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sexta-feira, 30 de maio de 2014

* ECOSOL de Pernambuco repudia Governo do Estado


Uma carta repúdio ao Governo do Estado, Foi lida pelo Ator Jaorish, durante a Conferência Regional de Economia Solidária da Mata Sul de Pernambuco, ocorrida dia 30 de Maio de 2014, no auditório da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Agrícola e Meio Ambiente.
Logo após Sr. João Freire, Secretário Estadual de Trabalho, Qualificação e Empreendedorismo pediu para comentar a carta.
Veja o vídeo:



Fotos das páginas originais da carta:






sexta-feira, 14 de março de 2014

* Governo do Estado de Pernambuco enviou Batalhão de Choque da PMPE contra pacíficos manifestantes em Serro Azul

Fotos e imagens mostram a revolta dos moradores das áreas de risco da Barragem de Serro Azul, em Palmares - PE.
Esta semana o Governo do Estado enviou tropas do Batalhão de Choque da PMPE para reprimir manifestantes que fizeram acampamento, bloqueio da PE 103 e pararam obras da barragem. Os policiais munidos de escudos, bombas de gás e balas de borracha acionaram os artefatos bélicos contra os manifestantes que estavam em protesto pacífico.
As reivindicações são sobre pagamentos de idenizações, construções de moradias para os cidadãos residindo na área de risco da barragem. E várias comunidades rurais estão sem poder escoar a produção agrícola por motivos de problemas nos desvios da PE 103 derivados da construção da barragem.

Outra crítica feita pela população diz respeito a supostas fissuras no paredão da barragem, que teriam sido causadas pela chuva. “Essa obra está mal construída e quem está pagando somos nós, a população. Vamos ficar no prejuízo porque querem nos mandar para a área urbana. Como vamos plantar?”, questionou o morador João Faustino.
Moradores da área de risco testemunharam que "o paredão que é 70% de barro está se diluindo como algodão doce" (vejam vídeos abaixo).


Nenhum representante da Seinfra se pronunciou sobre as denúncias.

Os moradores de Serro Azul disseram à reportagem da Rádio Nova Quilombo FM que já deveriam ter sido retirados do local há dois dias, mas não receberam nenhuma ordem de despejo nem receberam as indenizações prometidas no acordo com o Governo.

Eles afirmaram que a obra está prejudicando as pessoas que residem na área, estão sofrendo com a poeira causada pela obra e também amedrontadas com as pedras que caem em cima das casas, por conta de explosões das pedreiras. “O Governo promete e não cumpre. Nós estamos reivindicando nossos direitos”, disparou o agricultor Elson José da Silva.

Grande falha de comunicação do Governo do Estado, desde início das obras, como nossa reportagem acompanhou (vejam links no final desta matéria). E o povo sentiu muito a falta da presença do Prefeito dos Palmares que deveria ser "a ponte entre o povo e o Governador", e não acompanhou de perto a obra que é no território do Município que ele administra.

Abaixo, vídeos filmados por moradores manifestantes vítimas da barragem em Serro Azul, Palmares - PE mostram cenas da chegada do Batalhão de Choque da PMPE e como agiram contra os manifestantes:














Veja mais reportagens sobre a Barragem de Serro Azul, no Distrito de Serro Azul, em Palmares - PE, que nossa reportagem acompanha desde 2011:

* Protesto paralizam obras da Barragem de Serro Azul e bloqueiam rodovia PE 103.


quinta-feira, 6 de março de 2014

* Protesto paralizam obras da Barragem de Serro Azul e bloqueiam rodovia PE 103.

Durante a manhã desta quinta-feira, dia povo revoltado, vítima de danos das obras da Barragem de Serro Azul, realizaram um Protesto paralizando as obras da barragem e a rodovia PE 103. 
Cobranças sobre promessas do Governo do Estado de Pernambuco que não foram realizadas.
O custo da obra da barragem foi anunciado no valor de R$246.007.780,35. E prazo de 18 meses para conclusão.  Há rumores de que a obra superfaturou. O tempo previsto para conclusão não foi cumprido, pois desde 2012 que a população daquele Distrito Palmarense sofre com poluição e outras consequências do empreendimento como relatam os moradores no vídeo abaixo.
Muitos problemas afetam diretamente moradores dos arredores da construção e futuramente também os moradores de lugares abaixo do paredão da barragem.
A comerciante Francisca falou sobre o medo do paredão da barragem: "70% do paredão, praticamente é de barro! E a gente não confia em um paredão feito de barro. E ficar debaixo? Minha casa fica a menos de 500 metros do paredão... Hoje, o Governo quer tirar a gente de um lado do rio e colocar do outro lado..."
Questionada se o governo explicou o motivo de existir uma parte do paredão de barro, Francisco disse: "... de um lado encontrou rocha e do outro não... E a previsão é entregar a obra pronta no final de 2014... E deram garanti de 5 anos..."
Absurda essa atitude do Governo do Estado de Pernambuco (Governador Eduardo Campos e assessores). Disseram que fizeram estudos e mais estudos sobre a construção da barragem naquele local, os impactos ambientais, estudos do solo, etc. Com certeza muito dinheiro investido nessa fase de preparação para a obra. Se fizeram esses estudos sabiam sobre a situação do terreno. 
E pior é após tantos gastos dar garantia de apenas 5 anos, segundo relatou a moradora do Distrito de Serro Azul, Palmares - PE.
O agricultor Severino José da Silva explicou sobre a necessidade de idenização dos moradores afetados. Necessitam que seja feita a estrada e as casas dos moradores que foram despejados de suas terras da área de inundação do lago formado pela barragem. Há dificuldades para escoamento da produção agrícola, pois parte da rodovia foi danificada e sofreu desvio mal elaborado. Os produtores rurais estão passando dificuldades financeiras por culpa da obra da barragem.
Antonio Vicente Ferreira, outro agricultor presente no protesto, contou que assessores do Governo do Estado foram na comunidade Barra Azul, tratar sobre a construção do desvio da rodovia. Anotaram nomes de várias pessoas e após muito tempo não voltaram para fazer os laudos e pagar as idenizações. E todo mês dizem que a construção do desvio iniciará e prometendo resolver os problemas das idenizações: "A gente quer que o governo seja cumpridor da palavra dele... Até hoje não estão cumprindo com a palavra..."
Cícera Maria da Silva, moradora da Rua da Ponte, Distrito de Serro Azul, complementou relato sobre as ludibriações dos assessores do Governador Eduardo Campos: "...Eles só fazem enganar... Disseram que iam fazer as casas da gente e não fez... A gente não quer mais negociação. A gente quer é dinheiro na conta!..."
O agricultor José Lourenço relatou que a esposa dele foi internada 3 vezes vítima de problemas nervosos por motivos das explosões das rochas que a empreiteira faz com dinamites. E isso também danificou saúde de crianças, como ele afirmou: "Já levei crianças pequenas para o Hospital por causa desses papoucos... Ninguém aguenta isso! Nenhuma casa ele deu pra gente..."
Amaro do Bar representando a Rua do Comércio do Distrito de Serro Azul também protestou: "O Governador quer ser Presidente da República, mas esqueceu da gente. Ele resolveu fazer uma obra de grande porte aqui em Serro Azul, a obra já está terminando e ele quer deixar a gente dentro da área de risco. Prometeu pagar ao povo e agora nada e essa história dele vai se arrastando há dois anos... O pessoal da Secretaria do Governo fica pedindo documentos que povo nem tem, somente para tapear... Depois mandam outros para também tapear... E a gente na mesma situação... Ele deveria ter consciência e cumprir o que ele prometeu! Numa reunião que ele fez com a gente em Palmares, ele disse que iria fazer um suco de limão quer iria dar pra todo mundo, e quando chegou na frente do povo de Serro Azul que está na área de risco, o suco dele azedou!"
O agricultor Edvanio de Bentevi, explicou a situação caótica de sua comunidade: "A gente tá prejudicado pela situação da PE 103 que não terminaram as obras prejudicando as demais comunidades: Bentevi, Serro Azul, Mágico, Pará, Pendanga e toda a região. Nós temos agricultores que produzem e levam para a cidade, e depois da construção dessa barragem, foi prometido solucionar problemas, só que a gente tá vendo terminando essa construção e a PE 103 está praticamente interditada. Se a gente pegar inverno rigoroso todos vamos sofrer. Precisa de solução para que possamos nos deslocar e ter acessos às cidades..."


Veja o vídeo gravado pela Catequista Sandra Leoni (Congregação das Irmãs Catequistas Franciscanas - CICAF):

* Loja Maçônica Acácia da Neves de São Joaquim divulga carta de Protesto contra o estado calamitoso da saúde pública

A Loja Maçônica Acácia da Neves N° 22 com sede em São Joaquim divulgou uma carta de protesto contra a situação que a Saúde Pública se encontra nos dias de hoje.
… “para que fortaleça a voz dos Brasileiros gritando por dias melhores e mais justos“. Clamaram os maçons joaquinenses!
Veja na íntegra a Carta de Protesto:
Carta da loja maçônica Acácia das Neves nº 22 Oriente de São Joaquim – filiada ao GOSC
MANIFESTO DA MAÇONARIA
“Vivemos um dos momentos mais difíceis de nossa história.
O povo está sendo mantido na ignorância e sustentado por um esquema que alimenta com migalhas a miséria gerada por essa mesma ignorância.
A tirania mudou sua face.
Já não encontramos os tiranos do passado que com sua brutalidade aniquilavam as cabeças pensantes, cortando o pescoço.
Os tiranos de hoje saqueiam a Pátria e degolam as cabeças de outra forma.
A tirania se mostra pela corrupção que impera em todos os níveis.
Encontramos mais viva do que nunca as palavras do Imperador Romano Vespasiano que na construção do Grande Coliseu disse: “DAI PÃO E CIRCO PARA O POVO”.
Esse grande circo acontece todos os dias diante de nossos olhos, especialmente sob a influência da televisão, que dá ao povo essa fartura de “pão” e de “circo”.
Quando pensamos que a fartura acaba, surgem mais opções.
Agora vemos a Pátria sendo saqueada para a construção de monumentais estádios de futebol, atualmente chamados de arenas, nos moldes do que era o Coliseu, uma arena.
Enquanto isso os hospitais estão falidos, arruinados, caindo aos pedaços.
Brasileiros morrem nas filas e nos corredores desses hospitais; já outros filhos da Pátria morrem pelas mãos de bandidos inescrupulosos que se sentem impunes diante de um Estado inoperante, ineficiente e absolutamente corrompido.
Saúde não existe, educação não há, segurança, muito menos.
Porém, a construção dos “circos” continua !
Mas o pão e o circo também vêm dos “Big Brothers”, das “Fazendas”, das novelas que de tudo mostram, menos verdadeiros valores e virtudes pessoais.
Quanto mais circo, mais pão ao povo.
E o mais triste é que o povo, mantido na ignorância, é disso que mais gosta.
Nas tardes, manhãs e noites, não faltam essas opções de “lazer”.
O Coliseu está entre nós.
O circo está entre nós.
Já o pão, esse vem do bolsa isto, do bolsa aquilo, mantendo o povo dependente do esquema, subtraindo-lhe a dignidade e a capacidade de conquistar melhores condições de vida com base em suas qualidades, em seus méritos, em suas virtudes.
Agora, o circo se arma em torno do absurdo que se coloca à população de que o problema de saúde é culpa dos médicos.
Iludem e enganam o povo, pois fazem cair no esquecimento o fato de que o problema de saúde no Brasil é estrutural, pois o cidadão peregrina sem encontrar um lugar digno, nem mesmo para morrer.
Então, absurdamente, em desrespeito aos filhos da Pátria, são capazes de abrir as portas para profissionais estrangeiros, alguns poucos não cubanos.
Os tiranos têm a audácia de repassar R$ 40.000.000,00 mensais que são sangrados dos cofres públicos para sustentar um outro governo falido e também tirano, o cubano; um dinheiro sem controle e sem fiscalização.
Os pobres profissionais que de lá vêm, não têm culpa.
É um povo sem liberdade, sem direito de expressão, escravo da tirania.
Esses médicos recebem migalhas daquele governo.
Mal conseguem sustentar a si e a seus familiares.
Os R$ 40.000.000,00 que serão mensalmente enviados para Cuba solucionariam o problema de inúmeros pequenos hospitais pelo interior deste País.
Mas não é a isto que ele servirá.
Nós estamos a financiar um trabalho explorado, escravizado, de profissionais que não têm asseguradas as mínimas condições de dignidade de pessoa humana ,porque simplesmente não são homens livres.
E nós, brasileiros, devemos nos envergonhar de tudo isto, porque estamos sendo responsáveis e coniventes por sustentar todo esse esquema, todos esses vícios, comportando-nos de maneira absolutamente inerte.
Esses governantes, que tanto criticam o trabalho escravo, também não esclarecem à população o fato de um médico brasileiro receber o mísero valor de R$ 2,00 por uma consulta pelo SUS.
Do valor global anual que recebem, ainda é descontado o Imposto de Renda, através de uma escorchante tributação sobre o serviço prestado, que pode chegar ao percentual de 27,5%.
Em atitude oposta, remuneram aqueles que não são filhos da Pátria, os estrangeiros, com o valor de R$ 10.000,00 mensais por profissional, cabos eleitorais desses governantes.
Profissionais da saúde no Brasil, servidores públicos de carreira, à beira da aposentadoria, com dedicação de uma vida inteira, receberão quando da aposentadoria metade do valor pago ao estrangeiro.
Não podemos aceitar a armação desse circo, em cujo picadeiro o povo brasileiro é o palhaço!
A Maçonaria foi a grande responsável por movimentos históricos e por gritos de liberdade em defesa da dignidade do homem.
Foi por Maçons que se deu o grito de Independência do Brasil, da Proclamação da República, da Abolição da Escravatura.
Foi por Maçons que se deu o brado da Revolução Farroupilha.
E o que está fazendo a Maçonaria de hoje ao ver o circo armado, com a distribuição de um pão arruinado pelo vício que sustenta essa miséria intelectual ?
Não podemos ficar calados e inertes !
A Maçonaria, guardiã da liberdade, da igualdade e da fraternidade, valores que devem imperar entre todos os povos, precisa reagir, precisa revitalizar seu grito, seu brado para a libertação do povo.
Esse é o nosso dever, pois do contrário não passaremos de semente estéril, jogada na terra apenas para apodrecer e não para germinar.
A Loja Maçônica Acácia das Neves incita a todos os Irmãos: para que desencadeemos um movimento de mudança, de inconformismo, fazendo ecoar de forma organizada, a todas as Lojas e os Maçons desta Pátria, o nosso dever de cumprir e fazer cumprir a nossa missão de levantar Templos à virtude e de cavar masmorras aos vícios !
Fraternalmente,
Alaor Francisco Tissot
Grão-Mestre – GOSC

Fonte: https://prosaepolitica.wordpress.com/2014/02/24/manifesto-por-old-man/ 
http://saojoaquimonline.com.br/2013/09/16/loja-maconica-acacia-da-neves-de-sao-joaquim-divulga-carta-de-protesto-contra-o-estado-calmitoso-da-saude-publica/

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

* Continuam problemas das vítimas das enchentes 2010 e 2011 em Palmares - PE

Moradores da Zona da Mata reclamam de problemas causados nas enchentes de 2010 e 2011

Em Água Preta os moradores reclamam da falta de serviços, em Palmares o problema está na estrutura das casas.





As imagens de arquivo que vimos no nosso telão ainda continuam vivas na memória de quem foi vítima das enchentes que atingiram a Zona da Mata Sul nos anos de 2010 e 2011. De lá pra cá, muitas famílias receberam novas moradias, em locais mais seguros, longe de possíveis enchentes. Mas, não imaginavam, que outros problemas pudessem surgir. A repórter Renata Torres e o cinegrafista Robson Santos visitaram duas cidades, Palmares e Água Preta, para saber quais as dificuldades vividas atualmente por estas pessoas.
Em Água Preta as casas foram construídas a dois quilômetros da cidade. O sentimento lá é um só. A felicidade por não correr o risco de ser atingido por uma nova enchente. Apesar de estar satisfeita, dona Maria sente falta de um posto de saúde no local.
A ausência de outros serviços básicos também incomoda dona Maria José. Ela reclama da falta d’agua. Maria Luciene lembra que também está faltando transporte público.
Já em Palmares os serviços vão chegando aos poucos. O prédio da Escola Municipal por exemplo foi inaugurado no inicio do mês. Mas, a preocupação por lá continua sendo com a estrutura das casas.
Cirlene mostra a rachadura na parede e a cerâmica que só foi colocada no piso da cozinha. Mas, o que a deixa mais preocupada, é o aterro onde a casa foi erguida, que está deslizando. Geilson mostra a quantidade de barro que já caiu desde que começou a chover.
Nós entramos em contato com a Companhia Estadual de Habitação e Obras, que nos informou que não estão previstas as construções de muros de arrimos nas casas, mas que vai solicitar à construtora responsável pela obra que faça uma avaliação e que realize intervenções onde for necessário. Em relação à estrutura das casas, nós conversamos com a Caixa Econômica Federal. Mas, até o fechamento desta edição, não havíamos recebido nenhuma resposta. Sobre a escola, a Prefeitura de Palmares informou que no segundo semestre, ela passa a funcionar para os alunos da educação infantil. Para as outras turmas, as aulas começam em janeiro de 2014.
Sobre os problemas apontados em Água Preta, nós conversamos com o Secretário de Planejamento da cidade.

Em Palmares, moradores de Serro Azul afirmam que governo do estado não cumpriu acordos

Para a construção da barragem de Serro Azul, localizada em municípios que abragem a Mata Sul do estado e o Agreste, foi preciso fazer algumas desapropriações.

No Engenho Verde, em Palmares, na Zona da Mata, um dos seis locais da região que precisaram ser desocupados, algumas famílias dizem que permanecem na área ou porque o valor da indenização não foi suficiente para comprar outro imóvel ou por ainda não ter recebido o dinheiro. “Eles fizeram uma fábrica no terreno do meu marido e disseram que em troca dariam uma casa. Até hoje não negociaram com ele e nem isso, querem fazer”, reclama a agricultora, Maria de Lourdes Silva.
Enquanto isso, a barragem de Serro Azul continua sendo erguida. Ela é uma das medidas para controlar as enchentes do Rio Una. De acordo com um grupo de mulheres, nem tudo que ficou acertado em audiência pública entre o governo do estado e os que tiveram que deixar as casas onde moravam por causa da obra, está sendo cumprido, entre elas a construção de imóveis e a doação de uma área para plantio no engenho Vista Alegre. “Tudo isso ficou negociado em janeiro de 2012, quando o governador esteve em Palmares assinando o termo de serviço da obra. Paralelo a construção da barragem seria feito o assentamento das famílias e a construção da vila. A obra já está bem encaminhada, o rio esta quase fechado e você nada, nada, nada sobre o reassentamento das famílias e a construção das vilas”, afirma a missionária, Sandra Aparecida.
De acordo com nota enviada pela Secretaria de Recursos Hídricos de Pernambuco já foi efetuado até o momento o pagamento de 90% das indenizações devidas e o restante está sendo negociado. A nota diz ainda que o engenho Vista Alegre está sendo loteado para ser entregue as pessoas que têm direito a receber essas terras.

* Moradores de um distrito de Catende fecham PE-120 para protestar

Eles reclamam da falta de alguns serviços e querem a emancipação do local.

A Assessoria de Imprensa da Assembleia Legislativa informou que não existe nenhum projeto solicitando a emancipação de Laje Grande tramitando na casa. Sobre a telefonia, a Anatel informou que as operadoras de celular não são obrigadas a implantar o serviço em todas as localidades. A agência exige que haja cobertura do sinal em 80% da área urbana desses municípios.
As novas licitações de cobertura são avaliadas pela Anatel, que abre licitação e estabelece critérios e condições para que determinada operadora passe a funcionar no local solicitado.
Quanto a segurança, de acordo com o comandante do 10º Batalhão: há uma viatura com policiais militares, que circula entre Lage Grande e Batateira, Distrito de Belém de Maria.

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

* Mulheres baianas em manifesto hoje, 14 de Julho de 2013! A Luta pelos Direitos continua!

A UNEGRO- União de Negros pela Igualdade completou 25 anos de existência no dia 14 de julho de 2013. 
E para marcar a passagem do seu aniversário realizaremos o IV Seminário O Negro na Educação: Por uma Escola Pública de Qualidade e de Valorização da Diversidade. O evento terá como ponto central o lançamento de uma campanha em defesa do resgate da escola pública, considerando a bandeira dos 10% do PIB e dos Royalties do Pré-Sal para a Educação pública. Para a UNEGRO que, ao lado de outras organizações negras, lutou pela aprovação da Lei 10.639/06, O Estatuto da Igualdade Racial e acompanhou todas as etapas do julgamento das cotas no STF, conquistando o veredicto de aprovação unanime do Sistema de Cotas, é chegada a hora de realizar uma ampla ação em defesa da Escola pública. A UNEGRO entende que, se o Petróleo é nosso, negros e negras também querem parte dessa riqueza para que se construa nesse país um generoso projeto de Educação pública, baseado na qualidade e na diversidade, e com novas fontes de financiamento.

* A luta por Direitos continua: Marcha Mundial das Mulheres!

Programação do 9º Encontro Internacional da Marcha Mundial das Mulheres

sandra moran
25/08 – Chegada das delegações Apresentação do Encontro para as delegadas internacionais 26/08, às 9:00 - Conferência “A trajetória do feminismo na América Latina” Nalu Faria (Brasil): Coordenadora da SOF – Sempreviva Organização Feminista em São Paulo. Psicóloga com especialização em psicodrama pedagógico e autora de vários artigos sobre movimento de mulheres, feminismo e economia solidária. Desde 2000 […]

Vamos pra rua! Manifestação Feminismo em Marcha para Mudar o Mundo, 31 de agosto, em São Paulo

Manifestação MMM
No dia 31 de agosto, mulheres de todo o mundo estarão nas ruas de São Paulo para reafirmar o feminismo como um projeto para mudar o mundo e nossas vidas! Estamos em marcha para transformar a sociedade! Queremos acabar com o machismo e o capitalismo, que também é racista, lesbofóbico e depredador da natureza. Afirmamos […]

Cultura feminista no Encontro Internacional da MMM: participe!

chamadocultura
Estamos a mil na organização do 9° Encontro Internacional da Marcha Mundial das Mulheres. A Comissão de Cultura tem trabalhado para elaborar uma proposta artística cultural que lide com a diversidade, que promova reflexões sobre a cultura na nossa prática militante e, ao mesmo tempo, esteja coordenada com os conteúdos debatidos. Para que toda nossa […]

Seis passos para o jornalismo machista

jornalismomachista1
Por: Thandara Santos* Parece só mais uma notícia na coluna de esportes do Uol. Só mais uma página na internet. Só mais uma reportagem sobre esportes radicais. Só mais uma reportagem sobre um torneio de esportes no Mundo.  Só que NÃO é! É, mais uma vez, o machismo nosso de cada dia, que tenta passar […]

terça-feira, 13 de agosto de 2013

* Indígenas protestam às portas do Palácio do Planalto na manhã desta terça, 13


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Cerca de 150 indígenas realizam protesto às portas do Palácio do Planalto, na manhã desta terça-feira, 13. Depois de tentativa de ocupação, impedida pelos seguranças, o movimento seguiu em protesto no espelho d’água. As seis faixas de uma das vias da Esplanada dos Ministérios foram bloqueadas antes. O objetivo do ato é protestar contra o PLP 227 e a PEC 215, com tramitações na Câmara Federal, além da Portaria 303 e a alteração no procedimento de demarcação de terras, medidas do Executivo. Os povos reivindicarão ainda a retomada das demarcações e homologações de terras paralisadas pelo governo federal.
O protesto é organizado pela Federação Indígena das Nações Pataxó e Tupinambá do Extremo Sul da Bahia (Finpat) e Movimento Unido dos Povos e Organizações Indígenas na Bahia (Mupoiba), organizações compostas pelos Pataxó, Kaimbé, Tupinambá, Tumbalalá, Iriri, Potiguara, tapuia, Pataxó Hã-Hã-Hãe Serra do Ramalho, Tuxá, Tupibambá Belmonte, Kambiwá, Xakriabá de Cocos, Pankararé, Pankaru, Kantaruré e Truká. Outros povos presentes são: Kaingang (RS), Guarani Ñandeva (RS), Guarani e Kaiowá (MS), Terena (MS), Huni Ku? (AC), Guajajara (MA), Fulni-ô (PE) e Tupinikim (ES). Outras comitivas devem chegar até amanhã, mas ainda não há confirmação.
Conforme as lideranças indígenas, a mobilização é fruto da atual conjuntura. Na Câmara Federal, a bancada ruralista pressiona para a tramitação de duas propostas consideradas negativas para a efetivação do direito a posse das terras tradicionais pelos povos indígenas, afetando também quilombolas e a criação de áreas de proteção ambiental.
A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 215 visa transferir do Executivo para o Legislativo a demarcação e homologação de terras tradicionais, tanto para indígenas quanto para quilombolas, assim como a criação de áreas de proteção.
Já o Projeto de Lei Complementar 227 pretende criar lei complementar ao artigo 231 da Constituição Federal – “Dos Índios” – apontando exceções ao direito de uso exclusivo dos indígenas das terras tradicionais, em caso de relevante interesse público da União. Dentre as tais exceções está a exploração dos territórios indígenas pela rede do agronegócio, empresas de mineração, além da construção de empreendimentos ligados aos interesses das esferas de governo – federal, estadual e municipal.
“São ao menos duas afrontas: a primeira é contra a Convenção 169 da OIT, que exige a consulta prévia aos povos tradicionais afetados diretamente por medidas legislativas. A segunda é contra a própria Constituição, pois ela é clara quando afirma que a exceção ao usufruto exclusivo é da União, não de municípios, estados ou particulares”, analisa Adelar Cupsinski, assessor jurídico do Conselho Indigenista Missionário (Cimi). A opinião é defendida também por juristas, como Dalmo Dallari.
Executivo: um palácio anti-indígena   
Se no Legislativo a investida contra o direito dos povos indígenas parte da maior bancada, a ruralista, no Executivo os dois principais ataques partem diretamente do Palácio do Planalto. A Portaria 303, da Advocacia-Geral da União (AGU), suspensa até o julgamento das condicionantes da Terra Indígena Raposa Serra do Sol (RR) pelos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), permite a construção de grandes empreendimentos em terras indígenas sem consulta prévia aos povos afetados, entre outras medidas.
Ainda dentro do Palácio do Planalto, no Ministério da Casa Civil, a ministra Gleisi Hoffmann emprega parentes na Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), presidida pela senadora ruralista Kátia Abreu (PSD/TO), de acordo com reportagem da edição do último domingo do jornal Valor Econômico, e suspende demarcações de terras indígenas país afora com base em relatórios do Embrapa, que a própria empresa nega ter feito. E não para por aí.
Nos bastidores do Ministério da Justiça, grupo compõe proposta de alteração no procedimento de demarcação de terras indígenas, alterado pelo governo Fernando Henrique Cardoso com o Decreto 1775/96, já bastante contestado pelos indígenas. O ministro José Eduardo Cardozo e a presidente Dilma Rousseff já anunciaram que o governo realizará tal mudança, mesmo com a discordância das organizações indígenas. A falta de demarcações também é outro problema.
Enquanto Fernando Henrique Cardoso publicou 118 portarias declaratórias e 145 homologações, no mesmo período Luiz Inácio Lula da Silva demarcou 70 terras e homologou 80. Já o governo Dilma indica que não chegará perto nem de seu antecessor: até agora foram 11 portarias e 11 homologações. Os dados são do Banco de Terras do Conselho Indigenista Missionário (Cimi). Ou seja, em pouco mais de dez anos de PT no governo, 91 homologações e 81 demarcações. Em dois anos, Fernando Collor (1990-1992) homologou 112 e demarcou 58 terras.

* RJ: Professores em greve são expulsos do Palácio Guanabara

Jornal A Nova Democracia - Na noite de ontem, dia 12 de agosto, professores em greve ocuparam o Palácio Guanabara, no Rio de Janeiro, depois de uma reunião sem consenso com representantes do governo. A PM expulsou os profissionais da educação do local com golpes de cassetete e spray de pimenta. Do lado de fora, apoiadores do movimento, estudantes e trabalhadores, travaram uma dura batalha com as tropas de repressão do velho Estado.
Bombas de gás lacrimogêneo e tiros de bala de borracha foram disparados pela PM contra os manifestantes, que responderam com pedras, morteiros e rojões. Várias pessoas ficaram feridas, entre elas, um cinegrafista e um comandante da PM que, o tempo todo, provocava os manifestantes.
-
Enviada para Combate Racismo Ambiental por José Carlos.

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

* Vídeos sobre os manifestos e chamada para o Manifesto Nacional de 7 de Setembro

O CHAMADO PARA O DIA 07 DE SETEMBRO


Espalhem esse vídeo! façam download, e upem! Mas coloquem o link do evento Sete de Setembro na descrição.
EVENTO: https://www.facebook.com/events/60109... 
#OperaçãoSeteDeSetembro
http://www.facebook.com/AnonymousBr4sil
http://www.facebook.com/AVerdadeNuaEc...

#OperacaoSeteDeSetembro Maior Protesto da História do Brasil

Espalhem
Todos que participaram das manifestações devem assistir este vídeo e ajudar na divulgação. Faça parte do maior protesto do Brasil! Link do evento:
https://www.facebook.com/events/60109...
#OperacaoSeteDeSetembro

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Nós somos Anonymous
Nós não esquecemos
Nós não perdoamos
Nos Aguardem!


Sobre os Protestos no Brasil




Globo e os Protestos




Um vídeo que merece ser divulgado em rede nacional




Anonymous e as mentiras do discurso da Dilma Rousseff




Anonymous desmascara os pactos de Dilma Rousseff






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Convocação Manifestos para Dia 7 de Setembro!