveis irregularidades do político mineiro teriam ficado em "segundo plano", por conta das afirmações do relator do caso.
Na mesma linha, a Folha contrapõe que enquanto Edmar, intitulado o "homem do castelo", é alvo de cassação, Sérgio Moraes "refaz seus passos, com desdém e imprudência comparáveis".
Ao final, a Folha ainda ressalta que, ao dizer que estar se "lixando" para a opinião pública, Moraes teria externado o que senadores e deputados também o fazem. "Quando já não parecia possível aumentar a aposta, eis que um membro do Conselho de Ética consegue fazê-lo, declarando a mais pura verdade", conclui o editorial do veículo.
Na última quarta-feira (6), em audiência realizada na Câmara, o deputado Sergio Moraes classificou o trabalho da imprensa como "pouca vergonha". Segundo o político, os jornais nunca participam de forma efetiva do processo político no país e "se intitulam donos da moral e da ética".
Veja vídeos sobre o assunto, clicando nos títulos abaixo:
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segunda-feira, 6 de abril de 2009
* web substituirá jornais impressos!
Um estudo aponta que 61% dos norte-americanos buscarão informações na Internet caso persista a onda de falência dos jornais impressos. De acordo com a maioria dos estrevistados, a Web preencherá o vazio deixado pelo fim da mídia impressa.
No entanto, ao passo que a pesquisa feita instituto Rasmussen aponta uma preferência pelo conteúdo de Web, mostra também que considerável parte dos leitores ainda prefere os meios impressos. Cerca de 35% declararam que nenhuma outra fonte de informação preencherá o espaço deixado vago pela mídia impressa.
A pesquisa, que ouviu mil adultos por telefone, apontou também que 30% dos entrevistados estão "muito seguros" de que outros veículos que não os jornais lhes fornecerão as informações de seu interesse. Já 8% disseram o contrário.
"É frustrante que os jornalistas sejam vistos agora como pouco mais que uma referência no Wikipedia, uma fonte de informação potencialmente interessante que requer verificação", disse Rasmussen, fundador e editor dos Relatórios Rasmussen.
Já em relação aos planos de conservação da indústria jornalística, 37% dos americanos ouvidos se disseram a favor de subvenções aos jornais, mas 43% acreditam que é melhor que eles deixem de existir.
Segundo informa a agência de notícias Efe, em relação ao estudo de um plano de resgate dos jornais por parte do governo dos EUA, 65%dos entrevistados se opuseram à ideia.
No entanto, ao passo que a pesquisa feita instituto Rasmussen aponta uma preferência pelo conteúdo de Web, mostra também que considerável parte dos leitores ainda prefere os meios impressos. Cerca de 35% declararam que nenhuma outra fonte de informação preencherá o espaço deixado vago pela mídia impressa.
A pesquisa, que ouviu mil adultos por telefone, apontou também que 30% dos entrevistados estão "muito seguros" de que outros veículos que não os jornais lhes fornecerão as informações de seu interesse. Já 8% disseram o contrário.
"É frustrante que os jornalistas sejam vistos agora como pouco mais que uma referência no Wikipedia, uma fonte de informação potencialmente interessante que requer verificação", disse Rasmussen, fundador e editor dos Relatórios Rasmussen.
Já em relação aos planos de conservação da indústria jornalística, 37% dos americanos ouvidos se disseram a favor de subvenções aos jornais, mas 43% acreditam que é melhor que eles deixem de existir.
Segundo informa a agência de notícias Efe, em relação ao estudo de um plano de resgate dos jornais por parte do governo dos EUA, 65%dos entrevistados se opuseram à ideia.
domingo, 15 de março de 2009
* Ameaças de morte na França!

Na última quinta-feira (12), o jornalista francês Jean-Pierre Pernaut, âncora do principal telejornal da tarde da emissora TF1, recebeu uma carta em que era ameaçado de morte. No envelope havia, ainda, uma bala de nove milímetros.
O presidente da França, Nicolas Sarkozy, também recebeu uma carta ameaçadora, na última quinta, mas, em seu caso, não havia nenhuma bala, informa a Efe.
No começo deste mês, Sarkozy, membros do Governo e a alguns cargos eleitos locais, além de ao presidente da TF1, Nonce Paolini, já haviam recebido cartas com ameaças, nas quais havia sido inseridas balas de diferentes calibres.
Acredita-se que a carta enviada a Jean-Pierre Pernaut tem a ver com o fato de ele ser considerado um jornalista próximo aos meios conservadores.
No começo deste mês, Sarkozy, membros do Governo e a alguns cargos eleitos locais, além de ao presidente da TF1, Nonce Paolini, já haviam recebido cartas com ameaças, nas quais havia sido inseridas balas de diferentes calibres.
Acredita-se que a carta enviada a Jean-Pierre Pernaut tem a ver com o fato de ele ser considerado um jornalista próximo aos meios conservadores.
sexta-feira, 13 de março de 2009
* Violência contra jornalistas em RO e em RJ!
Jornalista tenta cobrir acidente e tem fotos apagadas por seguranças em RO
Na manhã desta quinta-feira (12), a OAB/RJ divulgou uma nota de repúdio a agressão "perpetrada por assessores da prefeita de São Gonçalo, Aparecida Panisset, contra o fotógrafo do jornal Extra, Fabiano Rocha.
A Ordem criticou, ainda, as ameaças sofridas pela jornalista Ana Carolina Torres e pelo motorista Noel Messias que, junto de Rocha, faziam uma reportagem em frente à casa da prefeita da cidade.
"A OAB/RJ vê nesse ato de intolerância política um atentado contra a liberdade de imprensa, cuja reconquista tanto custou à sociedade brasileira", disse o comunicado.
Durante a reportagem, o irmão da prefeita, Mário Panisset, saiu da casa e pegou o boneco João Buracão. Em seguida, dois homens cercaram o fotógrafo. Um deles o imobilizou e outro tomou sua máquina.
O incidente foi registrado na 73ªDP como lesão corporal. Os agressores foram identificados como o auxiliar administrativo Fábio Soares Pacheco, 33, e o motorista Marcos Antônio da Silva Ramos, 34. De acordo com informações do O Globo Online, Fábio foi quem agrediu o fotógrafo e Marcos Antônio roubou-lhe a câmera. Já o irmão de Aparecida Panisset aparece no registro como envolvido.
O jornalista Eliânio Nascimento, do site Rondônia Agora, afirmou ter sido agredido por seguranças do Shopping Porto Velho, na capital do Estado, após a queda de parte do teto de gesso do prédio, na última quarta-feira (11), por volta das 18h.
Segundo ele, ao entrar no local para realizar imagens, guardas contratados pelo Shopping o teriam detido em uma sala escura e apagado mais de 150 fotografias de sua máquina. A assessoria do Shopping negou as agressões e justificou o incidente, alegando que o jornalista não teria autorização para entrar no local, por se tratar de uma propriedade privada.
Segundo ele, ao entrar no local para realizar imagens, guardas contratados pelo Shopping o teriam detido em uma sala escura e apagado mais de 150 fotografias de sua máquina. A assessoria do Shopping negou as agressões e justificou o incidente, alegando que o jornalista não teria autorização para entrar no local, por se tratar de uma propriedade privada.

Imagem do acidente reproduzida de vídeo da ALLTV Amazônia
De acordo com testemunhas presentes no Shopping, logo após o acidente, seguranças contratados pela empresa bloquearam o acesso à imprensa e aos clientes, por meio da colocação de uma lona preta no local. Em seguida, parte do complexo de lazer foi evacuado pelo Corpo de Bombeiros. Cerca de quatros pessoas ficaram feridas na queda do teto.
O jornalista do Rondônia Agora declarou que os seguranças, mantidos pela empresa Roma, teriam danificado sua máquina fotográfica, quebrando uma das alças de sustentação do produto. Nascimento disse ainda que irá abrir um processo contra o Shopping, por danos materiais.
O jornalista do Rondônia Agora declarou que os seguranças, mantidos pela empresa Roma, teriam danificado sua máquina fotográfica, quebrando uma das alças de sustentação do produto. Nascimento disse ainda que irá abrir um processo contra o Shopping, por danos materiais.
OAB/RJ repudia agressão a fotógrafo do jornal Extra durante reportagem
Na manhã desta quinta-feira (12), a OAB/RJ divulgou uma nota de repúdio a agressão "perpetrada por assessores da prefeita de São Gonçalo, Aparecida Panisset, contra o fotógrafo do jornal Extra, Fabiano Rocha.
A Ordem criticou, ainda, as ameaças sofridas pela jornalista Ana Carolina Torres e pelo motorista Noel Messias que, junto de Rocha, faziam uma reportagem em frente à casa da prefeita da cidade.
"A OAB/RJ vê nesse ato de intolerância política um atentado contra a liberdade de imprensa, cuja reconquista tanto custou à sociedade brasileira", disse o comunicado.
Durante a reportagem, o irmão da prefeita, Mário Panisset, saiu da casa e pegou o boneco João Buracão. Em seguida, dois homens cercaram o fotógrafo. Um deles o imobilizou e outro tomou sua máquina.
O incidente foi registrado na 73ªDP como lesão corporal. Os agressores foram identificados como o auxiliar administrativo Fábio Soares Pacheco, 33, e o motorista Marcos Antônio da Silva Ramos, 34. De acordo com informações do O Globo Online, Fábio foi quem agrediu o fotógrafo e Marcos Antônio roubou-lhe a câmera. Já o irmão de Aparecida Panisset aparece no registro como envolvido.
segunda-feira, 9 de março de 2009
* Jornal de Seatle será publicado apenas via web!
O Seatle Post-Intelligencer pode se tornar o primeiro diário de uma grande cidade norte-americano a acabar com sua versão impressa e manter toda sua produção voltada para o conteúdo online.O grupo Hearst, que controla o jornal, anunciou em janeiro que em 60 dias irá decidir se venderia o jornal e o transformaria em uma versão online ou se simplesmente encerraria suas atividades.
De acordo com informações do Wall Street Journal, algumas fontes do Seatle Post afirmaram que alguns jornalistas foram consultados a respeito da ideia de trabalhar apenas na Web, o que indicaria que a empresa já teria se decidido sobre o futuro do jornal.
* Rede Record criou megaportal para concorrer com o G1
A Rede Record desenvolve um megaportal de notícias para concorrer com o G1, da Globo, e será lançado no segundo semestre de 2009 e contará com vídeos da emissora, da Record News e produzirá material próprio.
Por ora, a Record possui um site, mas apenas institucional que apresenta a programação do canal. Além disso, sustenta um canal de vídeos no Youtube com objetivo de divulgar os destaques da programação, exibir chamadas e trechos dos programas e novelas da emissora. Conta, ainda, com um espaço dedicado à imprensa, com informações sobre a rede.
A notícia da construção do megaportal vem junto com o anúncio do investimento de R$ 200 milhões. A maior parte desta quantia será revertida na compra de equipamentos e ampliação dos estúdios Recnov, que concentra a produção de novelas da emissora, no Rio de Janeiro.
Por ora, a Record possui um site, mas apenas institucional que apresenta a programação do canal. Além disso, sustenta um canal de vídeos no Youtube com objetivo de divulgar os destaques da programação, exibir chamadas e trechos dos programas e novelas da emissora. Conta, ainda, com um espaço dedicado à imprensa, com informações sobre a rede.
A notícia da construção do megaportal vem junto com o anúncio do investimento de R$ 200 milhões. A maior parte desta quantia será revertida na compra de equipamentos e ampliação dos estúdios Recnov, que concentra a produção de novelas da emissora, no Rio de Janeiro.
domingo, 8 de março de 2009
* Ganhadora do Troféu Mulher Imprensa fala sobre conquistas femininas

Os mais de 20 anos de experiência de Roxane Ré como locutora de FM foram consagrados na edição passada do Troféu Mulher Imprensa. Na 5ª edição, mais de 32% dos votos lhe garantiram, novamente, o prêmio na categoria "âncora de rádio".
A premiação de Roxane não legitima apenas a competência de uma profissional que atuou mais de 14 anos em um dos maiores veículos de hardnews do País, a Rádio CBN, mas aponta para o crescimento das mulheres à frente das transmissões radiofônicas.
Em entrevista que homenageia a bicampeã da categoria "âncora de rádio", Roxane fala ao Portal IMPRENSA sobre os desafios enfrentados pelas mulheres nas redações de todo o País, a difícil escolha entre família e jornalismo, as grandes pautas de 2008 e ainda comenta a importância do Troféu Mulher Imprensa na consolidação da mulher na profissão de jornalista.
A premiação de Roxane não legitima apenas a competência de uma profissional que atuou mais de 14 anos em um dos maiores veículos de hardnews do País, a Rádio CBN, mas aponta para o crescimento das mulheres à frente das transmissões radiofônicas.
Em entrevista que homenageia a bicampeã da categoria "âncora de rádio", Roxane fala ao Portal IMPRENSA sobre os desafios enfrentados pelas mulheres nas redações de todo o País, a difícil escolha entre família e jornalismo, as grandes pautas de 2008 e ainda comenta a importância do Troféu Mulher Imprensa na consolidação da mulher na profissão de jornalista.
Portal IMPRENSA - Existe algum estigma disseminado pelo retrógrado pensamento machista que ainda dificulta o avanço das mulheres no jornalismo?
Roxane Ré - Quando eu comecei há 20 anos era mais difícil. Hoje não vejo mais esse tipo de pensamento ou manifestação. As mulheres estão por toda parte, em qualquer função. São maioria nas universidades, são as que mais disputam vagas e portanto estão nas redações dos jornais, das rádios e das televisões. Quem demonstrar esse tipo de pensamento em público está condenado. Se ocorrer ainda, deve ser a portas fechadas.
IMPRENSA - Apesar dos avanços em relação aos direitos das mulheres no mercado de trabalho, ainda existe desigualdade salarial - quando a mulher ocupa a mesma função de um homem - e ainda é grande a incidência de casos de assédio moral. Você acredita na mudança desse panorama?
Roxane - Em nenhum dos dois contextos a mulher leva vantagem obviamente. Acredito que as mulheres estão aprendendo a lidar com a questão do assédio moral não só no jornalismo. Já a questão da diferença salarial está loge de ser resolvida. Eu escrevi sobre isso dia desses no
Portal IMPRENSA - Hoje, as redações abrigam muitas mulheres, em muitos casos, o número supera o de homens. Na sua opinião, o que explica essa "invasão" das redações por parte das mulheres?
Roxane - Sem dúvida, o primeiro aspecto é o interesse das mulheres por essa profissão que é atual e dinãmica, dão status e respeitabilidade, aspectos valorizados pelas mulheres. Elas procuram as universidades e estão em maior número nessa disputa. No rádio, então, a presença é cada vez maior. Elas se adaptam muito bem a essa profissão que depende da comunicação, da atenção a mais de uma atividade simultaneamente e adaptação a várias funcções. Quer mais?
IMPRENSA - Alguns acham que prêmios como o Mulher Imprensa são provas da desigualdae de gênero, machismo ou feminismo. Como você vê essa afirmação? Na sua opinião, dentro deste contexto, qual a importância do prêmio?
Roxane - Uma bobagem. O prêmio está sintonizado com essa crescente disputa feminina no jornalismo. Em outras premiações que reconhecem o trabalho de jornalistas, homens e mulheres, acaba ficando muito difícil uma mulher vencer diante do quadro majoritário de homens disputando.
IMPRENSA - O Mulher Imprensa reconhece os trabalhos realizados no ano anterior à premiação. Na sua opinião, qual foi sua grande pauta no ano passado?
Roxane - O programa diário que apresentei até o final de outubro era nacional, um resumo das principais notícias do dia, portanto eu tratava de vários assuntos em destaque. Dois fatos ficaram na memória diante da complexidade do tema, da exposição das vítimas e do papel da mídia na apuração de fatos chocantes para a sociedade: o caso da menina Isabela que completa um ano em 29 de março e da adolescente Eloá, que aconteceu em outubro.Há temas difíceis de serem tratados, de forte apelo sensacionalista, mas que exigem uma reflexão madura da sociedade. A mídia cometeu vários erros, mas isso é um outro assunto. Repercuti os dois fatos com muita cautela mas sem discutir os aspectos mais sensíveis. Eu recebia várias mensagens, algumas criticam e a maioria de apoio, respondi a todas elas como de costume. O assunto não acabava com as entrevistas e os ouvintes nos ajudaram muito a tratar desses asuntos.
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