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terça-feira, 13 de agosto de 2013

* RJ: Professores em greve são expulsos do Palácio Guanabara

Jornal A Nova Democracia - Na noite de ontem, dia 12 de agosto, professores em greve ocuparam o Palácio Guanabara, no Rio de Janeiro, depois de uma reunião sem consenso com representantes do governo. A PM expulsou os profissionais da educação do local com golpes de cassetete e spray de pimenta. Do lado de fora, apoiadores do movimento, estudantes e trabalhadores, travaram uma dura batalha com as tropas de repressão do velho Estado.
Bombas de gás lacrimogêneo e tiros de bala de borracha foram disparados pela PM contra os manifestantes, que responderam com pedras, morteiros e rojões. Várias pessoas ficaram feridas, entre elas, um cinegrafista e um comandante da PM que, o tempo todo, provocava os manifestantes.
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Enviada para Combate Racismo Ambiental por José Carlos.

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

* Vídeos sobre os manifestos e chamada para o Manifesto Nacional de 7 de Setembro

O CHAMADO PARA O DIA 07 DE SETEMBRO


Espalhem esse vídeo! façam download, e upem! Mas coloquem o link do evento Sete de Setembro na descrição.
EVENTO: https://www.facebook.com/events/60109... 
#OperaçãoSeteDeSetembro
http://www.facebook.com/AnonymousBr4sil
http://www.facebook.com/AVerdadeNuaEc...

#OperacaoSeteDeSetembro Maior Protesto da História do Brasil

Espalhem
Todos que participaram das manifestações devem assistir este vídeo e ajudar na divulgação. Faça parte do maior protesto do Brasil! Link do evento:
https://www.facebook.com/events/60109...
#OperacaoSeteDeSetembro

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Sobre os Protestos no Brasil




Globo e os Protestos




Um vídeo que merece ser divulgado em rede nacional




Anonymous e as mentiras do discurso da Dilma Rousseff




Anonymous desmascara os pactos de Dilma Rousseff






Vejam matérias semelhantes: 

Convocação Manifestos para Dia 7 de Setembro!


terça-feira, 6 de agosto de 2013

* PSTU denuncia Black Blocs como grupo provocador nas manifestações

PSTU foi primeiro partido a criticar Black Blocs abertamente. Para legenda, grupo provoca a repressão policial e é responsável por acabar com diversas passeatas
Black Blocs: eles se identificam como anarquistas e autonomos,  e “levantam a bola” para a repressão e o fascismo

Via O Estado de S. Paulo

“A verdadeira revolução é a ação das massas, não a de pequenos grupos.” A afirmação é de um documento do PSTU, primeiro partido a criticar abertamente a ação dos Black Blocs. Conforme o documento, “nas grandes mobilizações, houve momentos em que milhares de pessoas se defenderam como puderam dos ataques violentos da polícia. Naturalmente, acreditamos que essas atitudes foram totalmente legítimas”.
“Os Black Blocs, porém, têm uma ação distinta. Entram nas passeatas e, sem que tenha havido nenhuma deliberação por parte dos manifestantes ou dos grupos que organizaram o protesto, atacam de forma provocativa a polícia, que reage, sistematicamente, reprimindo e acabando com as mobilizações. Agem como provocadores da repressão policial, tendo sido responsáveis, muitas vezes, por acabar com várias passeatas.”

Black Blocs já se articulam em 23 Estados do País

Bruno Paes Manso - O Estado de S. Paulo
No Maranhão, os integrantes da página dos Black Blocs no Facebook contam a história da Balaiada, movimento popular rebelde formado por "escravos aquilombados e caboclos" que tomou a segunda maior cidade do Maranhão no século 19. Os de São José dos Campos colocaram na internet a imagem da "mãozinha do curtir" segurando um coquetel molotov.
Confronto entre manifestantes e PM em ato em São Paulo - Daniel  Teixeira/AE
Daniel Teixeira/AE
Confronto entre manifestantes e PM em ato em São Paulo
Já os goianos, assim como os demais, se dizem anarquistas e afirmam que "sua "pátria é o mundo inteiro" e "sua lei é a liberdade". No Pará, a bandeira brasileira está pintada de preto e vermelho, com o "A na bola", símbolo do anarquismo, no lugar do Ordem e Progresso.
Quase dois meses depois do começo dos protestos do Movimento Passe Livre (MPL), discussões virtuais e presenciais sobre o uso da violência como estratégia política nas manifestações de rua já são feitas em 23 Estados. Por enquanto, só Amapá, Tocantins, Sergipe e Acre ainda não têm fóruns de internet dos Black Blocs.
A página mais popular dos Black Blocs no Facebook é a do Rio, com mais de 18 mil seguidores. Em São Paulo, além da capital e de São José dos Campos, outras cinco cidades têm fóruns de discussão anarquistas (Ribeirão Preto, Rio Preto, Rio Claro, Piracicaba e Sertãozinho). Os cearenses fizeram o documentário "Com Vandalismo", sobre as ações do grupo na Copa das Confederações, com mais de 50 mil acessos no YouTube.
No 7 de setembro, Dia da Independência do Brasil, eles pretendem promover um "badernaço" nacional. A articulação vem sendo feita na página do Black Bloc Brasil, com quase 40 mil seguidores. "Muitos dos jovens que estão usando essa estratégia da violência nas manifestações vieram das periferias brasileiras. Eles já são vítimas da violência cotidiana por parte do Estado e por isso os protestos violentos passam a fazer sentido para eles", afirma o professor Rafael Alcadipani Silveira, coordenador de pesquisas organizacionais da Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP). Silveira tem acompanhado as discussões virtuais dos anarquistas e esteve nos últimos dois protestos.
História. Inspirada inicialmente em ativistas alemães, que atuavam de preto e com máscaras de gás como segurança nas manifestações nos anos 1990, a estética e ação Black Bloc se fortaleceu principalmente depois de ganhar os Estados Unidos, onde o pacifismo era discurso hegemônico graças às vitórias nas lutas pelos direitos civis, lideradas por Martin Luther King Júnior, e às passeatas hippies contra a Guerra do Vietnã, sob o lema "faça amor, não faça guerra".
Atos de depredação em Seattle, em 1999, que impediram diversos delegados de chegarem à reunião da Organização Mundial do Comércio (OMC), conseguiram provocar o debate sobre o papel da violência nas manifestações. Uma das referências do debate foi o livro Como a não-violência protege o Estado, do ativista americano Peter Gelderloos, que já passou duas temporadas em prisões americanas e espanholas.
Esses manifestantes passaram a argumentar que depredação não é violência, mas uma intervenção simbólica que atinge o cerne do capitalismo: a proteção à propriedade. De acordo com essa filosofia, seriam atos violentos somente as ações que ferem os indivíduos.
"Depois de Seattle, os movimentos sociais passaram a aceitar a violência como uma das estratégias políticas e a debater abertamente a questão", explica o filósofo Pablo Ortellado, coautor do livro Estamos Vencendo! (Conrad), sobre os movimentos autonomistas no Brasil. Além da estratégia dos Black Blocs, há nos movimentos globais as ações lúdicas e festivas (chamadas de Pink Blocs), estratégias no Brasil representadas pelas Paradas Gays, Marchas da Maconha e das Vadias, e as pacifistas (White Blocs).
"Não se pode dizer que alguém é do grupo Black Bloc, já que se trata de uma estratégia de ação. Ainda que seja adepta da violência nas manifestações, a pessoa pode variar suas atitude conforme a situação. As ações nas ruas podem ser de resistência e pacifistas, conforme a necessidade. O integrante de um coletivo, por exemplo, pode usar essas diferentes formas de ação de acordo com o protesto", explica um integrante do coletivo Desentorpecendo a razão, que pediu para não se identificar. "Não há repressão na Parada Gay, por exemplo. Por isso, nunca haverá Black Blocs nesse evento."
Na atual fase brasileira, onde o Estado está em descrédito, a moda da violência e da anarquia acabou pegando mais do que as outras, contagiando rapidamente a nova geração de jovens. Ortellado acredita que é só uma fase, já vivida pela Argentina e pela Espanha em épocas de crise política. "São momentos de indignação", diz. A violência, no entanto, costuma escurecer qualquer bola de cristal.

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

* No RJ, Anistia Internacional critica impunidade policial

O secretário-geral da Anistia Internacional, Salil Sheety, criticou nesta segunda-feira, 05, o "uso excessivo da força policial" e a impunidade dos crimes cometidos por agentes de segurança no Brasil. Ele visitou a Nova Holanda, favela do Complexo da Maré, onde dez pessoas morreram em ação policial no mês passado.

"O caso Amarildo é um exemplo recente. Faz três semanas que a pessoa desapareceu e não há informações sobre o que aconteceu. Outro exemplo foi a morte de nove moradores da Maré e de um policial. E a reação da polícia foi, novamente, o uso excessivo da força. O que acontece nesse País é que raramente a violência policial é investigada. A impunidade policial é norma, não exceção", afirmou Sheety.

Ele disse ainda que discutirá o desaparecimento do pedreiro Amarildo de Souza com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, e com a ministra Maria do Rosário, da Secretaria de Direitos Humanos. A Anistia Internacional (AI) também faz campanha virtual entre seus três milhões de integrantes, chamando a atenção para o caso Amarildo.

Na tarde desta segunda-feira Sheety se reuniu por mais de duas horas com moradores da Maré e ouviu relatos de violência policial e violação de direitos humanos. "A Anistia Internacional está preocupada como o modo como as forças de segurança respondem com violência e não seguem padrões internacionais nem as leis brasileiras. Há uso excessivo da força policial, execuções extrajudiciais", afirmou o secretário-geral.

Sheety conheceu ainda o projeto "Somos da Maré e temos direitos", apoiado pela AI, que prepara os moradores da favela para a instalação de uma Unidade de Polícia Pacificadora. Já foram distribuídos panfletos sobre o que é legal e ilegal na atuação policial, além de adesivos para serem colados nas portas das casas com a inscrição "Domicílio é inviolável. Os moradores da Maré conhecem seus direitos."

* Movimento das ruas provocou Dilma fazer nova agenda social e política!

A cidadania tem pressa

O recado das ruas e os movimentos dão a Dilma impulso para tocar uma nova agenda social e política. Apesar da falsa maioria oferecida pelos “aliados”
Leia esta matéria de capa da Revista do Brasil desta semana:

A nova agenda em movimento cobra outra postura dos poderes

De olho em 2014 e desconectados dos anseios imediatos do país, políticos foram atordoados com os protestos de junho. Movimentos se organizam para apoiar avanços e conter retrocessos
por Revista do Brasil publicado 19/07/2013 10:53, última modificação 19/07/2013 11:28
resposta
Dilma recebeu centrais sindicais, movimentos sociais, da juventude e do campo. E levou aos partidos e poderes propostas para tentar acelerar as demandas das ruas
Se durante as manifestações de junho o Congresso permaneceu calado e as oposições, mudas, sobrou para a presidenta Dilma Rousseff – para quem se apontava grande parte da fúria antigovernos e antipolíticos – reagir. Frequentemente criticada por oposicionistas e aliados, por ser centralizadora e ouvir pouco, e pelos movimentos sociais, pela falta de atenção, a presidenta chamou-se à responsabilidade de assimilar o clamor das ruas e liderar o diálogo com a sociedade, os aliados e as oposições. Ao entrar em cena, devolveu parte das demandas sociais, que estavam dispersas nos protestos, ao ambiente da política, dos partidos e dos movimentos sociais. Mas as ruas não pararam de ecoar – e, como observou o professor Alfredo Bosi, mostram que “a democracia puramente formal e representativa em termos eleitorais está em crise”.
O senador Aécio Neves (PSDB-MG), nome trabalhado pela oposição para disputar o Planalto, criticou a agenda sugerida pelo governo. “É absolutamente inviável do ponto de vista prático e diversionista. A presidente da República quer dizer aos brasileiros que aquilo que os levou às ruas foram as propostas que interessam ao PT na reforma política, e não a calamidade da saúde pública, a falência da mobilidade urbana, em especial o transporte público, o aumento da criminalidade”, afirmou, em entrevista coletiva. “Mais uma vez o governo mostra que não entendeu absolutamente nada do que a população brasileira quis dizer.” Aécio está em seu papel. Tem pouco menos de um ano para avaliar se o cenário será favorável a se cacifar para disputar com Dilma ou se será mais seguro para a ocasião voltar a disputar o governo de Minas Gerais.
Seu argumento é rebatido pelo sociólogo Emir Sader: “Quando o Brasil enfrenta sua crise atual e as mobilizações populares com diálogo e atendimento de reivindicações, soa o coro dos frustrados para atacar o Brasil”, escreveu, em seu blog no site Carta Maior, acusando também as correntes mais à esquerda de jogar o jogo eleitoral. “Ultraesquerda e direita neoliberal estão juntinho enquanto o Brasil está reinventando seu processo democratizador, sem repressão e sem retrocessos.”
O economista Paulo Nogueira Batista Jr., representante do Brasil e de outros dez países na direção executiva do Fundo Monetário Internacional (FMI), observa que não se deve perder de vista que a “colonização da política pelo dinheiro” deformou a democracia e levou a população e os jovens a se rebelar em busca de canais de ação direta. “Tanto a mídia quanto a política estão dominadas pelo dinheiro de maneira avassaladora. As pessoas já não se sentem representadas nem pela política, nem pelos partidos, nem pela mídia. Então buscam a expressão nas redes sociais, onde a população sente que tem mais voz, e na rua”, analisou, em entrevista ao jornal Brasil Econômico. O economista chama atenção para as oportunidades de amadurecimento que a crise oferece: “Como indivíduos, podemos melhorar a nossa casa, batalhar o estudo para os nossos filhos, comprar um carro melhor. Mas as mudanças sociais dependem de organização social”.
Essa maturação requer o engajamento dos movimentos sindical e social, na avaliação do presidente da CUT, Vagner Freitas, para quem as jornadas de junho contribuíram para colocar no centro da conjuntura o dia a dia das pessoas e seu sentimento em relação à qualidade do transporte coletivo, da saúde e da educação públicas. “Constatamos que setores conservadores tentaram influir nas mobilizações por objetivos estranhos aos interesses da imensa maioria do povo brasileiro”, observou. Entretanto, como ele diz, o movimento soube interpretar os aspectos positivos do que foi expressado nas ruas, criando uma unidade em torno de suas batalhas antigas, sempre sem eco nos meios de comunicação.
Essa lógica moveu as centrais a rechaçar uma convocação anônima de “greve geral” para 1º de julho e programar uma série de manifestações conjuntas, como a do dia 11, em várias partes do país, com foco na chamada agenda dos trabalhadores, como a rejeição do projeto de lei que amplia as possibilidades de emprego irregular de mão de obra terceirizada (Projeto de Lei nº 4.330), fim do fator previdenciário, redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais. “Em conjunto com os movimentos sociais, a CUT levantará também a luta pela democratização da mídia e pela reforma política por plebiscito popular”, acrescenta o sindicalista.

Responsabilidades

Em meio ao habitual desprezo da imprensa comercial pela pauta sindical, o ator americano Danny Glover, conhecido por sua atuação em filmes como Máquina Mortífera e Ensaio sobre a Cegueira, furou o bloqueio e expressou, em plena Rede Globo, seu sentimento em relação ao papel dos sindicatos. Em visita ao país para uma campanha pelo direito à sindicalização dos funcionários da Nissan no Mississippi, Estados Unidos, Glover participou no dia 1º de uma entrevista no Programa do Jô.
O humorista tentou, na conversa, ligar a inflação aos protestos. “São manifestações de uma juventude que enfrenta uma inflação que nunca vivenciou. Para mim é um dos fatores importantes que desembocaram nas manifestações”, diz Jô, sendo interrompido pelo ator: “Acho que é algo mais profundo. Acho que é a busca para que sua voz seja ouvida. Eles estão assumindo responsabilidades de cidadãos. O que é uma democracia sem divergências, sem discordâncias, sem diálogo?”
Muitos pontos da agenda dos movimentos sociais vinham sendo cozinhados em banho-maria, no Planalto e no Congresso. Na verdade, o primeiro semestre até apresentava uma pauta movimentada, mas repleta de intrigas e, pelo que ficou demonstrado, desconectada da sociedade. Os primeiros cinco meses avançavam em ritmo atípico. Da eleição das mesas diretoras da Câmara e do Senado ao envolvimento das duas casas na apreciação das pautas – passando pela composição das comissões de trabalho –, ninguém pode dizer que deputados e senadores estavam paralisados. O jogo da política estava sendo jogado.
O ano começa com a eleição de Renan Calheiros (PMDB-AL) para presidir o Senado e de Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) para a Câmara. Renan ingressou na carreira como deputado estadual em 1978 e Alves foi eleito deputado federal pela primeira vez em 1970. Suas carreiras vão da oposição do velho MDB à ditadura ao vício fisiologista adquirido pelo atual PMDB – que, afinal, não é oposição mesmo desde 1985. Mas os defeitos de Renan e Alves só se tornaram importantes para a imprensa quando o partido aproximou-se das bases de apoio dos governos Lula e Dilma.
Também foi destaque no início da temporada a eleição de Marco Feliciano (PSC-SP) para a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara. A tragédia desenhou-se quando o PT abriu mão de presidir a comissão e consolidou-se quando PMDB e PSDB cederam vagas para tornar o PSC o partido mais numeroso do colegiado, responsável por avanços, ou retrocessos, em relação às liberdades individuais e à valorização, ou não, da dignidade humana. Chamou ainda atenção a eleição de Blairo Maggi (PR-MT), segundo maior plantador de soja do mundo, para a Comissão de Meio Ambiente do Senado.

Acorda, nobre colega

A formação das comissões permanentes (11 no Senado e 21 na Câmara) atrasou a tramitação do Orçamento da União, que deveria ter ocorrido em novembro, e até a votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2014 ficou ameaçada. E seguiu-se o jogo, com clima ácido entre as legendas, a baixa confiabilidade da base aliada e uma oposição à espreita de faturar com algum erro do adversário.
A votação da medida provisória que estabeleceu novas regras para ampliar a capacidade dos portos brasileiros foi momento de grande dedicação do Legislativo ao trabalho – e de críticas às atuações das ministras Gleisi Hoffmann (Casa Civil) e Ideli Salvatti (Relações Institucionais), em seu papel de fazer o meio de campo entre o Planalto e os congressistas. Na votação, a MP dos Portos sofreu diversas alterações, que depois sofreram vetos por parte do Planalto.
A MP demorou na Câmara. Rendeu até cenas bizarras de deputados dormindo ou sendo levados de volta ao plenário para dar quórum à sessão. No Senado, teve de ser vapt-vupt, sob protestos de amigos e de inimigos. Por isso, uma semana depois, quando o Senado teria de votar a MP referente à redução das contas de luz, o prazo de validade passou e o Executivo teve de incluir rapidamente a demanda em outro texto para garantir a medida, que alivia o bolso de todos, mas foi pensada especialmente para reduzir custos das empresas.
Dias depois, dois deputados do PMDB requereram a instalação de uma CPI para investigar operações da Petrobras fora do país. “Nunca vi a base aliada tomar a iniciativa de pedir CPI contra o governo”, irritou-se o líder Arlindo Chinaglia (PT-SP), assinalando: “Embora a base aliada tenha quase 400 parlamentares, atualmente só se pode contar com 150 deles”.
Na agitação e ativismo do Congresso, porém, o que todos – oposição e situação – já vinham fazendo eram contas para 2014.
Com olhos muito adiante, a movimentação política não se apercebera do choque de realidade que viria da onda de manifestações de junho, que fez a agenda ordinária ruir e impôs ao país, e à sua democracia, um nova ordem. Uma demonstração, voluntária ou não, de que a política tem seus canais institucionais, mas não pode ser delimitada aos plenários e corredores do Parlamento.
Em uma pauta difusa, pareceu clara a crítica à função que o Estado – em nível federal, estadual e municipal – desempenha quanto aos serviços prestados e gastos que realiza. E também despontou o olhar desconfiado em relação a meios de comunicação e aos “formadores de opinião” de sempre.

* Vai promover um manifesto contra a corrupção? Veja aqui como cadastrar no Movimento Nacional!

Cadastro para manifestações


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Desse modo, você será individual e antecipadamente informado sobre manifestações, podendo contribuir na organização, na divulgação e no comparecimento às mesmas.

   A associação ao Movimento Contra Corrupção é gratuita, não há qualquer custo de inscrição ou mensalidade.



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* "Por que lutar contra a corrupção?"

Entrevista concedida por um dos fundadores do MCC

Um dos fundadores do MCC, Ernani Fernandes, concedeu uma entrevista para TCM de Natália Felício no âmbito de curso de Técnico em Publicidade do SENAC. A leitura do conteúdo a seguir é essencial para a compreensão de nossa atuação, de nossos objetivos e ideais.

Quando foi fundado e o que motivou vocês a criar o MCC?

  O MCC foi fundado em 16 de janeiro deste ano (2013).
  Entre as motivações, podem-se citar várias: a constatação do estado deletério do cenário político brasileiro coetâneo, a percepção do caráter tendencioso dos meios de comunicação, aventando a necessidade de uma forma de divulgação de informações isenta, a ausência de mecanismos e grupos contra a corrupção apartidários, impessoais, ativos, confiáveis e abertos, de modo a unir a população em torno do problema, ensejando formas de combate, a ausência de conscientização a respeito do problema, a demanda por uma atuação que externe e ensine valores como cidadania, apreço pela civilização, honestidade social, laboral e política, imparcialidade, a necessidade de uma estrutura organizada e perene para união da população no que toca a tais problemas, a necessidade de estruturas para o combate à corrupção em diversos âmbitos, tanto federais quanto estaduais ou municipais, a urgência de meios de divulgação, para  o cidadão comum, de direitos, materiais legais e deveres, a necessidade de promoção de estudos focados, a necessidade de um meio livre para denúncias de corrupção, um corpo de apoio a testemunhas, conscientização a respeito da importância do voto e do funcionamento do sistema eleitoral, necessidade de grupos estaduais e municipais despidos de interesse partidário, colimando atuação em prol do bem comum, um modo de divulgação de obras a respeito da temática, entre muitos outros.
  Haja vista a gravidade do problema, cremos que os meios de contraposição a tais práticas são, ainda, incipientes, iniciais. Nosso intuito é colaborar para tal atuação política, de modo a minorar, ainda que não se erradiquem, todos os danos advindos.


Por que devemos lutar contra a corrupção?

  A corrupção consiste em um mal de natureza ímpar, afetando, de modo substancial, as mais diversas expressões e condições da sociedade, do poder e da economia. Conforme estudo que citarei adiante, as subtrações decorrentes de tais desvios seriam suficientes, consoante alguns cálculos singelos, para a resolução de problemas crônicos do país de modo, senão imediato, extremamente rápido e tempestivo.
  A corrupção macula os valores sociais, morais, cívicos e civilizacionais, divide a população, desprestigia a ética, destitui o Estado de legitimidade, prolifera a valorização do ilícito, subtrai a lógica de atuação da Administração Pública, subverte planos e projetos, promove a indiferença, acentua a ilegalidade. O discurso político passa a tender à teatralização, pois que, em simulacro, planejam-se ações, mas as mesmas não são concretizadas por causa de desvios e outras deturpações. “Desliga-se” a fraternidade, a solidariedade e a confiança necessária entre cidadãos comuns e agentes do Estado. Muitos passam a se desinteressar da política, inclusive pela ojeriza despertada. Cria-se espaço para o desenvolvimento do crime organizado, o qual tende a ser dimanado para outros “ramos”, que por sua vez também afetam a sociedade de maneira bastante detrativa. Os montantes desviados tendem, inclusive, a ser aplicados no exterior, implicando não apenas o desvio de propriedade e usufruto no âmbito interno do país, como também a subtração de divisas do país como um todo.
  Deve-se entender que de nada adianta a luta pela educação, pela saúde, por maior segurança pública, pelo desenvolvimento econômico, pela melhoria nas condições da população, se o capital necessário à adequada persecução de tais fins é subtraído do erário. Como afirmado, tais lutas, quando concomitantes a uma contextura de corrupção endêmica, tendem inclusive a se tornar inermes, posto que são amputadas pelo desvio, pelo atraso, pela carência de recursos, pela manipulação, entre outras consequências da corrupção. Portanto, tais lutas sociais devem ser, ao menos, conjugadas, sob a pena de, em caso contrário, apresentarem-se inúteis, quando não teatrais. Ademais, é a corrupção um dos maiores - senão o maior - fatores de concentração de renda e geração de miséria, de forma que um combate verdadeiro e sincero a diversas mazelas sociais deve passar, necessariamente, pela correção de tais patologias no âmbito do Estado e da sociedade: tanto para que haja eficácia e efetividade das ações estatais, quanto para que não se torne, o próprio Estado, um pólo de subversão dos escopos sociais basilares.
  
Houve algum motivo específico, pessoal ou de terceiros, que estimulou a criação do MCC?

  Predominou a necessidade vigente no meio social, como o arrolado acima, mais que motivações específicas. De todo modo, em termos pessoais, o aprofundamento no problema da corrupção, o conhecimento a respeito de todas as avarias causadas à sociedade findou por nos instigar a tomar atitudes a respeito. No meu caso, em específico, também o fato de ter estudado em uma instituição pública (estou me formando no curso de Direito do Largo de São Francisco/USP) influiu para o sentimento de que eu detenho certa dívida para com a sociedade, na medida em que tive acesso, de modo gratuito, a estudos e informações não tão facilmente disponíveis ao cidadão comum, sendo isso financiado, “bancado”, pelos mesmos. Um impulso adicional consistiu no esforço para fazer valer o investimento em mim realizado pela sociedade, uma espécie de “contraprestação” pelos benefícios que recebi.
  Ademais, a fundação do movimento foi concomitante à notícia da esperada gravidez de minha esposa, o que, de certo modo, passou a influir, de modo mais categórico, para o surgimento de pensamentos a respeito da realidade do país. Passei a, de modo talvez mais sério que antes, refletir sobre a condição do país, sobre de que forma poderia contribuir para que se erigisse um país mais justo, próspero e mesmo civilizado para o crescimento de minha filha e, quem sabe, de outros descendentes.




Quais objetivos a serem alcançados? Quais resultados já obtiveram?

  Além de prestar contributo para sanar os problemas citados na primeira resposta, uma parcela razoável de nossos objetivos pode ser acessada nestes links:
  Quanto aos resultados, ainda que tenhamos usufruído de pouco tempo desde a fundação, podemos citar alguns resultados amealhados até o momento:
1.     Criação de um grupo focado de estudos sobre a corrupção e modos de combate: o GECCOR.
2.     Alcance em conscientização da população: com nossa atuação nas redes sociais, por exemplo, atingimos cerca de 17 milhões de pessoas por semana, com conteúdo crítico, informações, notícias, incentivos ao desenvolvimento e à cidadania, reunião de cidadãos, entre outros.
3.     Divulgação de legislação pertinente, tal como a Constituição Federal, a Lei de Acesso à Informação, entre outros (atingindo, também, dezenas de milhões de pessoas).
4.     Criação do Portal Auditoria Popular, um meio de controle, pelos cidadãos - de modo simples e organizado - dos gastos públicos.
5.     Organização e promoção de manifestações, inclusive de iniciativas parceiras, como o “Fora, Renan!”, a “Marcha Contra a Corrupção”, o “Dia do Basta”, entre outros.
6.     Divulgação de problemas legais e petições para assinatura, tais como contra a assunção de políticos a cargos, pela elaboração de leis relativas ao combate à corrupção, contra a PEC 33 e a PEC 37, entre outros.
7.     Criação de organizações estaduais para controle regional e, também, municipalizado (Projeto Seccionais).
8.     Colaboração para a divulgação de outros projetos.
9.     Divulgação de entrevistas, livros e estudos a respeito do tema, contribuindo para agregar conhecimento e informações para o debate.
10.  Divulgação de denúncias, movimentos e manifestações ignorados total ou relativamente pela “grande mídia”.
11.  Entre outros.

Vocês imaginavam que o MCC tomaria tamanha proporção?

  Creio que seja um questionamento complexo, tendo em vista que supõe, de certa maneira, que atingimos um patamar bastante alto. É certo que, inclusive pelo referido na pergunta anterior, que já atingimos alguns resultados bastante atípicos.
  No entanto, cremos que todo o nosso trabalho ainda é incipiente, inicial. A participação dos cidadãos deve ser acrescida e acentuada. Todos os projetos estão começando, além de outros ainda não iniciados, como a criação de uma biblioteca de estudos sobre corrupção, sociedade e política, uma sede para o movimento, na qual seriam ministradas aulas sobre auditoria, controladoria, formação de instrutores cívicos, formação de estudiosos e investigadores especializados no tema, entre outros. Ademais, precisamos continuar a luta pela aprovação de dispositivos legais, pela aprovação de outros etc.
  Deve-se entender que a luta pela probidade nos meios públicos é perene, devendo ser contínua, ininterrupta. Assim como os valores da civilização devem ser reafirmados intergeracionalmente, pois que não são imanentes ao homem em seu estado bruto, também o labor pela aplicação correta dos recursos públicos requer ações integrais.
  É importante que as pessoas entendam que a corrupção não pode ser combatida apenas pontualmente. O trabalho deve ser contínuo, estrutural, cultural, organizacional, amplo e também difuso. Não se resolve a corrupção com apenas uma manifestação: ainda que venha a ter efeitos benévolos, com a saída de um corrupto, apenas esta ação nada impede que sobrevenha um corrupto ou uma quadrilha de estirpe ainda pior. Não se pode organizar manifestações sem a conscientização necessária: em caso contrário, as pessoas nem mesmo saberão pelo que estão lutando, podendo estar a servir, infelizmente, de “massa de manobra” para interesses escusos.
  Desse modo, de nada adiantam a mobilização e o ativismo sem a consciência dos problemas, assim como de pouco serve a informação sem a correspondente atitude. Ainda que haja o conhecimento e a atitude, de nada valem se as ações concretas são deturpadas por interesses e pela desonestidade, por exemplo. Ainda que haja conhecimento de causa, atitude e honestidade, não haverá valia se não se sabe a atitude correta a se tomar e o modo de proceder ao “combate”. Ainda que todos esses coexistam, as ações podem ser inócuas se representadas por apenas um segmento mínimo da população.
  Enfim, o trabalho contra a corrupção, para ser eficiente, deve ser multiaxial e holístico, isto é, albergar todas as problemáticas concernentes, não se atendo a apenas um ponto, sob pena de ruir.

Existe algum medo ou/e receio na exposição de vocês por conta do MCC e de assuntos abordados? Já sofreram alguma ameaça por conta do MCC?

  Sabe-se que o aparato estatal brasileiro, englobando tanto o Legislativo quanto o Executivo e o Judiciário, em níveis federal, estadual e municipal, é, se não dominado, ao menos vulnerável, submetido ou afetado pela atuação de máfias e quadrilhas de toda ordem, a depender do caso. Ainda que haja exceções, que não são, inclusive, poucas, muitos grupos atuam em conluio para a dominação do aparato estatal, pervertendo-o, corrompendo-o, coagindo agentes, interferindo em decisões.
  Como exposto, segundo estudo recente da ONU, a corrupção desviaria ao menos R$200.000.000.000,00 (duzentos bilhões de reais) por ano no Brasil. O cálculo é modesto, não considerando, também, os gastos inúteis, mal aplicados, relativos ao pão e circo, funcionários inúteis, cargos concedidos por promessa política, ineficiência da máquina administrativa etc. Sendo isto considerado, os valores seriam muito maiores.
  Com tamanha apropriação, tais quadrilhas angariam poder extremamente incomum, além de tenderem a atuar com violência, coação e ameaças contra aqueles que se contrapõem. Já recebemos ameaças de toda ordem. Ameaças de morte “anônimas”, além de ameaças de processo por diversos políticos. Além disso, sofremos com tentativas de ataques realizadas por “hackers”, bem como com a censura e com difamações.
  Cremos que isto poderá ser evitado ou diminuído pelo crescimento do movimento, de forma que a publicidade e a união do povo “blinde”, de certa maneira, as tentativas de coerção. A força adviria da união, da conscientização e da coragem da população.

Quais conselhos daria aos jovens que, assim como vocês, canalizam suas revoltas para buscarem melhorias para o Brasil?
  
  Não sei se estou na posição de dar conselhos a alguém (risos), mas posso recomendar algumas posturas que julgo essenciais para aqueles que desejam mudanças efetivas.
  Primeiramente, que estudem, de modo que possam entender a magnitude e a essência dos problemas do país. Para que se faça o necessário, deve-se saber o caminho a seguir. Precisa-se de humildade e esforço para o estudo e o entendimento, assim como é necessária a persistência para a tomada de atitudes amplas, verdadeiras e, não raro, pacientes. O estudo da Ciência Política, da Sociologia, da Auditoria, da Mídia, dos discursos, da História, da Psicologia, da Criminologia, da Administração Pública, da Economia, entre outros, é imprescindível para uma evolução pessoal que torne os sujeitos aptos a ações efetivas, verdadeiras, concretas e bem postas.
  
 Em seguida, unam-se a seus pares, coliguem-se àqueles que têm ideais similares, congruentes, confluentes ou correspondentes, fortaleçam-se, procurem a união e a honestidade, não se deixando corromper por propostas indecorosas, ainda que comuns, bem como pela sedução do “sistema”, o qual é “especialista” na oferta de vantagens escusas e vias fáceis de auto-inutilização.

Como os interessados podem conhecer melhor e fazer parte do MCC?
  Para nos conhecer melhor, recomendo que acessem nosso site: www.contracorrupcao.org e conheçam nossa atuação, inclusive mas mídias sociais. Nesses, há os modos de contato com os coordenadores nacionais, regionais e municipais. Estamos abertos a toda forma de ajuda sincera e orientamos os candidatos em todas as etapas, capacitando-os gratuitamente e conduzindo-os para as funções mais adequadas, de acordo com a conveniência, as capacidades, habilidades e o interesse de cada um.  Precisamos de estudiosos, organizadores, associados, escritores, criadores de conteúdo, coordenadores nacionais e regionais, entre outros. Quanto a correio eletrônico, nosso e-mail écontracorrupcaomovimento@gmail.com.

* Movimento Contra a Corrupção por Estado

Páginas do MCC por estado


Projeto de Organizações Estaduais (Seccionais do Movimento Contra Corrupção)


    Prezados amigos do Movimento Contra Corrupção, gostaríamos de anunciar que começamos a organizar componentes estaduais do movimento. Dessa maneira, existirão organizações estaduais holisticamente interligadas, com lideranças e participação regional ativa.

  Com isto, pretendemos começar a sanar alguns obstáculos à nossa atuação na mudança de nosso país:
  1. Distância: Ainda que os meios virtuais em muito contribuam para a divulgação da informação, para a conscientização, a reflexão, a mudança de si e a mobilização, a distância física entre os organizadores do movimento e as diversas comunidades conscientes do país impede maior contato e desenvolvimento de relações autônomas, ainda que coligadas.
    Páginas específicas para cada estado e, futuramente, para cada cidade ou microrregião concederão ensejo para atuação mais unida e majorada no âmbito das situações regionais, entendendo as idiossincrasias e especificidades de um país de dimensões continentais.
  2. Imprecisão: Haja vista a necessidade de acompanhamentos próximos das temáticas em cada região, cremos que isto auxiliará na resolução de problemas de carência de Especialização e Especificação (abordados infra).
  3. Falta de União: Mediante a solução de problemáticas próximas, cotidianas e mesmo pessoais, promovendo um contato mais direto e com efeitos mais práticos e breves - ainda que não imediatos - na resolução de problemas típicos e específicos de cada unidade federativa. Maior união será promovida, cremos, pela observância de resultados - além dos dimanados - também próximos e facilmente mensuráveis.
  4. Regionalização Excessiva e Polarização: Pretendemos que seja reduzida drasticamente a polarização coetânea da atuação de nosso movimento, a qual está se dando, precipuamente, nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.
  5. Efetivo: A organização de comunidades estaduais coligadas permitirá acréscimo de efetivo para a conscientização da população, para a organização de manifestações, passeatas, entre outros (inclusive de modo mais eficaz e eficiente em suas respectivas regiões).
  6. Especialização: A divisão em estados permitirá uma maior especialização dos discursos, dos modos de atingir a população, dos temas e conteúdos a serem abordados segundo os problemas típicos de cada região.
  7. Especificação: Cremos que isto permitirá a abordagem mais efetiva e hígida de temas concretos e próximos, o que é, não raro, distanciado quando ocorre a necessidade de abrangência de temáticas de relevância nacional, posto que pouca distinção fariam para cidadãos de outras regiões, tendo em vista a distância.
    Destarte, não olvidando que a corrupção no país não ocorre apenas no Governo Federal (mormente, no Congresso Nacional), mas em prefeituras, subprefeituras, órgãos públicos em geral, câmaras de vereadores, entre outros, a existência de subgrupos do movimento altamente especializados permitirá e endossará a fiscalização, o controle, a crítica e a denúncia a respeito desses problemas.
  8. Contato com a População: Almejamos sanar o problema da carência de contato físico e “real” (por este termo, contrapondo-se ao virtual) em manifestações e reuniões de interesse do país. Assim, aventando-se agrupamentos organizados para cada realidade específica do país, poderemos induzir um contato mais próximo com a população, inclusive com aqueles privados ou semi-privados dos meios de comunicação virtual.
  9. Desenvolvimento de Efetivo por Contatos Pessoais: Desse modo, amealharemos novos participantes por meio de convites diretos a familiares, amigos e conhecidos em geral, não nos cingindo a abordagens virtuais distanciadas.
  10. Aporte de Informações de Relevância Nacional: Tendo em tela a carência dos meios de comunicação na divulgação e promanação de informações pertinentes à causa, inúmeras informações a respeito de métodos, ocorrências, situações, contexturas e outras, típicos de certas regiões, poderão vir a lume com a participação de indivíduos insertos nas mais variadas situações e alocações do país.
  11. Mobilização Específica: Possibilitação de definição de locais específicos, divulgação física e virtual especializada de manifestações, promoção de encontros e atuações sociais, passeatas, entre outros. Grupos específicos coesos, ainda que menores, possibilitarão maior controle, movimentação e angariamento de adeptos.
  12. Disponibilização de Sedes Físicas para o Atendimento da População: viabilização de sedes físicas e virtuais para a conscientização, a promoção de palestras, atos educacionais, formação de parcerias com entidades conterrâneas etc.
  13. Formação de Reservas da Liderança Nacional: em caso de imprevistos e de ocorrência de óbices aos responsáveis e sub-responsáveis pela liderança nacional, as seccionais, com suas subestruturas, possibilitarão maior segurança organizacional, servindo, inclusive, como cadastros-reserva para a organização do movimento.

  Isto posto - entre outras motivações -, anunciamos que precisamos da colaboração de interessados provindos de todas as partes de país, de forma que nossos projetos para o Brasil possam se tornar, ainda que paulatinamente, efetivamente concretos. Convocamos todos os interessados a nos contatar pelos seguintes meios:
  
E-mail: contracorrupcaomovimento@gmail.com
 
Texto de autoria de Caio Mecenas, com a colaboração de Ernani Fernandes.

Assinam este documento:

Caio Nogueira
Paula Waldrich
Ernani Fernandes
Allan Carvalho
Caio Mecenas
Antônio Martins
Stephanie Almeida
Mário Almeida
Thaïs Chaves
Fernando Nogueira
Felipe Carvalho
Flávio Dërlin
Luísa Menezes
Tâmara Sembranely
Gabriel Fortunato
Miguel Prim
Paulo Otack
Felipe Cantareira
Rodrigo Vieira

  Páginas específicas para cada estado:

São Paulo


Minas Gerais

Espírito Santo

Distrito Federal

Goiás

Mato Grosso do Sul

Mato Grosso

Rio de Janeiro


Paraná

Santa Catarina

Rio Grande do Sul

Rondônia


Acre


Amazonas


Pará

Tocantins

Amapá

Maranhão

Piauí

Ceará

Rio Grande do Norte

Paraíba

Pernambuco

Alagoas

Sergipe

Bahia

A seguir, conheça as páginas das seccionais - organizações estaduais do MCC -, pelas quais você poderá contribuir para expandir a luta contra a corrupção em sua região, conhecer pessoas próximas e coligar forças, agendar, avençar e divulgar ações, colaborar em grupos de fiscalização estadual, entre outros. 
Saiba mais sobre as organizações estaduais clicando aqui.

São Paulo

Minas Gerais

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Mato Grosso

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Rondônia

Acre

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